<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083</id><updated>2011-06-06T21:59:14.432-03:00</updated><title type='text'>Difusão</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>54</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-7718395307486947684</id><published>2007-05-17T21:11:00.001-03:00</published><updated>2007-05-17T21:12:01.534-03:00</updated><title type='text'>Carta à RBS sobre cancelamento do Programa Célia  e Celma</title><content type='html'>Ao Grupo RBS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado senhor Diretor-presidente Nelson Pacheco Sirotsky, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a solidez do grupo RBS não vem de hoje. Desde sua fundação, em 1957, por Maurício Sirotsky Sobrinho, a RBS vem se consolidando representativo grupo multimídia. Crescimento admirável, o qual é incentivado pela missão de “facilitar a comunicação das pessoas com seu mundo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Repousa às mãos dos condutores e colaboradores do Grupo imensa responsabilidade. Afinal, a comunicação das pessoas com seu mundo é evento dos mais mágicos da vida, que rompe fronteiras, permitindo, constantemente, a descoberta de si e dos demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Comunicar é a base da racionalidade e da passionalidade que hoje nos move.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Ser, então, seu facilitador, é tomar para si a responsabilidade de fazê-lo com responsabilidade, respeito e ética. Princípios pétreos que acabam por sustentar os valores do Grupo, dos quais se destacam: responsabilidade empresarial, satisfação do cliente, compromisso social e comunitário, desenvolvimento pessoal e profissional, liberdade e igualdade e ética e integridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            E é por todo esse comprometimento que, como pessoa em contato com meu mundo, escrevo para o senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, triste escrita essa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é de vosso conhecimento, a atualidade dos negócios muitas vezes entra em choque com que os valores propugnados da comunicação sejam levados a cabo com o comprometimento ao qual o Grupo RBS se faz estritamente. E tal contradição vem à tona, e muito entristece, pelo cancelamento repentino do “Programa Celia &amp; Celma” da programação do Canal Rural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O “Programa Celia &amp; Celma”, no ar por nove anos consecutivos, divulgou mais de mil artistas brasileiros. Relegá-lo da grade, num país diverso como o Brasil, não se trata apenas de reduzir custos empresariais, mas, indubitavelmente, dirimir acesso à cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O próprio Canal Rural, ciente do papel que possui ao acesso à cultura, divulga em seu site que “quer exibir cada vez mais a programação regional do Brasil para apresentar o mosaico que é a cara e o sotaque brasileiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Entretanto, o cancelamento de Celia &amp; Celma nos faz voltar à realidade de que, a despeito da cultura ser pública, não necessariamente seu acesso o é. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Celia &amp; Celma, no Canal Rural, facilita a comunicação das pessoas com seu mundo, seu povo, sua cultura. Ao abrir espaço para independentes, Celia &amp; Celma inauguraram vanguarda de manifestação cultural, na qual quem é brasileiro se fazia assim em cadeia nacional. Longes de ditames do mainstream da indústria cultural, com este Programa o Canal Rural vivenciava categoricamente seu valor de compromisso social e comunitário, mostrando todos os sotaques do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Em Celia &amp; Celma, a cultura popular se fazia presente, pública e notória àqueles que têm seu direito de não apenas se manifestar culturalmente, mas viver à própria manifestação – assistindo aos mais variados artistas desse país, conhecidos de seus pares e, por questões comerciais, desconhecidos de seu país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Por isso, senhor Diretor-presidente, esta escrita é triste. Triste, pois mais uma porta que antes abria perspectiva para rompimento das fronteiras da cultura se fecha, abruptamente.  Aos telespectadores e artistas desse país, resta, agora, não apenas a janela da programação, mas restrições à sua própria possibilidade de manifestar o belo, sua arte, sua cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Diante desses singelos fatos, peço, encarecidamente, alternativas para a volta do Programa Celia &amp; Celma à grade do Canal Rural e aos lares dos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sinceros votos de revisão da decisão,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diego Coelho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-7718395307486947684?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/7718395307486947684/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=7718395307486947684' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/7718395307486947684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/7718395307486947684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/05/carta-rbs-sobre-cancelamento-do.html' title='Carta à RBS sobre cancelamento do Programa Célia  e Celma'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-6490906399188715243</id><published>2007-05-17T16:48:00.000-03:00</published><updated>2007-05-17T16:49:00.882-03:00</updated><title type='text'>TIM anuncia loja de música no celular para 1º de junho</title><content type='html'>WNews - 17/5/2007 - Por Redação &lt;br /&gt;A TIM lancará no dia 1º de junho a sua loja de música no celular, a TIM Music Store. Como campanha promocional de estréia, a operadora oferecerá gratuitamente 50 mil fulltracks (músicas inteiras). O usuário pagará apenas pela navegação Wap. O serviço prevê ainda sons polifônicos, imagens, vídeos e notícias. A novidade vale para 28 dos 54 modelos GSM com característica de player compatíveis com fulltrack e 94 compatíveis com truetone. O diferencial da loja, segundo Gabriel Mendes, gerente de serviços de valor agregado, é o fácil acesso (pelo portal TIM WAP ou pela WEB) e um preço acessível. Para uma música de 350 a 400Kb, o valor estimado a ser cobrado é de R$ 4,80, mas esse custo deverá variar de acordo com o plano. O usuário poderá comprar a canção pelo nome do artista ou da música. Pela Web, o consumidor entra, escuta trechos e compra o arquivo para recebê-lo por SMS no aparelho. Já pelo WAP, é preciso saber o nome da canção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-6490906399188715243?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/6490906399188715243/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=6490906399188715243' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/6490906399188715243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/6490906399188715243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/05/tim-anuncia-loja-de-msica-no-celular.html' title='TIM anuncia loja de música no celular para 1º de junho'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-1474744659921440906</id><published>2007-03-16T10:37:00.000-03:00</published><updated>2007-03-16T10:38:59.885-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Caros amigos&lt;br /&gt;Conforme Encontro recente  em Recife   em que  Juca Novaes participou, ( o Amilson e eu estamos de acordo ) ,  segue  abaixo a descrição dos objetivos da ABGI e vantagens que terá a oferecer aos filiados. É importante que nos filiemos à ABGI para integrarmos  o Pró Música. ( APEX+ BM&amp;A + ABMI+ABGI + MinC)&lt;br /&gt;Quanto mais filiações conseguirmos, mais estará atendida a intenção de nacionalização da instituição, e do atendimento aos nossos objetivos.&lt;br /&gt;Zezé Freitas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propósitos&lt;br /&gt;1. Arregimentar todos os artistas (intérpretes, compositores, músicos &lt;br /&gt;acompanhantes), selos e produtoras e afiliá-las à ABGI, com o propósito de&lt;br /&gt;dar a maior abrangência e quorum nas apresentações de projetos às&lt;br /&gt;instituições governamentais e empresas privadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Organizar um banco de dados de fonogramas de todos os gêneros musicais &lt;br /&gt;brasileiros para oferta de contratos de downloads - já temos 3 contratos com&lt;br /&gt;empresas na europa para serem assinados diretamente pelos artistas; é uma&lt;br /&gt;forma de ganhar capital com fonogramas mais antigos e poder investir em &lt;br /&gt;novos trabalhos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Organizar um banco de projetos, com incentivo da Lei Rouanet, para que a&lt;br /&gt;ABGI possa oferecer e manter disponível às empresas privadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Disponibilizar informações, fotos, mp3 de todos os artistas no site &lt;br /&gt;vitrine da ABGI que fará parte do Portal Música do Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Disponibilizar prestação de serviços de produção de conteúdo de produtos&lt;br /&gt;e shows no Brasil e no Exterior, incluindo documentação fiscal, relatórios &lt;br /&gt;técnicos e prestações de contas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Participação nos projetos de exportação com a APEX, através de feiras e&lt;br /&gt;congressos, encontros de negócios, desfiles de moda, eventos nas embaixadas&lt;br /&gt;etc...;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7. Organização e representatividade perante os Órgãos Públicos brasileiros e&lt;br /&gt;o mercado da música, interno e externo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Comunicação direta com Rádios, TVs, Imprensa, produtores e compradores de&lt;br /&gt;shows, do Brasil e do Exterior;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Compilação em mp3 de um catálogo formado pelos trabalhos de artistas&lt;br /&gt;brasileiros para os meios de comunicação do exterior, regularmente &lt;br /&gt;atualizados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muito mais, desde que possamos unir as forças existentes na capacidade de&lt;br /&gt;produzir e na representatividade. Carlão quer conversar após a Feira Música&lt;br /&gt;Brasil; Costa Netto quer fazer a fusão com a ABGI; APEX quer que a ABGI &lt;br /&gt;realize esta façanha de unir as 3 associações para que juntas possam&lt;br /&gt;explorar o que cada uma tem de mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso portanto, pessoas jurídicas para serem sócias e para afiliação,&lt;br /&gt;pessoas jurídicas e físicas. Quanto mais estados e artistas inseridos, mais &lt;br /&gt;poder político e mais barato para todos. Penso que poderíamos acelerar este&lt;br /&gt;processo de afiliação, discutir as idéias acima e outras sugeridas, levantar&lt;br /&gt;um orçamento paras despesas operacionais e começar a trabalhar &lt;br /&gt;imediatamente. Estou anexando o modelo de afiliação )pessoa física e&lt;br /&gt;jurídica) para colher assinaturas, que por enquanto não obriga ninguém a&lt;br /&gt;nada, apenas oferece os recursos da ABGI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando que agora a ABGI tem um escritório de representação na Europa, &lt;br /&gt;para pesquisa de mercado voltada à venda de shows e marketing nas feiras, e&lt;br /&gt;que também está trazendo contratos para venda de fonogramas pela Internet.&lt;br /&gt;Precisamos aproveitar este momento para gerar recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez tenha me esquecido de algo, mas estou na correria e você deve&lt;br /&gt;lembrar-se de tudo que conversamos em reuniões efetuadas na ABGI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço e que tudo dê muito certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcia Cavallini - ABGI.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-1474744659921440906?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/1474744659921440906/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=1474744659921440906' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/1474744659921440906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/1474744659921440906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/03/caros-amigos-conforme-encontro-recente.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-2652956040775885998</id><published>2007-03-07T14:42:00.000-03:00</published><updated>2007-03-07T14:43:07.975-03:00</updated><title type='text'>Aprovado projeto que pune prática de jabá em rádios</title><content type='html'>Músicas tocadas&lt;br /&gt;Aprovado projeto que pune prática de jabá em rádios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Gláucia Milicio&lt;br /&gt;A prática do jabá poderá se tornar crime. É o que prevê o Projeto de Lei 1.048 aprovado, na quarta-feira (29/11), pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. A proposta foi apresentada, em 2003, pelo deputado Fernando Ferro (PT-PE) e agora seguirá para o Plenário. Se sancionada a proposta, as emissoras de rádio que receberem dinheiro para colocar música no ar poderão ser punidas com multa. Os responsáveis podem pegar detenção de um a dois anos.&lt;br /&gt;Poderão ser responsabilizados radialistas, apresentadores, produtores, gerentes de marketing ou qualquer profissional que tenha participado da negociação.&lt;br /&gt;Para o advogado Nehemias Gueiros, especialista em Show Business, o projeto é um avanço. Segundo ele, a prática gera um grave prejuízo para o mercado de novos artistas que vêm de locais distantes para o pólo musical.&lt;br /&gt;Nehemias diz, ainda, que nos Estados Unidos a prática de jabá já é crime há muitos anos. Lá, a pena é mais severa que a brasileira: quatro anos de detenção e multa de até US$ 10 mil. “Já a nossa, no seu grau mais severo, é a cassação da emissora”.&lt;br /&gt;De acordo com a legislação americana, uma emissora de rádio sempre pode tocar determinada música em troca de pagamento, desde que isso seja informado no ar pelo locutor. O nome da empresa pagadora também deve ser informado. Mas a empresa não pode ser uma gravadora ou empresa de produção artística. O mesmo vale para as gravadoras brasileiras.&lt;br /&gt;O advogado elogiou a iniciativa de artistas como Lobão e outros que sempre lutaram em prol da causa. “Sinto-me, também, honrado, em ter participado diretamente desta empreitada, desde o lançamento do meu livro em 1999 [O Direito Autoral no Show Business], em que dediquei um capítulo específico ao jabá”, diz.&lt;br /&gt;A proposta foi aprovada também pelas comissões de Educação e Cultura; Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.&lt;br /&gt;Leia a íntegra do projeto&lt;br /&gt;PROJETO DE LEI 1048, DE 2003&lt;br /&gt;Do Sr. Fernando Ferro&lt;br /&gt;Acrescenta dispositivo à Lei 4.117, de 27 de agosto de 1962, que ”Institui o Código Brasileiro de Telecomunicações”&lt;br /&gt;O Congresso Nacional decreta:&lt;br /&gt;Art. 1º Esta lei visa proibir as pessoas jurídicas autorizadas, concessionárias ou permissionárias de serviços de radiodifusão e&lt;br /&gt;televisão, de receber dinheiro, ou qualquer outra vantagem, direta ou indireta, de gravadora, artista ou seu empresário, promotor de concertos, ou afins, para executar ou privilegiar a execução de determinada música.&lt;br /&gt;Art. 2º A Lei 4.117, de 27 de agosto de 1962, passa a&lt;br /&gt;vigorar acrescida do seguinte art. 53A:&lt;br /&gt;“Art. 53A. Constitui crime, punível com a pena de detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos, sem prejuízo das sanções de multa, suspensão ou cassação, previstas nesta lei, receber, na qualidade de proprietário, gerente, responsável, radialista ou apresentador de pessoa jurídica autorizada, concessionária ou permissionária de serviço de radiodifusão, dinheiro, ou qualquer outra vantagem, direta ou indireta, de gravadora, artista ou seu empresário, promotor de concertos, ou afins, para executar ou privilegiar a execução de determinada música.”&lt;br /&gt;Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;JUSTIFICAÇÃO&lt;br /&gt;A pirataria não é o único problema a ser resolvido no mercado fonográfico brasileiro. Outra questão, igualmente séria, pelos prejuízos que acarreta, deve ser enfrentada pelo legislador: o pagamento de verbas e favores para a execução de músicas nas rádios e emissoras de televisão brasileiras.&lt;br /&gt;Esse pagamento é feito de duas formas, uma clandestina e outra declarada, inclusive com nota fiscal. O JABÁ propriamente dito, originário da palavra jabaculê (gorjeta, propina, dinheiro), acontece quando, informalmente, um radialista ou apresentador recebe dinheiro ou favores de forma direta ou indireta ( ex: a gravadora coloca uma motocicleta nova para fazer sorteio na rádio) para, em troca, executar alguma música.&lt;br /&gt;A quantia pode ser paga por empresários dos músicos, representantes das gravadoras ou agentes intermediários. Já a maneira oficial, chamada de “verba para divulgação”, funciona como parte integrante do material promocional dos discos.( Não se pode negociar espaço público).&lt;br /&gt;Essa prática favorece quem tem estrutura financeira e prejudica novos artistas,( nenhum artista está imune ao jabá, é só observar a programação uniforme das rádios) que não possuem, como retaguarda, um grande esquema. Isso contraria o princípio das autorizações, concessões e permissões públicas de radiodifusão, privilegiando a minoria e tornando menos democráticos os veículos de comunicação.&lt;br /&gt;A par disso, músicos que gravam em selos independentes, conquanto tenham grande público e vendam muitos discos, acabam não sendo ouvidos nas rádios e TVs, justamente porque não possuem uma grande gravadora pagando por isso. Assim sendo, a aprovação desta proposição virá em benefício não apenas da grande maioria dos músicos de nosso país, mas, também, de toda a sociedade civil que poderá ter acesso a toda a diversidade cultural que o Brasil possui, motivo pelo qual estamos certos de contar com o decisivo apoio de nossos pares para a sua rápida aprovação.&lt;br /&gt;Sala das Sessões, 2003.&lt;br /&gt;Deputado Fernando Ferro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PT/PE&lt;br /&gt;Revista Consultor Jurídico, 4 de dezembro de 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-2652956040775885998?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/2652956040775885998/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=2652956040775885998' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/2652956040775885998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/2652956040775885998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/03/aprovado-projeto-que-pune-prtica-de-jab.html' title='Aprovado projeto que pune prática de jabá em rádios'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-1297154032843703119</id><published>2007-02-28T09:22:00.000-03:00</published><updated>2007-02-28T09:23:06.260-03:00</updated><title type='text'>BNDES vai ajudar a reinventar mercado fonográfico  26/02</title><content type='html'>BNDES vai ajudar a reinventar mercado fonográfico&lt;br /&gt;26/02/2007 Carlos Gustavo Yoda - Carta Maior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é conhecido em todo o mundo pela sua diversidade musical. O setor, o mais movimentado da economia da cultura no país, passa hoje por grandes dificuldades. Embora as novas tecnologias da informação tenham possibilitado maior acesso aos produtores (nunca foram lançados tantos álbuns de forma independente), a facilidade de cópias virtuais e de cedês e devedês gerou prejuízos enormes à grande indústria do entretenimento. Resultado: hoje grandes gravadoras como a Warner Music não mantêm mais de vinte artistas ou bandas em seu catálogo no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música se reinventa com produtoras e gravadoras independentes e, diretamente, com o trabalho dos músicos. A carência de investimentos e a falta de planejamento e entendimento do setor, no entanto, dificultam o desenvolvimento. Assim, o Ministério da Cultura realizou em fevereiro, em Recife, a Feira Música Brasil 2007 (saiba mais - http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=13302), com o objetivo de difundir a qualidade e a diversidade da produção brasileira. O evento, que deve se tornar anual, pretende ser a grande vitrine da música brasileira e de seus produtos, atraindo compradores de dentro e de fora do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), segundo maior patrocinador da cultura no Brasil, foi um dos organizadores do evento. Seu intuito era conhecer as especificidades desse complexo setor da indústria criativa, para criar um plano de financiamento apto a contemplá-las. À frente do desafio, a chefe do Departamento de Economia da Cultura do Banco, Luciane Gorgulho, explicou à Carta Maior e à Cultura e Mercado os tipos de incentivo e as linhas de financiamento que o BNDES oferece e os planos para reinventar o mercado fonográfico brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta Maior – Esse pensamento de “economia da cultura” é uma discussão recente no Brasil, apesar de o setor ser um dos que mais cresce no mundo. Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciane Gorgulho – É um fenômeno mundial. Foi em 2001 que a expressão surgiu pela primeira vez, com o livro de um especialista australiano. Alguns organismos internacionais dissiparam a idéia, e o Ministério da Cultura, com Gilberto Gil, embarcou na proposta. O Fórum Cultural Mundial concretizou essa idéia, e o MinC criou um programa específico, o Programa de Desenvolvimento da Cultura. Assim, identificamos que a cultura pode ser um instrumento de desenvolvimento fundamental. É até curioso que isso tenha nascido nos países mais desenvolvidos. Basta ver a produção cinematográfica dos Estados Unidos. Sendo o BNDES o principal braço de financiamento de longo prazo do país, começamos a pensar nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Que modelos de financiamento e patrocínio na área de economia da cultura o BNDES oferece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LG – O BNDES há muitos anos apóia as atividades culturais, mas era sempre através de patrocínio, o mecenato. Desde 1985, eram promovidos shows abertos à comunidade na sede do Banco no Rio de Janeiro. Depois disso, começamos a apoiar o cinema. No início não era nem por edital, só depois desenvolvemos o sistema de edital que utilizamos hoje, parecido com o da Petrobrás. Isso começou em 1995 e, dois anos depois, o BNDES começou a apoiar o restauro do patrimônio histórico brasileiro, através da Lei Rouanet. Em um primeiro momento, trabalhamos com as igrejas barrocas e hoje apoiamos qualquer patrimônio tombado pelo IPHAN (www.iphan.gov.br). Isso pode ser feito individualmente, conforme cada caso, ou em contratos com as cidades pólos. Isso porque é preciso discutir como um todo. Às vezes, a reforma de uma única igreja não faz muita diferença. Mas a revitalização de vários patrimônios históricos de algum lugar pode alavancar o potencial turístico de uma região. Já fizemos isso em Olinda, Ouro Preto e Rio de Janeiro. Vamos começar outros, mas ainda não escolhemos as cidades que serão beneficiadas. Além disso, patrocinamos também a preservação de acervos museulógicos, bibliográficos e arquivistas. É o restauro do conteúdo histórico, além dos prédios patrimoniais. Até hoje já foram investidos mais de R$ 200 milhões. Este ano, o patrimônio histórico recebe cerca R$ 21 milhões, R$ 12 mi para o cinema e R$ 6 mi para acervos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Isso tudo em mecenato. E os financiamentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LG - Em julho do ano passado foi criado o Departamento de Economia da Cultura, cuja chefia eu assumi, para administrar os patrocínios e criar mecanismos de financiamento para o setor cultural. O termo "economia da cultura" vem aparecendo há um tempo para delimitar as indústrias ligadas ao setor. É um olhar não só pela questão da identidade, diversidade e expressão artística. O objetivo é pensar o desenvolvimento econômico. O BNDES quer incentivar esse setor, com o pensamento do governo de que a economia da cultura é um setor estratégico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro programa criado foi o financiamento do audiovisual. Isso ocorreu porque era um setor que a gente já conhecia. Já tínhamos algumas linhas de incentivo a salas de cinema. Mas não estava adaptado ainda à realidade, pois não havia garantias. Como toda indústria criativa, o cinema não tem ativos reais, ativos tangíveis. Tudo é baseado em bens intangíveis, conhecimento, cultura. Nesse sentido, criamos o Procult para apoiar todo o setor audiovisual, baseado nas receitas que os setores geram. Hoje podemos vincular a nossa garantia até à receita de bilheteria, além do imóvel. Estabelecemos também taxas de juros mais baixas. A idéia do Procult era abrir para novos setores também. Nisso envolvemos até o financiamento de construção de estúdios, aprovado neste mês com R$ 7 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo passo é a música. Por isso estivemos presentes de forma ativa na Feira Música Brasil 2007, em Recife. Lá pudemos conhecer um pouco da realidade do setor, que é muito complexo, e em breve devemos lançar algum programa de financiamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o BNDES não faz investimento em fundos de capital de risco, mas, pela Lei do Audiovisual, o Banco investe no FunCine e tem interesse em investir em novos fundos que forem criados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, existe o cartão BNDES, que na verdade é um investimento que o Banco já possui há 2 ou 3 anos, que cada vez mais vem sendo utilizado por todos os setores. O que estamos fazendo no caso dos setores culturais é estimular o credenciamento de fornecedores específicos deste setor. O cartão BNDES funciona como um cartão de crédito, e os clientes usam para comprar equipamentos etc. Já é pré-aprovado, há um limite que pode ser usado, a taxa de juros é pré-fixada e abaixo do preço de mercado. O esforço agora é de credenciar os fornecedores dos setores culturais. Já houve este esforço com o setor do audiovisual, depois vamos fazer com a música, de forma a levar esses produtos e atender esses setores culturais também. Resumidamente, o Procult passou a ter um orçamento de R$ 175 milhões até 2008 para o audiovisual, depois criaremos também um investimento para a música, que terá uma dotação suplementar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Mas ficará incluído no mesmo programa, no Procult?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LG – Sim, essa foi uma opção nossa, de não ficar criando vários nomes e projetos diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Há algumas semanas, na Agência Brasil, foi publicada uma entrevista com a Sra. sobre a ocasião da Feira da Música, quando seria lançado esse programa de financiamento para a música. Já tem alguma dotação orçamentária específica? Seria aproximadamente o equivalente à do audiovisual, como na notícia? Existe alguma previsão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LG – Não, nem foi anunciado nada na Feira da Música. Nós estávamos usando a Feira, o BNDES até patrocinou, para conhecer melhor esse setor, pois cada setor tem características diferentes. Por exemplo, a questão dos recebíveis do cinema: com a música não funciona da mesma forma, pois não há bilheteria, não há uma base de shows na parte amadora. Então, nós estamos conhecendo melhor o setor para criar o programa já com características que atendam as especificidades. Por isso, não temos uma data ou prazo, mas pretendemos fazer isso o mais rápido possível. Estamos em reuniões com o setor, porém ainda não temos uma dotação prevista. Eu suponho que seja talvez semelhante à do audiovisual, mas ainda não temos essa codificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Nesta primeira impressão, já passada a Feira, como vocês analisam esse setor? O que vocês acham mais fundamental: trabalhar com os produtores independentes, com os quais foi feita parceria na Feira da Música, ou são as grandes gravadoras com problemas financeiros que precisam de um aporte, ou o músico independente, que é o maior produtor musical hoje em dia no Brasil? Como vocês entendem que deve funcionar essa linha de financiamento? Qual é a primeira impressão de prioridade nesse setor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LG – Nós não temos uma prioridade e nem precisamos, porque o orçamento de desembolso total do Banco é de R$ 70 bilhões: não deixa um problema de carência de recursos que o BNDES poderia oferecer ao setor. Agora é estabelecer condições para os financiamentos que os clientes possam tomar como financiamento, sem problemas. Mas em termos de uma análise, como você perguntou, nós sabemos que o setor da música está passando por uma grande transformação por conta da queda da venda de CDs fixos, por causa das vendas digitais e da pirataria, fixa ou virtual. Então, percebemos que é um setor que está precisando se reinventar, descobrir novas formas de comercialização do seu conteúdo ou ações associadas, adicionar valor agregado aos produtos que estão sendo feitos. Antes só existia o CD, agora deve ter um leque de produtos associados àquilo. As grandes gravadoras seriam talvez um foco, pelo fato de elas terem, nesse momento, de redirecionar seu planejamento estratégico e, para isso, precisarem de recursos. Da mesma forma, existem as distribuidoras, que têm de se adaptar às distribuidoras digitais com as músicas, e elas precisam crescer e também precisariam de recursos. As distribuidoras fixas sofrem também com as mudanças do setor. Há também as fábricas de discos que trabalham com um paradigma anterior, e teríamos de ver como elas responderiam a isso. A única coisa que você mencionou com a qual não acreditamos que haverá possibilidade de trabalhar é em relação aos músicos, pois o projeto não tem tradição de trabalhar com uma pessoa fixa. Existem pouquíssimas exceções com catadores de papel, mas é uma ação mais social. O BNDES tipicamente trabalha com empresas. Então, o nosso objetivo é fortalecer as empresas do setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Vamos fazer um balanço da Feira. Vocês já desenvolveram, fecharam alguns negócios e anunciaram algumas coisas, como a questão da TV MPB ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LG – Isso não foi uma ação tão específica que fizemos na Feira, foi uma ação que chamamos de Venture Forum de negócios. É uma roda de negócios entre empresas e investidores, tipicamente investidores de capital de risco. Mas essa não é uma ação que o BNDES desenvolve regularmente, foi uma oportunidade da Feira da Música. Nós éramos os patrocinadores e gostaríamos de ter um contato maior com o setor. Até pelo BNDES não ter uma linha de financiamento para atender ao setor, gostaríamos de colocar as empresas em contato com os investidores que poderiam se interessar em capitalizar os negócios. Então, nós fizemos um trabalho inspirado nessas rodas de negócios, mas lá o foco é para as empresas de tecnologia. O objetivo deste trabalho foi trazer as empresas e dar algum tipo de assessoria a elas no seu plano estratégico, como negócios (os números da empresa, qual estratégia seguir para sua sobrevivência no novo paradigma, qual a necessidade de recursos para investimento, quanto ela precisaria captar e até onde ela consegue chegar com isso). Assim, dar toda uma assessoria para essas empresas terem condições de captar investidores, e também para o BNDES poder conhecer melhor as empresas, suas dificuldades e características, para formatar nossa linha de financiamento. Porém, só para ressaltar, essa foi uma ação muito interessante por essa empresa (TV MPB) e não só com gravadoras. Teve empresas de softwares, de ensino de música, redes de canais de MPB para a televisão, então não foram só gravadoras tipicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Saiu uma notícia nessa semana sobre o apoio do financiamento do BNDES à teledramartugia. Isso seria um diferencial aos produtores independentes, que poderiam financiar até 90% do projeto de novelas ou mini-séries. Como vai funcionar exatamente essa questão das novelas e mini-séries?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LG – Realmente, no final do ano passado, o BNDES aprovou um programa grande para a TV digital, que envolve a parte de infra-estrutura, fornecedores e conteúdo. Ainda não houve uma divulgação ampla, ainda está sendo divulgado pelo presidente Lula. Haverá o financiamento para o conteúdo, considerando-o uma obra audiovisual, como filmes para a TV, documentários, séries. O Procult, na verdade, já permitia o financiamento deste tipo de obra audiovisual, a diferença é a questão justamente da TV digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdo desenvolvido em parceria editorial com a Agência Carta Maior&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-1297154032843703119?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/1297154032843703119/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=1297154032843703119' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/1297154032843703119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/1297154032843703119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/02/bndes-vai-ajudar-reinventar-mercado.html' title='BNDES vai ajudar a reinventar mercado fonográfico  26/02'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-117147873756783443</id><published>2007-02-14T16:45:00.000-02:00</published><updated>2007-02-14T16:45:37.593-02:00</updated><title type='text'>Vem aí a TV MPB   14/02/07</title><content type='html'>Vem aí a TV MPB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja OnLine, 4ª feira, 14-02  07:19&lt;br /&gt;O Brasil pode ganhar em breve um canal musical, totalmente dedicado àMPB. O projeto, orçado em 7,5 milhões de reais, foi um dos trêspré-selecionados pelo BNDES durante a 1ª Feira Música Brasil,encerrada domingo em Recife. Apenas 12 grupos apresentaram projetos definanciamento durante o evento. Além da TV MPB, o banco selecionou umpedido de 2 milhões de reais da ST2, empresa especializada em músicainfantil e um de 2,5 milhões de reais dos estúdios Visom Digital paraum projeto de gravação de CDs de música erudita.&lt;a href="http://www.comum.com/freitas/zeze"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-117147873756783443?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/117147873756783443/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=117147873756783443' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117147873756783443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117147873756783443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/02/vem-a-tv-mpb-140207.html' title='Vem aí a TV MPB   14/02/07'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-117139745454701062</id><published>2007-02-13T18:10:00.000-02:00</published><updated>2007-02-13T18:11:21.340-02:00</updated><title type='text'>Feira Música Brasil termina com R$ 8,5 milhões em transações</title><content type='html'>Feira Música Brasil termina com R$ 8,5 milhões em transações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;a href="http://oglobo.globo.com/" target="_BLANK"&gt;O GLOBO ONLINE&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com patrocinadores de peso - como BNDES e Petrobrás - a Feira Música Brasil 2007 terminou superando a expectativa quanto ao volume comercializado. A expectativa era que as rodadas de negócios rendessem R$1,5 milhão, mas de acordo com Sebrae foram fechadas transações de R$8,5 milhões entre 18 empresas compradoras e 75 fornecedoras.A feira contou com 900 pessoas inscritas para conferências e negócios, mobilizou 250 músicos e 180 profissionais de imprensa, teve 36 conferencistas e necessitou de 500 profissionais de produção e apoio. A exposição onde ficaram os estandes de empresas participantes, recebeu 2.100 visitas por dia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-117139745454701062?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/117139745454701062/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=117139745454701062' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117139745454701062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117139745454701062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/02/feira-msica-brasil-termina-com-r-85.html' title='Feira Música Brasil termina com R$ 8,5 milhões em transações'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-117139737566232292</id><published>2007-02-13T18:09:00.000-02:00</published><updated>2007-02-13T18:09:35.690-02:00</updated><title type='text'>Feira Música Brasil, realizada em Recife, tem saldo positivo</title><content type='html'>Paulo, terça-feira, 13 de fevereiro de 2007&lt;br /&gt;Feira Música Brasil, realizada em Recife, tem saldo positivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evento, sem grandes gravadoras, deve gerar R$ 8 milhões em negociações&lt;br /&gt;ADRIANA FERREIRA SILVAENVIADA ESPECIAL A RECIFE Mesmo sem a presença de grandes gravadoras, como Sony-BMG, EMI, Warner e Universal, a Feira Música Brasil terminou com um saldo positivo, que surpreendeu tanto a organização quanto os selos independentes que participaram do evento. Segundo dados do Sebrae, há uma expectativa de que R$ 8 milhões em negócios tenham sido realizados durante a primeira edição do encontro, que ocorreu do dia 7 ao domingo passado, em Recife. Inspirada em feiras internacionais, como a francesa Midem, a FMB foi criada pela Associação Brasileira de Música Independente (ABMI), com patrocínio do Ministério da Cultura e do BNDES, para dar visibilidade e fomentar a indústria da música no Brasil. "Mostramos como os independentes têm representatividade no cenário fonográfico nacional. Nos sentimos mercado", avaliou Carlos de Andrade, presidente da ABMI. Sobre a ausência das "majors" e de gravadoras indies importantes, como a Trama, Andrade acredita que eles "pagaram para ver". "Infelizmente, talvez não acreditassem que esse organismo fosse capaz de fazer o que fez", afirmou. "Garanto que, no próximo ano, eles virão. Assim como garanto que teremos uma grande gravadora aqui. Uma ou mais." NegóciosO ministro da Cultura Gilberto Gil era um dos mais empenhados no projeto. Ele permaneceu os cinco dias na capital pernambucana e, além de participar de um show no marco zero da cidade, realizou duas conferências. Numa delas, disse que estava nascendo "uma nova forma de conceituar a música brasileira". "A feira mostra que as estratégias de promoção musical precisam ser revistas", disse Gil. As tais estratégias foram discutidas exaustivamente, ao lado de temas como distribuição digital, mercado independente e alternativas para driblar a queda nas vendas de discos, em palestras do Porto Musical. O evento ocorre desde 2005 em Recife e, neste ano, foi incorporado à FMB. Além das reuniões do Porto Musical e das rodadas de negociações, a FMB ainda teve shows e uma feira de produtos. As performances aconteceram em três palcos, com atrações internacionais pouco conhecidas, como os espanhóis La Kinky Beat e o argentino Axel Krygier, e muitos famosos. O "mainstream" da MPB esteve em peso em uma apresentação que comemorou o centenário do frevo, na última sexta, e atraiu 40 mil pessoas ao marco zero da cidade. Entre os intérpretes, estavam Gil, Maria Rita, Vanessa da Mata, Ney Matogrosso e Elba Ramalho. ConversasSe os contratos foram (ou serão) feitos a portas fechadas, as negociações ocorreram em meio à folia pré-Carnaval das ruas de Recife. Nas rodas de conversas, artistas, produtores e empresários discutiam parcerias e faziam avaliações da feira. "Para mim, como produtor, foi superlegal", disse Gutie, criador do festival pernambucano RecBeat. "Participei de seis rodadas de negociações com selos de vários países, que representam uma cena fonográfica muito interessante." A cantora Olivia Hime, proprietária do selo Biscoito Fino, também estava empolgada. "Vou a muitos eventos internacionais e conheço bem as dificuldades de fazer uma feira", disse. "Em três anos, eles estarão prontos para receber gente do mundo inteiro", acredita ela. Os temas das conferências, por outro lado, foram objeto de críticas. "Achei mais do mesmo", falou o produtor e DJ pernambucano Bruno Pedrosa. Para ele, que participou do Porto Musical em 2006, os temas foram repetitivos. "Houve muita discussão sobre o fim do CD, DVD que vai durar só mais dez anos, MP3 que tinha que ser pago. Tudo o que o mercado está cansado de saber. Eles deveriam fazer palestras que propusessem soluções", falou ele. "Não acho que os temas sejam repetitivos", contrapôs Gutie. "Novas tecnologias, esquemas de distribuição, o que fazer sobre a derrocada das gravadoras são assuntos palpitantes. Não vejo como fugir disso." No ano que vem, a FMB continua em Recife. Depois, deve passar a ser itinerante.&lt;br /&gt;A jornalista ADRIANA FERREIRA SILVA viajou a convite da FMB&lt;a href="http://www.comum.com/freitas/zeze"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-117139737566232292?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/117139737566232292/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=117139737566232292' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117139737566232292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117139737566232292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/02/feira-msica-brasil-realizada-em-recife.html' title='Feira Música Brasil, realizada em Recife, tem saldo positivo'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-117130520063087950</id><published>2007-02-12T16:32:00.000-02:00</published><updated>2007-02-12T16:33:20.656-02:00</updated><title type='text'>Música é maior força da Economia da Cultura no Brasil 9/02/07</title><content type='html'>A música brasileira é uma das maiores forças da música mundial e a maior força da Economia da Cultura no Brasil. A afirmação foi feita pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil, aos jornalistas presentes à coletiva de imprensa da ‘Feira Música Brasil’, ocorrida na tarde de quarta-feira (7), em Recife (PE). O ministro começou a coletiva dando um panorama geral do que representa a música brasileira no mercado fonográfico nacional e internacional. “Temos hoje um mercado interno fortíssimo, onde a música brasileira domina 80% do consumo, quando nos países latino-americanos esse percentual não passa de 5%”, explicou. Usando dados do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), o ministro explicou que a indústria fonográfica estabelecida no Brasil movimentou R$ 650 milhões em 2005 e exportou outros R$ 70 milhões em discos. A arrecadação de direitos autorais sobre execução pública foi de R$ 275 milhões em 2006. Mas, Gilberto Gil alertou que a esses números falta agregar os resultados das gravadoras brasileiras, que já conquistaram quase 40% do mercado, fato inédito na nossa história musical. Falta agregar ainda o montante gerado por direitos autorais em licenciamento em veiculação digital e, através de outras entidades arrecadadoras; falta agregar o montante gerado pelos shows, segmento fortíssimo sobre o qual pouco se sabe; falta agregar os números da indústria de instrumentos musicais, hoje fortemente exportadora; e falta agregar os números gerados pelos estúdios, pelas produtoras de audiovisual de música, pelos fabricantes de equipamentos e uma série de outras ramificações da complexa cadeia produtiva da música. O ministrou afirmou que é preciso conhecer essa cadeia produtiva para que se possa potencializar os seus resultados. E que, por isso, o Ministério da Cultura está contratando o estudo de toda a cadeia de valor da música, que deverá fornecer os subsídios necessários para formulação de mecanismos de fomento e ajudar o setor a trabalhar com planejamento estratégico. “Não basta contratar um estudo. É preciso que os profissionais e as empresas estejam conscientes da necessidade de se fazer conhecer e organizem seus números, passem a evidenciar seus resultados. É preciso que o setor esteja consciente do potencial de crescimento dentro e fora do País e trabalhe com planejamento e metas”, explicou o ministro. Mesmo com os altos números já citados do mercado fonográfico brasileiro, Gilberto Gil alertou que a música brasileira ainda encontra sérias dificuldades para veicular dentro do País. “A música brasileira encontra grande dificuldade para divulgar sua diversidade no rádio. O veículo, acessado por 62% da população, poderia ser o maior parceiro da música brasileira, mas continua arcaico na sua forma de programação ainda fechada à diversidade, mesmo num momento em que a tecnologia digital democratiza as possibilidades de acesso a conteúdos”. Ações previstas Gilberto Gil afirmou que a Feira Música Brasil é a ação que inaugura o Programa de Desenvolvimento da Cultura (Prodec), que tem o objetivo de apoiar a dimensão produtiva das atividades da cultura. Esse programa tem três eixos de ação: área de capacitações; área de formação; e área de promoção de negócios. A feira insere-se nesta última área. O Prodec contará com o orçamento de R$ 13 milhões em 2007. “A Feira Música Brasil é uma experiência piloto, cuja permanência depende, sobretudo, da ação dos profissionais da música brasileira, de suas empresas e de suas associações. O governo brasileiro está oferecendo o impulso inicial para que ela se firme”, afirma Gilberto Gil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regina XeylaASN &lt;a href="http://www.comum.com/freitas/zeze"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-117130520063087950?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/117130520063087950/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=117130520063087950' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117130520063087950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/117130520063087950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2007/02/msica-maior-fora-da-economia-da.html' title='Música é maior força da Economia da Cultura no Brasil 9/02/07'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-116152953058146492</id><published>2006-10-22T12:04:00.000-03:00</published><updated>2006-10-22T12:05:30.596-03:00</updated><title type='text'>Em pernambuco - ato na anatel nesse sábado 28/10/06</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Essa é uma história real. Uma história de uma comunidade do ConjuntoPalmeiras que na década de oitenta começou a organizar a sua própriavoz: a Rádio Santo Dias. Desde 1989, durante 12 anos, a rádiofuncionou em sistema de alto-falantes, com toda a programação feitapor comunicadores populares do bairro.A partir de 2001, a Santo Dias passou a operar como FM comunitária,sem concessão do governo. A rádio foi fechada pela Anatel e osequipamentos lacrados. Em 2004, mesmo com a rádio fechada há dezmeses, a Anatel invadiu a sede da Santos Dias e apreendeu todos osequipamentos. Apreendeu os equipamentos? Bem, para mim, isso pareceroubo. A Rádio não voltou a funcionar. A comunidade sente falta epergunta quando a rádio vai voltar para o ar. Isso aconteceu com a Rádio Santo Dias, a voz do Palmeiras. Maspoderia ter acontecido com a minha voz ou com a sua. Um país onde acomunicação é dominada por oitos famílias nunca vai ser democrático.Por menor que seja, qualquer mudança nas estruturas dessa sociedadepassa por uma mudança no sistema de comunicação que a gente tem. A quem a Anatel defende? Porque persegue as rádios que sãocomunitárias e as rádios "de políticos" continuam funcionando? Por queinvade violentamente as rádios comunitárias e "apreende" osequipamentos, numa interpretação equivocada da lei? Porque queremcalar a voz de tantas comunidades? Onde foram parar os artigos daconstituição que falam do direito a liberdade de expressão e queproíbe os monopólios dos meios de comunicação no país? Nesse sábado, a partir das 16h, ATO DE LACRAMENTO SIMBÓLICO DAANATEL pelos crimes cometidos contra a sociedade.Essa atividade faz parte da IV Semana Nacional Pela Democratizaçãoda Comunicação. Sua participação é muito importante! Endereço da Anatel: Av. Senador Virgílio Távora, n° 2500.Referência: Fica entre o Pão de Açúcar da Av. Antônio Sales e a OABda Pontes Vieira. Ônibus quem passam lá: Borges de melo e Campus do Pici Unifor &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Enviada por Thaís Aragão - Pernambuco&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-116152953058146492?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/116152953058146492/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=116152953058146492' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/116152953058146492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/116152953058146492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/10/em-pernambuco-ato-na-anatel-nesse.html' title='Em pernambuco - ato na anatel nesse sábado 28/10/06'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115740389435289310</id><published>2006-09-04T18:04:00.000-03:00</published><updated>2006-09-04T18:04:55.003-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;Manifesto de Hermano Vianna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o tenho d&amp;uacute;vida nenhuma: a novidade mais importante da cultura brasileirana &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada foi o aparecimento da voz direta da periferia falando altoem todos os lugares do pa&amp;iacute;s. A periferia se cansou de esperar a oportunidadeque nunca chegava, e que viria de fora, do centro. A periferia n&amp;atilde;o precisamais de intermedi&amp;aacute;rios (aqueles que sempre falavam em seu nome) paraestabelecer conex&amp;otilde;es com o resto do Brasil e com o resto do mundo. Antes, ospol&amp;iacute;ticos diziam: "vamos levar cultura para a favela." Agora &amp;eacute; diferente: afavela responde: "Qual&amp;eacute;, man&amp;eacute;! O que n&amp;atilde;o falta aqui &amp;eacute; cultura! Olha s&amp;oacute; o queo mundo tem a aprender com a gente!"De um lado, h&amp;aacute; milhares de grupos culturais, surgidos na periferia, que emseus trabalhos juntam - de formas totalmente originais, e diferentes a cadacaso - produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica e combate &amp;agrave; desigualdade social. Os exemplos daCUFA (Central &amp;Uacute;nica das Favelas), que produziu o document&amp;aacute;rio Falc&amp;atilde;o, e doAfro Reggae, que inventou projeto para dar aulas de cultura para policiais,s&amp;atilde;o apenas os mais conhecidos. Na maioria das periferias onde chego, emtodas as cidades brasileiras, mesmo bem longe das capitais, encontro gruposmuit&amp;iacute;ssimo bem organizados, com propostas de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural cada vez maissupreendentes. Para citar apenas mais alguns: a Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Casa Grande, deNova Olinda (regi&amp;atilde;o do Cariri, interior do Cear&amp;aacute;), com suas equipes de r&amp;aacute;dioe TV formadas por crian&amp;ccedil;as e adolescentes; a ONG Altofalante, do Alto Jos&amp;eacute;do Pinho, Recife, com suas li&amp;ccedil;&amp;otilde;es de r&amp;aacute;dio e hip hop; o Instituto Oy&amp;aacute;, deSalvador; a Companhia Bal&amp;eacute; de Rua, de Uberl&amp;acirc;ndia... H&amp;aacute; muito mais.Do outro lado, assistimos tamb&amp;eacute;m ao nascimento de ind&amp;uacute;strias deentretenimento popular que j&amp;aacute; produzem os maiores sucessos musicais das ruasde todo o pa&amp;iacute;s sem mais depender de grandes gravadoras e grandes m&amp;iacute;dias paraconstruir sua rede de difus&amp;atilde;o nacional. &amp;Eacute; o caso do funk carioca, do forr&amp;oacute;eletr&amp;ocirc;nico cearense (as banda t&amp;ecirc;m DVD, sugerindo o surgimento de umaind&amp;uacute;stria audiovisual que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; baseada em recursos captados pela LeiRouanet), do tecnobrega paraense, do arrocha baiano, do lambad&amp;atilde;o cuiabano,da tch&amp;ecirc; music ga&amp;uacute;cha. Todas essas m&amp;uacute;sicas s&amp;atilde;o produzidas na periferia para aperiferia, sem passar pelo centro. O centro apenas reclama da sua falta dequalidade musical, mas n&amp;atilde;o pode mais usar o argumento de que o povo est&amp;aacute;sendo enganado por uma ind&amp;uacute;stria cultural hegem&amp;ocirc;nica, j&amp;aacute; que a tal ind&amp;uacute;striacultural hegem&amp;ocirc;nica n&amp;atilde;o tem a menor id&amp;eacute;ia do que est&amp;aacute; se passando - e pareceter perdido totalmente o contato com o que realmente faz sucesso - naperiferia.O tecnobrega paraense, por exemplo, desenvolveu um novo modelo de neg&amp;oacute;ciosfonogr&amp;aacute;ficos que n&amp;atilde;o precisa mais de gravadoras para se desenvolver. Asm&amp;uacute;sicas saem direto dos computadores dos est&amp;uacute;dios perif&amp;eacute;ricos e v&amp;atilde;o pararnos camel&amp;ocirc;s e no circuito das festas de aparelhagem (que animam as noites defim de semana dos sub&amp;uacute;rbios de Bel&amp;eacute;m, com suas toneladas de equipamento desom e luz hoje com controle totalmente digital). Laptops gravam tudo o queestiver tocando e os dan&amp;ccedil;arinos podem comprar o CD - com tudo que acabaramdan&amp;ccedil;ar - na sa&amp;iacute;da da festa. O aparecimento de usos locais para as novastecnologias &amp;eacute; cada vez mais veloz.O pano de fundo para essa grande transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o das periferias n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenasbrasileiro, mas reflete uma tend&amp;ecirc;ncia global. A popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o urbana do mundohoje &amp;eacute; maior que toda a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do planeta em 1960. O n&amp;uacute;mero de habitantesdas grandes cidades cresceu vertiginosamente num per&amp;iacute;odo em que a economiada maioria desses centros urbanos estava (e continua a estar) estagnada, semgerar novos empregos. Mesmo assim a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as cidades n&amp;atilde;o parou, ehoje - pela primeira vez na hist&amp;oacute;ria da humanidade - h&amp;aacute; mais gente vivendoem cidades do que no campo. Calcula-se que mais de um bilh&amp;atilde;o de pessoasvivam atualmente em favelas de todos os pa&amp;iacute;ses (os "chawls" da &amp;Iacute;ndia, os"iskwaters" das Filipinas, os "baladis" do Cairo, as "colonias populares" doM&amp;eacute;xico, as "vilas" de Porto Alegre, os "aglomerados" de Belo Horizonte, eassim - quase infinitamente - por diante). Cerca de metade dessa popula&amp;ccedil;&amp;atilde;ofavelada tem menos de vinte anos. Quase todo mundo com trabalho informal.&amp;Eacute; muita gente, jovem. Governos e grande m&amp;iacute;dia n&amp;atilde;o sabem o que fazer diantedessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Muitas vezes n&amp;atilde;o sabem nem se comunicar com essa "outra"popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que passa a ser invis&amp;iacute;vel para as estat&amp;iacute;sticas oficiais, a n&amp;atilde;oser para anunciar cat&amp;aacute;strofes. Essa gente toda vai fazer o que com toda suaenergia juvenil? Produzir a cat&amp;aacute;strofe anunciada? &amp;Eacute; s&amp;oacute; isso que lhe restafazer? Sumir do mapa para n&amp;atilde;o causar mais problemas para os ricos? Em lugarde sumir, as periferias resistem - e falam cada vez mais alto, produzindomundos culturais paralelos (para o espanto daqueles que esperavam que dalis&amp;oacute; surgisse mais mis&amp;eacute;ria sem futuro), onde passa a viver a maioria dapopula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses, inclusive do Brasil.Esses mundos culturais perif&amp;eacute;ricos n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o homog&amp;ecirc;neos. O pessoal dos gruposculturais politizados (os que usam a cultura como arma contra as injusti&amp;ccedil;associais) geralmente tem horror aos produtos bregas das novas ind&amp;uacute;strias doentretenimento perif&amp;eacute;rico, considerado alienado, alienante e reprodutor dedesigualdades. As duas vis&amp;otilde;es de mundo parecem incompat&amp;iacute;veis,inconcili&amp;aacute;veis, mas acabam produzindo, nas mesmas favelas - mas cada uma aseu modo, as novidades mais vitais (e nisso n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um julgamento est&amp;eacute;tico -apesar de na minha opini&amp;atilde;o essas novidades muitas vezes serem maisinteressantes tamb&amp;eacute;m esteticamente) da cultura brasileira como um todo.A pr&amp;oacute;pria id&amp;eacute;ia de inclus&amp;atilde;o cultural tem que ser repensada - ou descartada -diante dessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Quando falamos de inclus&amp;atilde;o, partimos geralmente dasuposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o centro (inclu&amp;iacute;do) tem aquilo que falta &amp;agrave; periferia (queprecisa ser inclu&amp;iacute;da). &amp;Eacute; - repito - como se a periferia n&amp;atilde;o tivesse cultura.&amp;Eacute; como se a periferia fosse um dia ter (ou como se a periferia almejasseter, ou seria melhor que tivesse) aquilo que o centro j&amp;aacute; tem (e por issopode ensinar a periferia como chegar at&amp;eacute; l&amp;aacute;, para o bem da periferia). &amp;Eacute;como se as novidades culturais chegassem exclusivamente pelo centro, oufossem criadas no centro, e lentamente se espalhassem - &amp;agrave; custa de muitoesfor&amp;ccedil;o civilizador - em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; periferia. Nos exemplos acima vemos que aperiferia n&amp;atilde;o esperou que o centro apresentasse as novidades. Sem que ocentro nem notasse, inventou novas culturas (muitas vezes usando tecnologiade ponta) que podem muito bem vir a indicar caminhos para o futuro docentro, cada vez em p&amp;acirc;nico diante do crescimento incontrol&amp;aacute;vel da periferia.Quando viajo pelo Brasil, fora das zonas ricas e oficiais do eixo Rio-S&amp;atilde;oPaulo (mas muitas vezes a apenas poucos passos dos seus centros de poder),fico sempre com a seguinte impress&amp;atilde;o: o min&amp;uacute;sculo pa&amp;iacute;s cultural oficial,mesmo o retratado nos programas mais "populares" da m&amp;iacute;dia de massa, pareceuma pequena e claustrof&amp;oacute;bica espa&amp;ccedil;onave, em rota de fuga atrav&amp;eacute;s de buracosnegros, cada vez mais afastado do pa&amp;iacute;s real, da economia real, da cultura damaioria.Do lado de fora (na realidade em todo lugar), as periferias das cidadesinventam com velocidade impressionante novos circuitos culturais, e novassolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas - por mais prec&amp;aacute;rias ou informais que sejam - para darsustentabilidade para essas inven&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Presto aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial nos circuitosfestivos, que sempre atraem multid&amp;otilde;es todos os fins de semana. Hoje, quasetodas essas festas - conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia tamb&amp;eacute;m do descaso do poder p&amp;uacute;blico e dodesprezo dos bem-pensantes - proliferam na informalidade (quando n&amp;atilde;o s&amp;atilde;oliteralmente criminalizadas, como &amp;eacute; o caso dos bailes funk do Rio).De certa forma, essa economia art&amp;iacute;stica informal &amp;eacute; produto de uma inclus&amp;atilde;osocial conquistada na marra, quando a periferia deixa de se comportar comoperiferia, ou deixa de conhecer o "seu lugar", o lugar que o centro desejavaque para sempre ocupasse (o lugar daquele que sempre espera ser inclu&amp;iacute;do,que sempre acha que &amp;eacute; do centro que vir&amp;aacute; sua liberta&amp;ccedil;&amp;atilde;o). O Brasil vai terque se acostumar com essa "inclus&amp;atilde;o" for&amp;ccedil;ada, de baixo para cima, feitaassim aos trancos e barrancos. Enquanto isso o centro parece n&amp;atilde;o conseguirdeixar de lado esta nostalgia perversa de um pa&amp;iacute;s que "perdemos", quando ospobres e seus costumes "bregas" eram inaud&amp;iacute;veis, a n&amp;atilde;o ser num ou noutrolivro de Gilberto Freyre (e Jorge Amado, &amp;eacute; claro), ou num ou noutro filme deGlauber Rocha, ou numa noitada no Zicartola. O centro quer que a retirantenordestina ainda ande com vestido de chita, e n&amp;atilde;o com shortinho e top delycra, como manda o uniforme atual das periferias brasileiras...Como cantam os Racionais MCs, periferia &amp;eacute; periferia, em qualquer lugar. Essaletra &amp;eacute; mais verdadeira do que nunca. Cada vez mais, a periferia toma contade tudo. N&amp;atilde;o &amp;eacute; mais o centro que inclui a periferia. A periferia agorainclui o centro. E o centro, exclu&amp;iacute;do da festa, se transforma na periferiada periferia.O Central da Periferia quer colocar todas essas quest&amp;otilde;es em discuss&amp;atilde;o,trazendo essa realidade perif&amp;eacute;rica - e suas festas, e seus problemas - paraa TV (mesmo tendo a humildade de saber que a cultura da periferia n&amp;atilde;oprecisa mais da TV para sobreviver). O nome do programa j&amp;aacute; &amp;eacute; uma provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o,j&amp;aacute; abre o debate: hoje a fronteira entre o centro e a periferia - mesmo queo centro n&amp;atilde;o queira, e que invista no apartheid cultural, no aprofundamentodo abismo entre um lado e outro - rebola mais freneticamente que a eg&amp;uuml;inhapocot&amp;oacute; do funk do MC Serginho. E queremos que rebole ainda mais.O Central da Periferia n&amp;atilde;o vai descobrir nada, n&amp;atilde;o vai revelar nenhum novotalento desconhecido. A grande maioria das atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es musicais do programa &amp;eacute;formada por &amp;iacute;dolos de massa, j&amp;aacute; consagrados pelas multid&amp;otilde;es das periferias.Ou s&amp;atilde;o projetos sociais que j&amp;aacute; influenciam decisivamente a vida de suasfavelas, e contam com apoios internacionais. Mas que em sua maioria nuncaapareceram na TV em rede nacional.O Central da Periferia n&amp;atilde;o quer falar por esses &amp;iacute;dolos e projetosperif&amp;eacute;ricos, mas sim abrir espa&amp;ccedil;o para amplificar as m&amp;uacute;ltiplas vozes daperiferia, para que elas conversem finalmente com o Brasil inteiro. Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;oprecisa gostar de nada que o Central da Periferia vai mostrar. Voc&amp;ecirc; s&amp;oacute; n&amp;atilde;opode ignorar que isso tudo est&amp;aacute; acontecendo, e que essa &amp;eacute; a realidadecultural da maioria, em todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto do antrop&amp;oacute;logo Hermano Vianna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115740389435289310?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115740389435289310/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115740389435289310' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115740389435289310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115740389435289310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/09/manifesto-de-hermano-vianna-nlogo.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115723786095598113</id><published>2006-09-02T19:57:00.000-03:00</published><updated>2006-09-02T19:57:40.956-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;u&gt;&lt;font size=3&gt;A MAIS PODEROSA DAS FOR&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;font size=3&gt;&lt;u&gt;&amp;Ccedil;&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;font size=3&gt;&lt;u&gt;AS &lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=3&gt;Colegas do Brasil: &lt;br /&gt;&amp;Eacute; estranho que pessoas que vivem do nosso trabalho, que n&amp;atilde;o fazem o que fazemos, queiram nos ditar comportamento e nos ensinar como nossos assuntos devam ser encaminhados. &lt;br /&gt;Quem &amp;eacute; que fala em nome do governo brasileiro? Com que autoridade afirma: " Cach&amp;ecirc; n&amp;atilde;o vai rolar, pois o Minist&amp;eacute;rio n&amp;atilde;o estar&amp;aacute; fazendo um show para entretenimento... "   demonstrando n&amp;atilde;o saber a diferen&amp;ccedil;a entre arte e entretenimento? Que tem a ousadia de classificar obras de arte (os shows que sem d&amp;uacute;vida l&amp;aacute; acontecer&amp;atilde;o) como entretenimento? Quem &amp;eacute; que pretende se pronunciar em nome da arte e da pol&amp;iacute;tica p&amp;uacute;blica brasileira? Que n&amp;atilde;o sabe nem ao menos avaliar que tem em m&amp;atilde;os a mais poderosa das for&amp;ccedil;as que o pa&amp;iacute;s possui? A NOSSA M&amp;Uacute;SICA ? &lt;br /&gt;Como pode desautorizar publicamente os nossos ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira (que aceitam o nosso F&amp;oacute;rum como interlocutores) quando afirma que ...Al&amp;eacute;m disso a maneira de se registrar exige que o m&amp;uacute;sico tenha empres&amp;aacute;rio, gravadora, CD e DVD lan&amp;ccedil;ados, show pronto, etc... e que: ...O foco da Feira n&amp;atilde;o &amp;eacute; difus&amp;atilde;o, mas apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos para comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e um deles &amp;eacute; o show do artista... e que ele (artista) deve trabalhar de gra&amp;ccedil;a e como pr&amp;ecirc;mio de consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter&amp;aacute; possibilidade de propor ...sugest&amp;otilde;es de discuss&amp;atilde;o? E que diz entusiasmado: " ...vamos l&amp;aacute; galera que a hora &amp;eacute; essa... " &lt;br /&gt;E eu pergunto: HORA DE QUEM CARA P&amp;Aacute;LIDA? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se voc&amp;ecirc;s ainda n&amp;atilde;o descobriram quem &amp;eacute;, permita-me apresent&amp;aacute;-los colegas: Este &amp;eacute; o outro lado da mesa de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es da C&amp;acirc;mara Setorial. S&amp;atilde;o os senhores do mundo que fazem parte da cadeia produtiva e que foi colocada &amp;agrave; nossa frente pelo governo brasileiro para iniciarmos esse processo de discuss&amp;atilde;o e que buscam exclusivamente seus interesses, achando que aqueles que justificam sua exist&amp;ecirc;ncia est&amp;atilde;o a seu servi&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;Mas n&amp;atilde;o colegas, devemos confiar no colega/ministro Gil quando publicamente declarou: ... sou m&amp;uacute;sico e quero fazer com esse cargo algum benef&amp;iacute;cio para a minha categoria... (Funarte Rio de Janeiro, Outubro de 2004. Eu estava presente e ouvi.). Que sabe, assim como o governo brasileiro, atrav&amp;eacute;s dos nossos representantes do MINC, que n&amp;atilde;o se pratica mais a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica/comportamental. &lt;br /&gt;Que a democracia exige que atrav&amp;eacute;s dos di&amp;aacute;logos e negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre as partes, a forma horizontal de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es aconte&amp;ccedil;a. Que o sistema piramidal hier&amp;aacute;rquico n&amp;atilde;o se coaduna com a democracia. Devemos ouvir as bases, estreitar as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o poder, negociar, contemplar os desprotegidos, sem paternalismo, mas sim com o objetivo de corrigir as injusti&amp;ccedil;as praticadas onde o trabalho escravo &amp;eacute; uma delas. &lt;br /&gt;Entendo ser este o papel do Governo e ele sabe disso, quando entre outras coisas reuniu em Bras&amp;iacute;lia no final do ano de 2005 mais de 1000 delegados de cultura de todo o pa&amp;iacute;s para a formata&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas de cultura. &lt;br /&gt;E representando este nosso f&amp;oacute;rum musical eu tamb&amp;eacute;m estava l&amp;aacute;, com o D&amp;uacute; Oliveira, o Adriano Ara&amp;uacute;jo, o &amp;Aacute;lvaro Santi, o Tib&amp;eacute;rio Gaspar, o Cl&amp;aacute;udio Ribeiro, o Alex Mono, o Amaudson, o Manoel Neto e muitos outros. &lt;br /&gt;&amp;Eacute; nisso que acredito colegas do Brasil. &amp;Eacute; assim que conseguiremos alcan&amp;ccedil;ar nossos prop&amp;oacute;sitos n&amp;atilde;o permitindo que aconte&amp;ccedil;am os desvios tendenciosos. COM A NOSSA UNI&amp;Atilde;O.&lt;br /&gt;Abs &lt;br /&gt;Amilson Godoy &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;setembro de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115723786095598113?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115723786095598113/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115723786095598113' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115723786095598113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115723786095598113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/09/mais-poderosa-das-foro.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115723775894808059</id><published>2006-09-02T19:55:00.000-03:00</published><updated>2006-09-02T19:55:59.390-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;font size=3&gt;Feira M&amp;uacute;sica Brasil 2007 &lt;u&gt;POR UM PRATO DE COMIDA &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Colegas do Brasil: &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Por muito menos, h&amp;aacute; 25 anos, realizamos um projeto pol&amp;iacute;tico musical em S&amp;atilde;o Paulo, denominado VIRADA PAULISTA  M&amp;uacute;sica para todos os gostos, que acabou se tornando um marco na atividade cultural da cidade. &lt;br /&gt;Na ocasi&amp;atilde;o n&amp;atilde;o existiam ainda Leis de Incentivo &amp;agrave; Cultura e foram ap&amp;oacute;s os debates e reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste projeto, que as Leis de Incentivo come&amp;ccedil;aram a surgir. &lt;br /&gt;Os motivos que culminaram com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto Virada Paulista em 1981 (realizado no Teatro Lira Paulistana e em 1982 realizado no TUCA-Teatro da Universidade Cat&amp;oacute;lica), parecem que ainda est&amp;atilde;o sendo praticados e merecem a nossa reflex&amp;atilde;o, aos quais pe&amp;ccedil;o a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e leitura, sobre o que vou rapidamente neste momento expor. &lt;br /&gt;Em 1980 o Teatro particular de S&amp;atilde;o Paulo (Teatro Augusta) havia feito um projeto que se intitulava MARATONA MUSICAL que pretendia reunir em suas depend&amp;ecirc;ncias a nova m&amp;uacute;sica de S&amp;atilde;o Paulo e para tanto seus propriet&amp;aacute;rios haviam conseguido um patroc&amp;iacute;nio da prefeitura da cidade (verba direta). &lt;br /&gt;No momento de contratar os m&amp;uacute;sicos esse assunto veio &amp;agrave; tona, uma vez que n&amp;atilde;o haveria verba de cach&amp;ecirc; para os m&amp;uacute;sicos participantes, pois o patroc&amp;iacute;nio cobria apenas os gastos com a infra-estrutura, ou seja: Aluguel do Teatro, remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da intermedia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, custos operacionais e outros custos relacionados ao evento, por&amp;eacute;m n&amp;atilde;o existindo a previs&amp;atilde;o de pagamento aos m&amp;uacute;sicos participantes. &lt;br /&gt;Inconformado com essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o o colega e amigo Andr&amp;eacute; Geraissatti, na &amp;eacute;poca integrante do GRUPO D&amp;acute;ALMA que participaria desse evento, solicitou que eu comparecesse a uma reuni&amp;atilde;o nas depend&amp;ecirc;ncias do Teatro, que reuniria os m&amp;uacute;sicos e a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma vez que sendo eu Presidente da UBM - Uni&amp;atilde;o Brasileira dos M&amp;uacute;sicos  (na &amp;eacute;poca, est&amp;aacute;vamos envolvidos com um movimento semelhante a esse, do nosso F&amp;oacute;rum), deveria participar dessa reuni&amp;atilde;o e quem sabe, tomar alguma medida para alterar esse quadro. &lt;br /&gt;E assim fiz: Propus esquecer aquele Projeto e formatar um outro com trabalho coletivo e participativo, onde unidos, cooperativados e sem depender de ningu&amp;eacute;m, encontrar&amp;iacute;amos uma forma de realizar o projeto, pois o mais dif&amp;iacute;cil n&amp;oacute;s j&amp;aacute; &amp;eacute;ramos, ou seja: Os m&amp;uacute;sicos, a mat&amp;eacute;ria prima, o resto n&amp;oacute;s aprender&amp;iacute;amos. &lt;br /&gt;E assim foi feito, lutamos por Teatros, verbas, equipamentos e unidos, defendendo o princ&amp;iacute;pio de que o m&amp;uacute;sico precisa se organizar fora dos palcos e est&amp;uacute;dios para poder existir dentro deles, cada um se juntou num grupo e todos os grupos se juntaram para fazer a VIRADA PAULISTA. &lt;br /&gt;E neste momento, analisando o regulamento do projeto proposto pelo Minist&amp;eacute;rio da Cultura e intitulado Feira M&amp;uacute;sica do Brasil 2007, me recordo dessa &amp;eacute;poca e vejo a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se repetir, quando oferecem aos m&amp;uacute;sicos profissionais participantes, pelo seu trabalho art&amp;iacute;stico, presen&amp;ccedil;a e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical, um prato de comida como forma de pagamento. &lt;br /&gt;Devemos meditar se &amp;eacute; isso o que queremos e se &amp;eacute; por isso que estamos lutando. &lt;br /&gt;At&amp;eacute; poderia concordar com essa forma de retribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde que todos os envolvidos neste projeto tamb&amp;eacute;m se contentassem com a di&amp;aacute;ria de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o como &amp;uacute;nico pagamento. Que os promotores, captadores de recursos, gestores, organizadores, respons&amp;aacute;veis pelos estandes, sistemas de som, divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, palestras, imprensa, produtores, etc, TODOS repito: Todos os envolvidos neste projeto tamb&amp;eacute;m participassem desse evento por um prato de comida, a&amp;iacute; sim, os m&amp;uacute;sicos em um gesto de concess&amp;atilde;o e coleguismo, poderiam tamb&amp;eacute;m ser assim tratados. &lt;br /&gt;Lembro aqui palavras proferidas em Fortaleza, pelo nosso colega/ministro Gilberto Gil: ... &amp;eacute; o momento de se buscar novas formas de relacionamento para velhos costumes..., se assim n&amp;atilde;o for colegas, devemos rapidamente apressar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da VIRADA BRASILEIRA. &lt;br /&gt;Abs &lt;br /&gt;Amilson Godoy - SP &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;setembro de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115723775894808059?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115723775894808059/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115723775894808059' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115723775894808059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115723775894808059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/09/feira-mo-da-virada-brasileira.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115585264103987523</id><published>2006-08-17T19:10:00.000-03:00</published><updated>2006-08-17T19:10:41.093-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;font size=3&gt;AS PERGUNTAS QUE A MTV N&amp;Atilde;O RESPONDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A emissora musical opta pelo sil&amp;ecirc;ncio diante de estudo que identifica oligop&amp;oacute;lios da ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica por tr&amp;aacute;s da imagem moderna, alternativa e independente da programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;br /&gt;Por Pedro Alexandre Sanches&lt;br /&gt;No ambiente quase sempre conservador da televis&amp;atilde;o brasileira, a MTV forma um nicho de resist&amp;ecirc;ncia para a m&amp;uacute;sica jovem alternativa, independente, rebelde, certo? Mais ou menos, se se levarem em conta os argumentos levantados pela comunicadora ga&amp;uacute;cha Ana Paola de Oliveira, no estudo MTV Brasil: O Mercado Comercial da M&amp;uacute;sica Jovem, resultado de seu mestrado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS). A linha condutora do trabalho &amp;eacute; a demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de como, por detr&amp;aacute;s da imagem de contemporaneidade e apoio aos novos da rede musical de tev&amp;ecirc;, se esconde um alicerce que segue &amp;agrave; risca os ditames da ind&amp;uacute;stria cultural n&amp;atilde;o s&amp;oacute; brasileira, mas transnacional. Ela utiliza uma amostragem de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical coletada no ano passado nos programas de videoclipes e/ou paradas de sucessos Disk MTV, Central MTV e Top 20 Brasil. E verifica um predom&amp;iacute;nio da ordem de 90% de m&amp;uacute;sicas de artistas pertencentes a BMG, EMI, Sony, Universal e Warner, as cinco grandes gravadoras multinacionais instaladas no Brasil (e hoje reduzidas a quatro, pela fus&amp;atilde;o entre Sony e BMG). Confira a &amp;iacute;ntegra dessa reportagem na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa. Abaixo, as perguntas que a MTV n&amp;atilde;o quis responder:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1. A MTV reconhece como v&amp;aacute;lidos os resultados da pesquisa da disserta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ana Paola de Oliveira, que verifica por amostragem a forte predomin&amp;acirc;ncia das multinacionais em sua programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o? A estimativa dela &amp;eacute; de que "90% dos artistas exibidos com maior destaque est&amp;atilde;o vinculados &amp;agrave;s empresas transnacionais do disco". A MTV reconhece a pesquisa e a estimativa da autora? Se reconhece, por que &amp;eacute; assim? Se n&amp;atilde;o, como &amp;eacute; efetivamente distribu&amp;iacute;do o cen&amp;aacute;rio musical total do Brasil pela programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da TV? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A autora erra ao afirmar que 50% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;ees da MTV Brasil pertencem ao Grupo Abril e que os 50% restantes s&amp;atilde;o do grupo norte-americano Viacom? Como &amp;eacute;, de fato, essa divis&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 3. Seja por interm&amp;eacute;dio da Viacom ou de outras liga&amp;ccedil;&amp;otilde;es institucionais, a MTV participa de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es interligadas com multinacionais do disco, que justifiquem a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autora, de que pol&amp;iacute;ticas de alian&amp;ccedil;as entre grandes empresas trariam, no limite, quest&amp;otilde;es da m&amp;uacute;sica brasileira para o territ&amp;oacute;rio de "a&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre amigos"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Mesmo sendo crescente at&amp;eacute; mesmo em eventos centrais como o VMB, a MTV n&amp;atilde;o considera procedente essa avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica de que o universo independente tem na rede que supostamente o representa uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito menor do que sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva na sociedade brasileira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 5. O que a emissora diria sobre a conclus&amp;atilde;o de Ana Paola, de que "o discurso democr&amp;aacute;tico da MTV &amp;eacute; uma abstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois se trata de um canal comercial, e naquilo que &amp;eacute; sua ess&amp;ecirc;ncia determina padr&amp;otilde;es, limitando a difus&amp;atilde;o e o acesso &amp;agrave; diversidade cultural"? Essa cr&amp;iacute;tica de cunho s&amp;oacute;cio-cultural seria disparatada, ou teria algum fundamento? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Sobre a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autora de que "o p&amp;uacute;blico, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica musical, a ind&amp;uacute;stria e os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o criaram um v&amp;iacute;nculo, um grande n&amp;oacute;, que se configura numa depend&amp;ecirc;ncia hist&amp;oacute;rica, social e econ&amp;ocirc;mica", o que a MTV teria a dizer? A interdepend&amp;ecirc;ncia entre MTV, gravadoras, artistas consagrados e grande imprensa musical/televisiva &amp;eacute; algo saud&amp;aacute;vel, ou geraria tamb&amp;eacute;m em seu bojo efeitos negativos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Com a pr&amp;aacute;tica de se comprometer mais com o mercad&amp;atilde;o fonogr&amp;aacute;fico multinacional, a MTV Brasil colabora simbolicamente para que sejamos um dos pa&amp;iacute;ses l&amp;iacute;deres em desigualdade social no mundo? Esse dado n&amp;atilde;o contrasta com a imagem de modernidade da MTV? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. A que se deve a predomin&amp;acirc;ncia de Sony &amp; BMG, Universal, Warner e EMI na programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nas premia&amp;ccedil;&amp;otilde;es da MTV? 9. Na MTV, a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o departamento art&amp;iacute;stico ficam subordinados a acordos feitos pelo departamento comercial, como afirma a autora? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Por que, entre as independentes, a Deckdisc vem galgando posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es r&amp;aacute;pidas e mais pronunciadas que as de outras gravadoras independentes junto &amp;agrave; MTV? Ap&amp;oacute;io essa pergunta/afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o na constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o da presen&amp;ccedil;a constante e premiada da Deck no VMB, da presen&amp;ccedil;a de Rafael Ramos como produtor de um "MTV Especial" (o "Aborto El&amp;eacute;trico" do Capital Inicial) e assim por diante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. O "Ac&amp;uacute;stico MTV" dedicado &amp;agrave;s bandas ga&amp;uacute;chas (conterr&amp;acirc;neas, pois, da autora da tese) rompeu uma tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do formato, unindo num mesmo especial quatro grupos que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o veteranos, extremamente populares e/ou consolidados, e que tampouco possuem contrato com multinacionais. A que se deve essa postura diferenciada nesse caso? &amp;Eacute; uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou indica poss&amp;iacute;veis novos rumos para a MTV? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. O texto usa por vezes o termo "jab&amp;aacute;", embora n&amp;atilde;o ofere&amp;ccedil;a evid&amp;ecirc;ncias ou provas de que a MTV recorra a esse expediente. Por outro lado, trata o "jab&amp;aacute;" como "uma pr&amp;aacute;tica institucionalizada no in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo XXI, dentro da l&amp;oacute;gica capitalista, impondo conte&amp;uacute;dos midi&amp;aacute;ticos, relacionando esse processo aos oligop&amp;oacute;lios mundiais e &amp;agrave; circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos culturais". Como a MTV se posiciona diante dessas classes de conceito, tanto o "jab&amp;aacute;" quanto as "promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es institucionalizadas de marketing"? A MTV as pratica? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Tornando mais espec&amp;iacute;fica a pergunta anterior: na MTV h&amp;aacute; contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de espa&amp;ccedil;o editorial por conte&amp;uacute;do publicit&amp;aacute;rio? Em caso de resposta negativa, como a rede faz para evitar rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es prom&amp;iacute;scuas entre os dois setores? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Por fim, seria poss&amp;iacute;vel uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral da MTV sobre o trabalho acad&amp;ecirc;mico que ela motivou? &amp;Eacute; positivo ou negativo, para a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que sua exist&amp;ecirc;ncia e sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o motivem a reflex&amp;atilde;o e o estudo da academia?&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115585264103987523?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115585264103987523/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115585264103987523' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115585264103987523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115585264103987523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/08/as-perguntas-que-mtv-no-e-o-estudo-da.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115532618890051503</id><published>2006-08-11T16:55:00.000-03:00</published><updated>2006-08-11T16:56:28.916-03:00</updated><title type='text'>Portal da Música Brasileira é lançado em Fortaleza</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.sucessoemailing.com.br/emailing/noticias/noticicd3225.htm" target="_blank"&gt;Portal da Música Brasileira é lançado em Fortaleza &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucesso! - 11/8/2006- Por Thomaz Rafael&lt;br /&gt;Entrou no ar o &lt;a href="http://www.musicadobrasil.org.br/"&gt;www.musicadobrasil.org.br&lt;/a&gt;, portal desenvolvido pela Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), pela Associação Brasileira das Gravadoras Independentes (AGI) e pela Brasil, Música e Artes (BM&amp;A). O projeto conta com o apoio do Governo Federal, por meio das entidades Sebrae, Apex e MinC.. O lançamento acontece em Fortaleza, durante a V Feira da Música, que deve reunir toda a cadeia produtiva da música independente do País. A Feira contará com a presença do Ministro da Cultura, Gilberto Gil, e do Presidente da ABMI, Carlos de Andrade. Música do Brasil é um projeto que tem como principal objetivo o desenvolvimento setorial da produção musical brasileira. O portal irá fortalecer as ligações entre a produção musical brasileira e o mercado internacional, dando visibilidade àqueles que produzem música brasileira e facilitando o acesso destes produtores às empresas estrangeiras potencialmente interessadas em seus produtos e vice-e-versa. O portal pretende ainda abastecer de informações o produtor musical brasileiro, tornando-o mais competitivo e preparado para atuar no mercado interno e externo. O banco de dados do site reunirá informações sobre o mercado brasileiro e internacional com o cadastro de produtores, gravadoras, editoras, músicos, estúdios e profissionais do setor. Haverá também informações sobre legislação, tributos e estudos de mercados estrangeiros (argentino, japonês, espanhol, francês e alemão). Destaque ainda para o manual do exportador, agenda de shows de artistas brasileiros no exterior, links para instituições relacionadas à música em todo o mundo e eventos como feiras, festivais e premiações nacionais e estrangeiras. Durante a V Feira da Música em Fortaleza, o portal Música do Brasil entrará no ar com textos em português, direcionado ao mercado nacional. A versão traduzida para o inglês será lançada durante a Popkomm, feira internacional que acontecerá em Berlim, na Alemanha, de 19 a 22 de setembro. Na oportunidade, o portal &lt;a href="http://www.musicfrombrazil.com/"&gt;www.musicfrombrazil.com&lt;/a&gt; será apresentado com conteúdo destinado à pesquisa de estrangeiros sobre nosso mercado. A atualização dos portais ficará a cargo da ABMI e a idéia é que os próprios músicos, gravadoras, produtoras e profissionais possam incluir e atualizar seus dados, da mesma forma que acontece em outros sites de banco de dados, como o wikipedia, por exemplo.&lt;br /&gt; __._,_.___&lt;br /&gt;Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.ard.yahoo.com/SIG=12fn5737u/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137113288:HM/Y=BR/EXP=1155330053/A=3820918/R=0/SIG=12ugndfmr/*http://assineabril.com/hotsite/index.jsp?parceiro=yahoo&amp;codCampanha=1J5F&amp;amp;origem=yahoobanlrec"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.ard.yahoo.com/SIG=12fn5737u/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137113288:HM/Y=BR/EXP=1155330053/A=3820918/R=1/SIG=12ugndfmr/*http://assineabril.com/hotsite/index.jsp?parceiro=yahoo&amp;codCampanha=1J5F&amp;amp;origem=yahoobanlrec"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mais:      &lt;a style="COLOR: #ffffff; TEXT-DECORATION: underline" href="http://br.ard.yahoo.com/SIG=12fn5737u/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137113288:HM/Y=BR/EXP=1155330053/A=3820918/R=2/SIG=12ugndfmr/*http://assineabril.com/hotsite/index.jsp?parceiro=yahoo&amp;codCampanha=1J5F&amp;amp;origem=yahoobanlrec"&gt;Veja&lt;/a&gt;       &lt;a style="COLOR: #ffffff; TEXT-DECORATION: underline" href="http://br.ard.yahoo.com/SIG=12fn5737u/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137113288:HM/Y=BR/EXP=1155330053/A=3820918/R=3/SIG=12ugndfmr/*http://assineabril.com/hotsite/index.jsp?parceiro=yahoo&amp;codCampanha=1J5F&amp;amp;origem=yahoobanlrec"&gt;Exame&lt;/a&gt;       &lt;a style="COLOR: #ffffff; TEXT-DECORATION: underline" href="http://br.ard.yahoo.com/SIG=12fn5737u/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137113288:HM/Y=BR/EXP=1155330053/A=3820918/R=4/SIG=12ugndfmr/*http://assineabril.com/hotsite/index.jsp?parceiro=yahoo&amp;codCampanha=1J5F&amp;amp;origem=yahoobanlrec"&gt;Claudia&lt;/a&gt;       &lt;a style="COLOR: #ffffff; TEXT-DECORATION: underline" href="http://br.ard.yahoo.com/SIG=12fn5737u/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137113288:HM/Y=BR/EXP=1155330053/A=3820918/R=5/SIG=12ugndfmr/*http://assineabril.com/hotsite/index.jsp?parceiro=yahoo&amp;codCampanha=1J5F&amp;amp;origem=yahoobanlrec"&gt;Info&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Links do Yahoo! Grupos&lt;br /&gt;Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/forumsp/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/forumsp/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Para sair deste grupo, envie um e-mail para:&lt;a href="mailto:forumsp-unsubscribe@yahoogrupos.com.br?subject=Unsubscribe"&gt;forumsp-unsubscribe@yahoogrupos.com.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;O uso que você faz do Yahoo! 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Música do Brasil é um projeto que tem como principal objetivo o desenvolvimento setorial da produção musical brasileira. O portal irá fortalecer as ligações entre a produção musical brasileira e o mercado internacional, dando visibilidade àqueles que produzem música brasileira e facilitando o acesso destes produtores às empresas estrangeiras potencialmente interessadas em seus produtos e vice-e-versa. O portal pretende ainda abastecer de informações o produtor musical brasileiro, tornando-o mais competitivo e preparado para atuar no mercado interno e externo. O banco de dados do site reunirá informações sobre o mercado brasileiro e internacional com o cadastro de produtores, gravadoras, editoras, músicos, estúdios e profissionais do setor. Haverá também informações sobre legislação, tributos e estudos de mercados estrangeiros (argentino, japonês, espanhol, francês e alemão). Destaque ainda para o manual do exportador, agenda de shows de artistas brasileiros no exterior, links para instituições relacionadas à música em todo o mundo e eventos como feiras, festivais e premiações nacionais e estrangeiras. Durante a V Feira da Música em Fortaleza, o portal Música do Brasil entrará no ar com textos em português, direcionado ao mercado nacional. A versão traduzida para o inglês será lançada durante a Popkomm, feira internacional que acontecerá em Berlim, na Alemanha, de 19 a 22 de setembro. Na oportunidade, o portal &lt;a href="http://www.musicfrombrazil.com/"&gt;www.musicfrombrazil.com&lt;/a&gt; será apresentado com conteúdo destinado à pesquisa de estrangeiros sobre nosso mercado. A atualização dos portais ficará a cargo da ABMI e a idéia é que os próprios músicos, gravadoras, produtoras e profissionais possam incluir e atualizar seus dados, da mesma forma que acontece em outros sites de banco de dados, como o wikipedia, por exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115532618890051503?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115532618890051503/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115532618890051503' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115532618890051503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115532618890051503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/08/portal-da-msica-brasileira-lanado-em.html' title='Portal da Música Brasileira é lançado em Fortaleza'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115463322624058261</id><published>2006-08-03T16:26:00.000-03:00</published><updated>2006-08-03T16:27:06.250-03:00</updated><title type='text'>Músico defende maior envolvimento do governo no combate ao jabá</title><content type='html'>Terra - 3/8/2006- Por Agência Brasil - Redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O músico Marcelo Yuka defendeu hoje a participação de outros ministérios, juntamente com o da Cultura, no combate ao chamado jabá (execução de música em rádio mediante pagamento). Segundo ele, apesar de o Ministério da Cultura "não estar presente" no combate a essa prática, "pelo menos já está começando a discutir com a gente". "O ministro da Cultura (Gilberto Gil) é músico. Em algum momento, uma gravadora pagou para que ele tocasse nas rádios. Ele sabe muito bem o desgaste que o jabá produz na cultura nacional. Agora precisamos atrair outros ministérios. Nesse momento, várias concessões estão sendo negociadas", disse Yuka, ex-baterista e compositor da banda O Rappa e atualmente no F.UR.T.O., sigla para Frente Urbana de Trabalhos Organizados. A avaliação foi feita durante audiência pública na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro sobre a criminalização do jabá. O projeto de lei estadual é de autoria dos deputados Gilberto Palmares e Carlos Minc, ambos do PT. Segundo os parlamentares, a proposta é complementar ao projeto do deputado federal Fernando Ferro (PT-PE), que também pretende punir rádios que se utilizem desse recurso. A presidente da associação Jabasta, Bia Grabois, disse que é preciso conscientizar os cidadãos contra o jabá. "Rádios e TVs são concessões públicas, não podem cobrar para tocar músicas. Isso prejudica não só o artista, mas todo o país, que fica com a sua cultura subordinada a interesses econômicos, a quem pode pagar", justificou. Ela afirmou que as rádios utilizam várias formas para disfarçar a cobrança. "Algumas têm tabela, outras trocam execuções pela bilheteria de vários shows do músico e ainda disfarçam o recebimento do dinheiro dizendo que é uma campanha de marketing com a gravadora". Segundo o músico Lobão, o jabá sempre existiu, mas foi consolidado nos anos 80. "Até essa época ainda havia execuções espontâneas e esporádicas. A partir do governo do ex-presidente José Sarney, quando se doaram muitas concessões, tudo mudou. Hoje, 99% do que toca nas rádios, com exceção das culturais e comunitárias, é pago. Só escapam alguns ritmos que vêm da internet e funks, que entram pela janela por serem muito populares". O representante do Ministério da Cultura, Adair Rocha, rebateu as críticas de omissão. "O que ele (Gilberto Gil) está querendo propor é a discussão, saber o que significa exatamente isso (jabá), como funciona na sociedade, para estabelecer políticas". Pressionado a se posicionar sobre a prática, Rocha disse que o ministério é contra, mas frisou a necessidade de uma boa definição do que é jabá ou não.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115463322624058261?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115463322624058261/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115463322624058261' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115463322624058261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115463322624058261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/08/msico-defende-maior-envolvimento-do.html' title='Músico defende maior envolvimento do governo no combate ao jabá'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115421221894446405</id><published>2006-07-29T19:29:00.000-03:00</published><updated>2006-07-29T19:30:18.956-03:00</updated><title type='text'>Sebrae apóia músicos alagoanos na produção de CD</title><content type='html'>O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) está apoiando a criação de uma coletânea em CD de músicos alagoanos, que será distribuído em Berlim/Alemanha, durante a 18ª edição da Popkomm, uma das três maiores feiras de música do mundo, que ocorre entre os dias 20 e 22 de setembro. O CD composto por 40 faixas sairá acompanhado de um catálogo português/inglês, no qual deve conter as letras e breve biografia do músico. A iniciativa faz parte das ações de exportação da atividade musical brasileira para Alemanha, cujo objetivo é intensificar as relações entre os dois países e reforçar a imagem do Brasil no exterior. Para Jacqueliny Martins, gestora do Arranjo Produtivo Local Cultura em Jaraguá (APL), a idéia de organizar um CD é pertinente, tendo em vista que, os músicos e compositores alagoanos não estarão na Popkomm. “Assim, mesmo não estando presentes, eles terão seus trabalhos divulgados e podem conseguir fechar alguns contratos de venda e apresentações naquele ou em outro país”, revela Jacqueliny. O trabalho dos músicos será levado e apresentado em Berlim pela produtora cultural Susie Cysneiros, indicada pelo APL Cultura em Jaraguá e pelo Fórum da Música de Alagoas, que será capacitada durante o Festival de Música do Ceará, em negociação, divulgação e comportamento empresarial com foco no mercado internacional. O Sebrae Nacional, em parceria com o Ministério da Cultura e outras instituições, também está apoiando a edição de um CD com músicas de artistas brasileiros selecionados por meio do edital público que convocou 19 músicos para realizar shows nas noites do Popkomm, dos quais dois são alagoanos. Serão feitas 80 mil cópias deste CD, que acompanha um catálogo setorial com um panorama da música brasileira. A Popkomm vai fortalecer os produtos e serviços dos artistas alagoanos no mercado externo e ajudará a alavancar divisas para o setor. Outras informações pelo e-mail &lt;a href="mailto:jacqueliny@al.sebrae.com.br"&gt;jacqueliny@al.sebrae.com.br&lt;/a&gt; ou telefone (82) 3216-1673. (Ascom Sebrae-AL)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://gazetaweb.globo.com/Canais/Noticias/Noticias.php?n=115594"&gt;http://gazetaweb.globo.com/Canais/Noticias/Noticias.php?n=115594&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115421221894446405?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115421221894446405/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115421221894446405' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115421221894446405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115421221894446405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/07/sebrae-apia-msicos-alagoanos-na-produo.html' title='Sebrae apóia músicos alagoanos na produção de CD'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115369541774958864</id><published>2006-07-23T19:56:00.000-03:00</published><updated>2006-07-23T19:58:11.830-03:00</updated><title type='text'>A polêmica do jabá  20/07/2006</title><content type='html'>O termo é bem conhecido de quem trabalha na área da música no Brasil. “Jabá”, na realidade, é um diminutivo carinhoso da palavra “jabaculê”, que significa “gorjeta”, dinheiro. O emprego do apelido se justifica: é possivelmente uma forma de retirar o peso da ação, através da qual radialistas, programadores e/ou diretores de emissoras recebem dinheiro ou favores para privilegiar a execução de determinadas músicas.Diga-se de passagem, o jabá não é privilégio brasileiro. E certamente nem é um fenômeno contemporâneo. No clássico “ilusões perdidas”, do romancista francês Balzac, o jovem provinciano Luciano de Rubempré, ao chegar em Paris, se espanta com os caminhos que descobre ser necessário percorrer para ser um poeta e escritor de sucesso, bem como com a engrenagem que fabricava os grandes artistas do teatro - que incluía, já no século XIX, os favores concedidos pelos artistas aos críticos para que falassem bem de seus espetáculos e suas performances.Com o tempo, a engrenagem foi se sofisticando e encarecendo, mas ainda espanta quem entra desavisado no meio musical, fonográfico e radiofônicoO jabá, que atualmente começa a mudar de forma, tem sido amplamente discutido por músicos, mas ainda tem pouca ressonância na mídia e na sociedade em geral, que não se dá conta do processo do qual é vítima inconsciente. Sim, porque o grande problema que o jabá encerra é que ele é duplamente perverso e nefasto.Perverso com o artista porque exclui do mercado grandes talentos da música nacional pelo simples fato de não pertencerem a grandes gravadoras ou não terem poder econômico para brigar por espaços em rádios dominadas pelo esquema do jabá.Mas o jabá tem ainda uma outra conseqüência, desastrosa para a cultura nacional: além de bloquear o acesso do artista ao seu público, ele tira do brasileiro a possibilidade de ter acesso à enorme e variada riqueza musical brasileira, impondo estéticas, massificando a programação, e em última instância, forjando um padrão único de gosto musical. Padrão esse, naturalmente, que obedece a critérios comerciais e que nada tem a ver com a criatividade brasileira, com nossa diversidade, nossa riqueza regional, nosso reconhecido e admirado talento musical . E simplesmente coloca a continuidade da difusão da cultura musical brasileira nas mãos dos departamentos de marketing das grandes gravadoras e rádios.Para as grandes gravadoras, o pagamento do jabá - ou como querem alguns, mais recentemente, “investimentos em verbas publicitárias” - assume efetivamente a forma de investimento. E com retorno certo. Afinal, não apenas ela está divulgando seu artista e se beneficiando com o aumento das vendas de CDs que essa divulgação proporciona, mas também ela própria é beneficiária de um percentual nada desprezível de “direitos conexos”. Para quem não sabe, o pagamento de direito autoral devido por todos aqueles que usufruem de uma música divide-se em direito autoral propriamente dito (referente aos autores e suas editoras) e direitos conexos (referente à gravadora, ao intérprete e aos músicos). Para os cofres da gravadora, portanto, migram 41,7% da arrecadação de direito conexo da obra, justificando ainda mais o investimento realizado sob a forma do jabá.Embora alguns representantes de grandes gravadoras insistam em negar a existência do jabá, hoje em dia não há como questionar ou relativizar a questão. Algumas entrevistas marcantes colocaram sobre a mesa valores e formas, idéias e perspectivas. Há um tempo atrás, em polêmica entrevista à Folha de São Paulo, um dos homens mais poderosos da indústria fonográfica das décadas de 60, 70 e 80, André Midani, hoje trabalhando em outros projetos, afirmava textualmente: “O jabá existe” . Em sua entrevista, o executivo com importantes passagens pela Odeon (atual EMI), Philips (atual Universal), e fundador da filial brasileira da Warner, afirma que jabá é suborno, defende sua criminalização e vai mais além. Explica-nos paulatinamente todo o processo que levou à adoção dessa prática e de sua permanência até os dias de hoje, citando nominalmente alguns exemplos.Mais recentemente, foi a vez do dono de uma importante emissora de rádio, a Jovem Pan, abrir o verbo em entrevista à Playboy. Tutinha, como é conhecido, fala sem rodeios sobre a fórmula para se fabricar sucessos e os recursos utilizados (para além do pagamento em dinheiro) . Admite que ganhou 1 milhão de dólares para lançar a cantora colombiana Shakira no Brasil e afirma ter conhecido vários países, viajado, assistido shows e participado de jantares e festas (com nomes como Michael Jackson, Julio Iglesias e outros) às custas das gravadoras interessadas em lançar seus artista internacionaisAdiante na entrevista, ele revela as mudanças recentes na forma do jabá: “Se você tem um produto novo, você paga pra lançar. Era isso o que eu fazia. Eu tocava, mas queria alguma coisa. Promoção, dinheiro. Ah, bota aí 100 mil reais de anúncio na rádio. Me dá um carro pra sortear para o ouvinte. Mas hoje não tem mais isso. As gravadoras não têm mais dinheiro. O que pode existir é o empresário fazer acordo. Ah, toca aí meu artista e eu te dou três shows. Ou uma porcentagem da venda dos discos ... Recebo 30 artistas novos por dia na rádio. Seleciono dez, vou à gravadora e, para aquela que me dá alguma vantagem, eu dou preferência".Diante de quadro tão objetivamente relatado por pessoas de dentro do meio, não nos cabe naturalmente levantar dúvidas, mas sim pensar em soluções.Desde maio de 2003, tramita na Câmara o projeto de lei do deputado Federal Fernando Ferro, que criminaliza o jabá. O PL, já aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, encontra-se agora na CCJC com parecer favorável e estava em pauta para votação na última reunião da Comissão antes do recesso parlamentar de julho. A esperança é que uma vez terminado o recesso, ele possa ser votado ainda antes das eleições, nos poucos dias de trabalho do Poder Legislativo no período eleitoral.A proposta, pra lá de justa, remete a uma dúvida: supondo que o projeto de lei seja aprovado e o jabá legalmente criminalizado, quais os mecanismos que o governo e a sociedade teriam a seu dispor para definitivamente extirpar esse câncer da cultura musical brasileira?Dos Estados Unidos, onde a prática foi criminalizada há quase 40 anos, dois recentes casos acendem uma esperança.No final de 2004, começou extensa investigação sobre a prática do jabá (Payola) e foram notificados judicialmente executivos e diretores das quatro grandes gravadoras (Sony/BMG, Universal Music Group, Warner Music Group e EMI Group), requisitando cópias de contratos, e-mails, notas de pagamentos e correspondência em geral relativos ao relacionamento das empresas com promotores independentes de música, incumbidos de sugerir novas músicas às emissoras de rádio. Para encerrar a minuciosa investigação que vinha sendo conduzida pelo procurador-geral do Estado de Nova York , a Sony concordou em pagar uma multa no valor de 10 milhões de dólares. Mais recentemente, foi a vez da gravadora EMI, que fechou em junho um acordo extra-judicial comprometendo-se a pagar US$ 3,75 milhões e revisar suas táticas promocionais. “Quando uma companhia fonográfica emprega um elaborado plano para comprar tempo de execução para seus artistas, viola a lei estadual e federal e oferece aos consumidores uma imagem distorcida da música supostamente melhor e mais popular", destacou então o promotor norte-americano Eliot Spitzer. O dinheiro que a empresa pagará será distribuído entre entidades com fins não lucrativos que se dediquem à promoção e à educação musical.O precedente é importante e precisa ser levado em conta, sobretudo se o projeto de lei for definitivamente aprovado.Outros caminhos ainda podem ser tentados: na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, foi formalizada recentemente uma sub comissão para tratar da outorga e renovação das concessões de rádios e TVs. Trata-se naturalmente de um momento que pode e deve ser aproveitado para levar para o âmbito dessa comissão a discussão sobre tão nefasta prática, que ao contrariar os princípios da Constituição Federal no que diz respeito à função dos meios de comunicação, deve ser levada em conta como critério para renovações e outorgas.A questão é complexa, e as soluções, difíceis. Seja por uma via legal - com a tipificação do crime - , seja por uma via de conscientização da sociedade, seja por um processo que possa premiar os veículos comprometidos com a diversidade, o fato incontestável é a necessidade urgente de se criar mecanismos que permitam ao público ter acesso à enorme produção musical brasileira. Apenas assim poderemos garantir a sobrevivência da própria cultura musical do país, com tudo que isso representa e significa em termos econômicos, culturais e de imagem. É fundamental encarar de frente o problema, e mais do que nunca, colocá-lo no centro das discussões e levá-lo para debate pela sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristina Saraiva é compositora, produtora fonográfica e membro do Núcleo Independente de Músicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115369541774958864?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115369541774958864/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115369541774958864' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115369541774958864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115369541774958864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/07/polmica-do-jab-20072006.html' title='A polêmica do jabá  20/07/2006'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115213518514437321</id><published>2006-07-05T18:33:00.000-03:00</published><updated>2006-07-05T18:33:05.150-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;font size=3&gt;M&amp;uacute;sicos pedem libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de shows na campanha eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cord&amp;atilde;o dos desafinadosM&amp;uacute;sicos pedem libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de shows na campanha eleitoralA proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de showm&amp;iacute;cios na campanha eleitoral deste ano fez com que 16 supostos m&amp;uacute;sicos da capital federal, inscritos na OMB - Ordem dos M&amp;uacute;sicos do Brasil, se unissem em uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra a medida que, segundo eles, reduz as possibilidades de trabalho da categoria nesse per&amp;iacute;odo. O grupo entrou com Mandado de Seguran&amp;ccedil;a, com pedido de liminar, no Tribunal Superior Eleitoral, nesta ter&amp;ccedil;a-feira (4/7).Os reclamantes afirmam que a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o introduzida pela minirreforma eleitoral colide com a Lei 3.857/60, que lhes assegura o "livre exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sico em todo o territ&amp;oacute;rio nacional". Afirmam ainda que "a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de shom&amp;iacute;cios e eventos assemelhados (...) longe de ser uma singela restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da propaganda eleitoral, consubstancia-se em inconceb&amp;iacute;vel restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio de profiss&amp;atilde;o".Sustentam que a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos showm&amp;iacute;cios tamb&amp;eacute;m entraria em confronto com o que disp&amp;otilde;e a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, ao assegurar, no artigo 5&amp;ordm;, o livre exerc&amp;iacute;cio de qualquer trabalho, of&amp;iacute;cio ou profiss&amp;atilde;o.Acrescentam que a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de artistas nas campanhas eleitorais n&amp;atilde;o contribuiria para o barateamento das mesmas. De acordo com os autores da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, "se n&amp;atilde;o h&amp;aacute; teto legal para os gastos nas campanhas eleitorais de 2006 e se s&amp;atilde;o os pr&amp;oacute;prios partidos pol&amp;iacute;ticos que ir&amp;atilde;o definir o quanto v&amp;atilde;o gastar em suas campanhas, n&amp;atilde;o faz sentido algum manter a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de shows e apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es art&amp;iacute;sticas".Os pedidosNo pedido de liminar, requerem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para prestarem seus servi&amp;ccedil;os profissionais aos candidatos, partidos pol&amp;iacute;ticos e coliga&amp;ccedil;&amp;otilde;es durante o per&amp;iacute;odo de propaganda eleitoral referente &amp;agrave;s elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 2006, quer seja na forma de shows musicais, quer seja na forma de apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es individuais em com&amp;iacute;cios e reuni&amp;otilde;es eleitorais.No m&amp;eacute;rito, pedem o reconhecimento da invalidade da altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o inserida pela Lei 11.300/06, autorizando os m&amp;uacute;sicos a trabalharem em com&amp;iacute;cios e reuni&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas durante o per&amp;iacute;odo eleitoral.A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi distribu&amp;iacute;da ao ministro Caputo Bastos. Mas devido ao per&amp;iacute;odo de recesso do Tribunal e por conter pedido de liminar, a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser analisada pelo ministro Marco Aur&amp;eacute;lio, presidente da Corte, que responde pelo plant&amp;atilde;o.Os fabricantes de camisetas, brindes, outdoors e outros adere&amp;ccedil;os proibidos na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o eleitoral aguardam pressurosos a decis&amp;atilde;o do TSE.MS 3.454Revista Consultor Jur&amp;iacute;dico, 5 de julho de 2006 &lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115213518514437321?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115213518514437321/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115213518514437321' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115213518514437321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115213518514437321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/07/mdico-5-de-julho-de-2006.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115213360490200901</id><published>2006-07-05T18:06:00.000-03:00</published><updated>2006-07-05T18:06:44.903-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;Manobra de Lula salva 225 r&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;aacute;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;dios e TVs do fechamento &lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=2&gt;Folha de S. Paulo - 5/7/2006- Por Elvira Lobato &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#808080" size=2&gt;(Rio) - Em ato in&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;dito, o presidente Luiz In&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;cio Lula da Silva pediu ao Congresso a devolu&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o de 225 processos de renova&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o de concess&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es de r&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;dio e televis&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o, amea&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ados de rejei&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o pela Comiss&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o de Ci&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ncia e Tecnologia da C&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;acirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;mara dos Deputados. A medida impediu o fechamento de emissoras de pol&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ticos que est&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o com concess&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es vencidas, algumas h&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;mais de 15 anos, e que continuam funcionando. O governo agiu a pedido do deputado Jader Barbalho (PMDB-PA), que tem duas r&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;dios e uma TV nesta situa&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o, e que se viu amea&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ado de perder as emissoras. Ele procurou o ministro das Comunica&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es, H&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;lio Costa, tamb&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;m do PMDB, que mandou um of&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;cio &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;agrave; &lt;font color="#808080" size=2&gt;C&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;acirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;mara pedindo os processos de volta. O of&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;cio de Costa foi ignorado porque s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;o presidente da Rep&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;blica tem compet&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ncia legal para requisitar a devolu&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o dos processos enviados ao Legislativo. Ent&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o, o ministro acionou o presidente Lula. Na semana passada o "Di&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;rio Oficial" da Uni&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o publicou as mensagens do presidente e a rela&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o dos 225 processos que o Executivo quer de volta. Na pr&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;tica, Lula deu uma segunda chance &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;agrave;&lt;font color="#808080" size=2&gt;s empresas da lista, que corriam o risco de perder suas concess&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es. A argumenta&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o do Minist&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;rio das Comunica&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es para requisitar os processos &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;que seria tarefa dele, e n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o do Congresso, cobrar a documenta&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o das empresas. O curioso &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;que o Executivo nunca havia demonstrado tal preocupa&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o. Em 2002, existiam cerca de 700 processos de radiodifusoras parados na C&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;acirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;mara, com documenta&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o incompleta. Cobradas pela Comiss&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o de Ci&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ncia e Tecnologia, cerca de 500 se ajustaram. As que n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o se enquadraram, com poucas exce&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es, s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o as que foram requisitadas agora pelo presidente. A pilha de processos parados &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;uma s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ntese dos problemas da radiodifus&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o. H&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;na lista empresas que foram vendidas h&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;v&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;rios anos e cuja documenta&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o continua nos nomes dos antigos donos, embora a lei exija que a mudan&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;a societ&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ria seja previamente aprovada pelo governo. H&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;emissoras que foram desativadas, mas sobrevivem na documenta&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o oficial. Al&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;m de Jader Barbalho, outros importantes pol&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ticos figuram nos processos, como o senador Edison Lob&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o (PFL-MA), os ex-senadores Hugo Napole&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o (PFL-PI) e Freitas Neto (PSDB-PI) e o ex-presidente Fernando Collor. A concess&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o da R&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;dio Mirante, de Imperatriz (MA), pertencente a Fernando Sarney, filho do ex-presidente e senador Jos&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;Sarney (PMDB-AP), venceu em 1996. As da fam&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;lia de Edison Lob&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o venceram em 93. O ex-senador Odacir Soares, de Rond&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ocirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;nia, tem duas r&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;dios na lista requisitada por Lula. O ex-senador S&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;rgio Machado (PMDB-CE), presidente da Transpetro, subsidi&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ria da Petrobras, &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;cio de outra. H&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;pelo menos dois pol&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ticos paulistas: o ex-deputado federal Jos&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;Abreu (PTN) e o deputado estadual Edmir Chedid (PFL). &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115213360490200901?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115213360490200901/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115213360490200901' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115213360490200901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115213360490200901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/07/manobra-de-lula-salva-225-r-abreu-ptn.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115213353074126334</id><published>2006-07-05T18:05:00.000-03:00</published><updated>2006-07-05T18:05:30.796-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;Escolha de padr&amp;atilde;o para TV digital causa pol&amp;ecirc;mica na C&amp;acirc;mara&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font size=2&gt;Luiz Alves&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;font size=3&gt;Alguns integrantes da Comiss&amp;atilde;o de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia estudam meios de contestar na Justi&amp;ccedil;a decreto sobre a TV Digital. A oficializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo Poder Executivo, da escolha do padr&amp;atilde;o japon&amp;ecirc;s para a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;/font&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;TV Digital&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=3&gt; no Brasil teve repercuss&amp;atilde;o na C&amp;acirc;mara. O decreto de implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sistema Brasileiro de Televis&amp;atilde;o Digital Terrestre (SBTVD-T) foi assinado ontem, em Bras&amp;iacute;lia. Alguns integrantes da Comiss&amp;atilde;o de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia, Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inform&amp;aacute;tica estudam meios de contestar o decreto presidencial na Justi&amp;ccedil;a ou de submeter alguns de seus pontos &amp;agrave; delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Congresso Nacional. O l&amp;iacute;der do Psol, deputado Orlando Fantazzini (SP), informou que, a pedido do presidente da comiss&amp;atilde;o, deputado Vic Pires (PFL-PA), a Consultoria da C&amp;acirc;mara analisar&amp;aacute; a possibilidade de que a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do padr&amp;atilde;o de TV venha a ser referendado pelo Congresso.Compet&amp;ecirc;nciasA consultora legislativa da C&amp;acirc;mara Walkiria Tavares explicou que o decreto presidencial s&amp;oacute; poderia ser contestado por meio de um decreto legislativo caso ficasse comprovado que o presidente da Rep&amp;uacute;blica "extrapolou sua compet&amp;ecirc;ncia legislativa". Tal possibilidade &amp;eacute; considerada "dif&amp;iacute;cil" pela consultora.Walkiria Tavares informou ainda que analisar&amp;aacute; o acordo com o Jap&amp;atilde;o para verificar se ele acarreta encargos ou compromissos para o patrim&amp;ocirc;nio p&amp;uacute;blico, caso em que precisa ser submetido &amp;agrave; an&amp;aacute;lise do Congresso. "De qualquer forma, a C&amp;acirc;mara poder regular qualquer aspecto da mat&amp;eacute;ria por meio de projetos de lei", avaliou.Desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;oO pedido de an&amp;aacute;lise da possibilidade de referendo pelo Congresso tamb&amp;eacute;m tem o apoio do deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR). "A C&amp;acirc;mara vinha trabalhando, por meio da Comiss&amp;atilde;o de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia, na discuss&amp;atilde;o desse tema, que &amp;eacute; da maior import&amp;acirc;ncia. Ficou uma desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com todo o trabalho que vinha sendo realizado pela C&amp;acirc;mara e com o Congresso Nacional. Fruet destaca que n&amp;atilde;o se trata de uma medida rotineira de governo. "Trata-se do padr&amp;atilde;o da TV digital do Brasil para os pr&amp;oacute;ximos anos, que vai mexer profundamente com o setor de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Pode-se discutir se &amp;eacute; s&amp;oacute; o Executivo que tem compet&amp;ecirc;ncia para tratar desse tema."Interc&amp;acirc;mbio cient&amp;iacute;ficoPadr&amp;otilde;es de TV digital desenvolvidos na Europa, Estados Unidos e Jap&amp;atilde;o disputaram o mercado brasileiro. O governo justificou a escolha do padr&amp;atilde;o japon&amp;ecirc;s pelo poder de interatividade oferecido. O modelo adotado tamb&amp;eacute;m permite a recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sinais de TV em telefones celulares e em ve&amp;iacute;culos em movimento, sem custo para o consumidor. O ministro das Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, H&amp;eacute;lio Costa, disse que, na assinatura do conv&amp;ecirc;nio com o governo japon&amp;ecirc;s, deixou claro os pontos mais importantes para o Brasil. "Um deles &amp;eacute; o apoio do governo japon&amp;ecirc;s para implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil da tecnologia de semicondutores. O que eu considero mais importante nesse momento &amp;eacute; o interc&amp;acirc;mbio cient&amp;iacute;fico e de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. E, sobretudo, o come&amp;ccedil;o da prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o da m&amp;atilde;o-de-obra especializada", destacou H&amp;eacute;lio Costa&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115213353074126334?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115213353074126334/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115213353074126334' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115213353074126334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115213353074126334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/07/escolha-de-padrlio-costa.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115160917166168115</id><published>2006-06-29T16:26:00.000-03:00</published><updated>2006-06-29T16:26:11.673-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;font size=3&gt;DECIS&amp;Atilde;O SOBRE A TV DIGITAL:GOVERNO PR&amp;Oacute;XIMO DE ERRO HIST&amp;Oacute;RICO&lt;br /&gt;Em virtude das not&amp;iacute;cias veiculadas pela imprensa, que afirmam estar o governo federal pronto para anunciar o padr&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gico a ser adotado pelo Brasil, a Frente Nacional por um Sistema Democr&amp;aacute;tico de R&amp;aacute;dio e TV Digital vem a p&amp;uacute;blico expor &amp;agrave; sociedade brasileira as seguintes quest&amp;otilde;es:1. Se concretizado, o an&amp;uacute;ncio da decis&amp;atilde;o a favor da ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do padr&amp;atilde;o de modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o japon&amp;ecirc;s (ISDB), no apagar das luzes do primeiro mandato do presidente Lula e em plena Copa do Mundo, significa a morte do SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital), cuja proposta inicial baseava-se em princ&amp;iacute;pios como a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da diversidade cultural, a inclus&amp;atilde;o social, o desenvolvimento da ci&amp;ecirc;ncia e ind&amp;uacute;stria nacionais (conforme o Decreto Presidencial 4.901) e implicou no investimento de R$ 50 milh&amp;otilde;es na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 22 cons&amp;oacute;rcios de universidades brasileiras, envolvendo 1.500 pesquisadores. Ao optar pelo ISDB, o governo despreza o ac&amp;uacute;mulo social que sustentou sua elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o e submete-se de maneira subserviente aos interesses dos principais radiodifusores do pa&amp;iacute;s, especialmente aos das Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es Globo. Se levar adiante o an&amp;uacute;ncio pelo ISDB, o governo brasileiro, infelizmente  e &amp;agrave; semelhan&amp;ccedil;a dos anteriores , seguir&amp;aacute; tratando a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exclusivamente como uma moeda de troca pol&amp;iacute;tica.2. Apesar dos insistentes apelos para que a decis&amp;atilde;o fosse tomada a partir do di&amp;aacute;logo com os diversos segmentos da sociedade, o governo mant&amp;eacute;m uma postura pouco democr&amp;aacute;tica, privilegiando a interlocu&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os representantes das emissoras comerciais de televis&amp;atilde;o e negando-se a abrir espa&amp;ccedil;o semelhante &amp;agrave;s organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais. &amp;Agrave; tal postura soma-se a completa falta de transpar&amp;ecirc;ncia na condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo decis&amp;oacute;rio que ainda hoje deixa a sociedade brasileira &amp;agrave; merc&amp;ecirc; de boatos de corredor. Chegamos ao c&amp;uacute;mulo de nem mesmo ter acesso aos relat&amp;oacute;rios produzidos no interior do SBTVD, que ainda n&amp;atilde;o foram tornados p&amp;uacute;blicos. Reafirmamos a certeza de que s&amp;oacute; um processo amplo, transparente e participativo, com consultas e audi&amp;ecirc;ncias p&amp;uacute;blicas, &amp;eacute; capaz de garantir que a TV digital seja um nstrumento de desenvolvimento democr&amp;aacute;tico e inclus&amp;atilde;o social.3. O Executivo ainda n&amp;atilde;o apresentou qualquer justificativa plaus&amp;iacute;vel que aponte o ISDB, de fato, como a melhor op&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Brasil. Este sil&amp;ecirc;ncio do governo, que abandonou as rustradas tentativas de emplac&amp;aacute;-lo por supostas vantagens t&amp;eacute;cnicas ou industriais, induz a uma &amp;uacute;nica conclus&amp;atilde;o: a de que essas justificativas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o defens&amp;aacute;veis publicamente, por atenderem exclusivamente a interesses privados. O pa&amp;iacute;s segue sem saber se existem par&amp;acirc;metros  sob o prisma do interesse p&amp;uacute;blico  baseando as decis&amp;otilde;es governamentais.4. N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que as pesquisas desenvolvidas no SBTVD, realizadas por 79 institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pesquisa, envolvendo mais de mil pesquisadores, seja tratado com tal descaso. A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ISDB-T descarta logo de in&amp;iacute;cio as tr&amp;ecirc;s alternativas de modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o aqui desenvolvidas. A anunciada inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que "as pesquisas brasileiras ser&amp;atilde;o incorporadas em um segundo momento" oculta o fato de que existe incompatibilidadet&amp;eacute;cnica no protocolo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da camada de transporte, inviabilizando, de fato, qualquer incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o das inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras em algum ponto do futuro.5. Ao anunciar a decis&amp;atilde;o, o governo perde a oportunidade de promover a necess&amp;aacute;ria atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do marco regulat&amp;oacute;rio do campo das comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, para modernizar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o cuja base data de 1962 e garantir o cumprimento dos princ&amp;iacute;pios constitucionais n&amp;atilde;o egulamentados, como a veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao monop&amp;oacute;lio e a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um sistema p&amp;uacute;blico de comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Mesmo que centrada na tecnologia, uma decis&amp;atilde;o governamental que n&amp;atilde;o seja acompanhada de mudan&amp;ccedil;as m&amp;iacute;nimas no marco regulat&amp;oacute;rio vai contrariar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;ovigente e certamente ser&amp;aacute; questionada na Justi&amp;ccedil;a. Os fatos consumados gerados a partir do an&amp;uacute;ncio da decis&amp;atilde;o n&amp;atilde;o podem ser tolerados pela sociedade brasileira.6. A sociedade brasileira perde tamb&amp;eacute;m a oportunidade de se tornar um grande produtor mundial de conte&amp;uacute;do audiovisual multim&amp;iacute;dia, a mercadoria por excel&amp;ecirc;ncia da Era da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para que pud&amp;eacute;ssemos abrir milhares de oportunidades de trabalho nessa &amp;aacute;rea, seria necess&amp;aacute;rio democratizar o espectro, adotar tecnologias dominadas por nossos t&amp;eacute;cnicos, baseadas em software livre, adotar padr&amp;otilde;es e mecanismos que possibilitem a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses conte&amp;uacute;dos. Nada disso est&amp;aacute; sendo considerado.Diante ao exposto, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es que assinam esta carta reafirmam a certeza de que a TV digital &amp;eacute; uma oportunidade &amp;uacute;nica para promover a diversidade cultural, fortalecer a emocracia, desenvolver a ci&amp;ecirc;ncia e tecnologia nacionais e incluir socialmente a imensa maioria da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda desprovida de direitos humanos fundamentais.Temos a convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que, ao anunciar uma decis&amp;atilde;o por uma tecnologia estrangeira, o governo estar&amp;aacute; cometendo um erro hist&amp;oacute;rico, que n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser revertido nas pr&amp;oacute;ximas d&amp;eacute;cadas.Bras&amp;iacute;lia, 28 de julho de 2006Frente Nacional por um Sistema Democr&amp;aacute;tico de R&amp;aacute;dio e TV DigitalContatos:Diogo Moyses  Intervozes - (11) 9402 0661  &lt;/font&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;&lt;u&gt;diogomoyses@terra.com.br&lt;/u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=3&gt;James Gorgen  FNDC (61) 8111 7733  &lt;/font&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;&lt;u&gt;james@fndc.org.br&lt;/u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=3&gt;Marcus Manh&amp;atilde;es  Sintipq (19) 8145 9895  &lt;/font&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;&lt;u&gt;manhaes@cpqd.com.br&lt;/u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115160917166168115?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115160917166168115/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115160917166168115' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115160917166168115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115160917166168115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/06/decises-sintipq-19-8145-9895.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115109117766289453</id><published>2006-06-23T16:32:00.000-03:00</published><updated>2006-06-23T16:32:57.676-03:00</updated><title type='text'>Em Mato Grosso...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Músicos prometem movimento nacional para mudar regras&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#0000FF;"&gt;&lt;u&gt;http://www.primeirahora.com.br/noticias/?not_id=1&amp;sec_id=&amp;amp;link_rss=http://www.primeirahora.com.br/modulos/noticias/ler_noticia.php?not_id=87101&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;20/06/2006, 09:46Músicos e produtores culturais de Mato Grosso estão decididos a liderar um movimento nacional para novas mudanças na legislação eleitoral que permitam os showmícios durante as eleições. As novas normas eleitorais, aprovadas pelo Congresso e regulamentadas pelo Tribunal Superior Eleitoral, não permitem a participação de músicos durante os comícios dos candidatos. Nem mesmo o cantor ou compositor que for candidato nas eleições deste ano poderá se utilizar de sua arte para tentar angariar votos.O movimento começou a ser formado nesta segunda-feira (19.06) durante reunião da Associação Mato-grossense do Rasqueado Cuiabano e da Ordem dos Músicos em Mato Grosso, que contou com a presença de vários músicos e produtores culturais. "Começamos com um abaixo-assinado, mas vamos mobilizar a Ordem dos Músicos em todos os estados e profissionais de todo o Brasil", garante o presidente da associação, João Eloy de Souza Neves.O presidente da Ordem dos Músicos de Mato Grosso, Luiz Carlos Araújo Coutinho, conta que pretende entrar em contato com músicos de todo o País para arregimentar aliados. "Música é alegria. Os showmícios alegravam a campanha, beneficiando músicos, candidatos e a população", lembrou.O cantor e compositor Guapo chegou a sugerir uma "desobediência civil", mas foi alertado pelo juiz Gilberto Vilarino, do Tribunal Regional Eleitoral, que qualquer desobediência às normas eleitorais causaria prejuízo aos candidatos e ao próprio cantor. "Na tentativa de combater o abuso do poder econômico nas eleições, acabaram prejudicando todo mundo", reclamou Guapo.Para mudar essa situação, o deputado federal Wellington Fagundes (PL) apresentou um projeto de lei que permite o retorno dos showmícios pelos partidos políticos, mas somente mediante a contratação de músicos regionais, numa forma de valorizar a cultura local. Pelo projeto, que está em apreciação pela Câmara dos Deputados, os músicos teriam que estar cadastrados na Justiça Eleitoral e seriam contratados até mesmo pelos candidatos a presidente da República. "Qualquer candidato teria que fazer o seu showmício contratando o músico da cidade onde estiver realizando a sua campanha", explicou Wellington.O juiz Gilberto Vilarino explica que as regras para estas eleições não permitem os showmícios nem mesmo para músicos que estejam concorrendo a algum cargo eletivo. Da mesma forma, não permite a distribuição de brindes como camisetas, bonés, bottons. Mas o deputado Wellington Fagundes acredita que as regras ainda possam ser mudadas dependendo do nível de mobilização em torno do projeto de lei que permite a volta dos showmícios. "As regras destas eleições já foram mudadas várias vezes. Nada impede que isso possa acontecer novamente", explicou.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115109117766289453?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115109117766289453/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115109117766289453' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115109117766289453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115109117766289453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/06/em-mato-grosso.html' title='Em Mato Grosso...'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115093421956366272</id><published>2006-06-21T20:56:00.000-03:00</published><updated>2006-06-21T20:56:59.623-03:00</updated><title type='text'>EMI pagará US$ 3,75 mi em investigação sobre "jabás"</title><content type='html'>&lt;font size=4&gt;EMI pagar&amp;aacute; US$ 3,75 mi em investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre "jab&amp;aacute;s" &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=3&gt;da Efe, em Nova YorkA gravadora EMI pagar&amp;aacute; US$ 3,75 milh&amp;otilde;es e revisar&amp;aacute; suas t&amp;aacute;ticas promocionais em virtude de uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre pagamentos ilegais a emissoras de r&amp;aacute;dio --popularmente conhecidos como "jab&amp;aacute;s"--, informou hoje a promotoria de Nova York. O escrit&amp;oacute;rio do promotor Eliot Spitzer chegou a um acordo extrajudicial com a EMI Music North America em que esta se compromete a suspender pagamentos e outras compensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que emissoras de r&amp;aacute;dio tocassem com mais freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia m&amp;uacute;sicas de alguns artistas. "Quando uma companhia fonogr&amp;aacute;fica emprega um elaborado plano para comprar tempo de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para seus artistas, viola a lei estadual e federal e oferece aos consumidores uma imagem distorcida da m&amp;uacute;sica supostamente melhor e mais popular", destacou Spitzer em um comunicado. A promotoria determinou durante a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a EMI fez pagamentos ilegais para ganhar tempo de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e impulsionar seus artistas nas paradas de sucessos, subornando empregados com entradas para shows e outros presentes e ajudando emissoras com alguns de seus custos, entre outras pr&amp;aacute;ticas. Os grupos Rolling Stones, Coldplay, Gorillaz e a cantora Norah Jones s&amp;atilde;o alguns dos artistas que se beneficiaram das atividades ilegais de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, segundo a promotoria.Os mais de US$ 3 milh&amp;otilde;es que a gravadora pagar&amp;aacute; ser&amp;atilde;o distribu&amp;iacute;dos entre entidades com fins n&amp;atilde;o lucrativos que se dedicam &amp;agrave; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical. A promotoria nova-iorquina alcan&amp;ccedil;ou acordos anteriores similares com a Sony BMG, a Warner e a Universal. Al&amp;eacute;m disso, destacou que mant&amp;eacute;m aberta uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre pagamentos ilegais a emissoras.&lt;/font&gt;&lt;font size=2&gt;-- Leonardo S&amp;aacute;&lt;/font&gt;&lt;font color="#0000FF" size=2&gt;&lt;u&gt;&lt;u&gt;leonardo@osb.com.br&lt;/u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115093421956366272?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115093421956366272/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115093421956366272' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115093421956366272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115093421956366272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/06/emi-pagars.html' title='EMI pagar&amp;aacute; US$ 3,75 mi em investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre &quot;jab&amp;aacute;s&quot;'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-115091618965625435</id><published>2006-06-21T15:56:00.000-03:00</published><updated>2006-06-21T15:56:29.710-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;font size=3&gt;UMA REVOLUCAO NAS COMUNICACOESA eminente entrada do Sistema de Radio e TV Digital ira' revolucionar a forma como as comunicacoes se realizam no Brasil.Uma das principais mudancas sera' a ampliacao do espectro (no caso da TV) para OITO vezes mais canais numa mesma regiao, sendo possivel, portanto, algo como um panorama de mais de 400 transmissoes simultaneas.Significa, por exemplo, que a Academia Brasileira de Musica ou o Sindicato dos Musicos do RJ pode pleitear um canal para as suas transmissoes. Traduzindo: pela primeira vez no Brasil DIVERSIDADE na programacao (tanto de radio quanto de TV), sem falar na possibilidade do ensino a distancia, interatividade e outras facilidades que deverao surgir.Isso acontecera' na medida em que o Codigo Brasileiro de Telecomunicacoes, criado em 1962 (quando ate' mesmo a TV preto e branco era novidade), tera' que ser revisto e temos a oportunidade unica de democratizar e regular finalmente as comunicacoes no Brasil.A TV Globo, sentindo o perigo que isso representa para o seu monopolio, comecou um movimento apoiado por todas as emissoras congregadas na Abert, tentado brecar qualquer mudanca no seu "direito adquirido" (nao fosse uma concessao publica) e ainda mais requisitar mais uma banda no espectro para garantir que ninguem mais possa entrar.Isso esta' sendo feito atraves de materias em todos os jornais da sua Rede Globo e afiliadas e contando com a substancial ajuda de seu ex-funcionario e lobbysta Helio Costa, atual Ministro das Comunicacoes (que por sinal nao poderia ser Ministro na medida em que e' dono de estacao de radio o que contraria a Constituicao).A sociedade civil organizada tem feito pressao constante em defesa da democratizacao das comunicacoes e tem tido o apoio ate' mesmo do Ministerio da Cultura (e veladamente de outras instancias governamentais). Todos os grupos organizados da sociedade ja' realizaram debates, seminarios e manifestos em defesa da Democratizacao das Comunicacoes: cinema, teatro, tecnicos, Associacoes de Documentaristas, Sindicatos, etc., alem de Seminario na Camara dos Deputados e Audiencias no Senado.O setor da Musica, que podera' ser um dos mais prejudicados (ou beneficiados), parece ser um dos unicos que ainda nao entendeu a gravidade da situacao e a oportunidade que se apresenta.Mais em: &lt;/font&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;www.intervozes.org.br/digital &lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=3&gt;Egeu LausRede Social da Musica&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-115091618965625435?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/115091618965625435/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=115091618965625435' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115091618965625435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/115091618965625435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/06/uma-revolucao-nas-comunicacoesa.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114953995114677087</id><published>2006-06-05T17:39:00.000-03:00</published><updated>2006-06-05T17:39:11.183-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;font face="Lucida Sans{\*\falt Lucida Sans Unicode}" size=2&gt;1. Semin&amp;aacute;rio A M&amp;uacute;sica Brasileira em Debate - Relat&amp;oacute;rio	&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Lucida Sans{\*\falt Lucida Sans Unicode}" size=2&gt;	A C&amp;acirc;mara dos Deputados realizou no dia 30 de maio, em Bras&amp;iacute;lia, um Semin&amp;aacute;rio para debater a M&amp;uacute;sica Brasileira. O Evento, realizado pela Comiss&amp;atilde;o de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Cultura da C&amp;acirc;mara e coordenado pelos deputados Chico Alencar, Gustavo Fruet, Antonio Carlos Biscaia e Jos&amp;eacute; Eduardo Cardozo, fez parte de um primeiro movimento no sentido da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Frente Parlamentar Pr&amp;oacute;-M&amp;uacute;sica, que dever&amp;aacute;ser oficializada em breve.&lt;br /&gt;	O Semin&amp;aacute;rio &amp;eacute; parte do esfor&amp;ccedil;o de artistas, m&amp;uacute;sicos, compositores e entidades ligadas &amp;agrave; m&amp;uacute;sica em geral  desde seu aspecto empresarial, como a ABMI (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de M&amp;uacute;sica Independente), ao car&amp;aacute;ter social, como a Rede Social da M&amp;uacute;sica - de ocupar um espa&amp;ccedil;o na agenda pol&amp;iacute;tica do Pa&amp;iacute;s. O Semin&amp;aacute;rio foi aberto pelo Presidente da C&amp;acirc;mara Aldo Rebelo, que, ao lado dos cantores Ivan Lins e Fernanda Abreu, falou da import&amp;acirc;ncia da m&amp;uacute;sica para o pa&amp;iacute;s, e ainda defendeu fortemente &amp;agrave; volta da m&amp;uacute;sica ao curr&amp;iacute;culo escolar.&lt;br /&gt;	O primeiro painel teve a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Dep. Jos&amp;eacute; Eduardo Cardozo, do music&amp;oacute;logo Leonardo S&amp;aacute;, do publicit&amp;aacute;rio Lula Vieira, do Secret&amp;aacute;rio Executivo do Minist&amp;eacute;rio da Cultura, Juca Ferreira, e ainda do compositor Ivo Meirelles, criador do Funk&amp;acute;n Lata, que sensibilizou os presentes ao relatar sua experi&amp;ecirc;ncia comunit&amp;aacute;ria no Morro da Mangueira. A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o abordou aspectos sobre identidade e inclus&amp;atilde;o social.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;	O segundo painel trouxe o mestre em m&amp;uacute;sica e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical Ricardo Breim, a Professora Caetana Juracy - representando Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o -, a letrista Cristina Saraiva e o Dep. Gustavo Fruet. Neste painel foram debatidos a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical e a quest&amp;atilde;o da radiodifus&amp;atilde;o no pa&amp;iacute;s, com especial destaque &amp;agrave; necessidade de democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso dos artistas &amp;Agrave;s r&amp;aacute;dios. Foram trazidos ainda pelo Dep. Gustavo Fruet os Projetos de Lei tramitando atualmente na Comiss&amp;atilde;o de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia, Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inform&amp;aacute;tica, da qual o deputado faz parte&amp;nbsp;&lt;br /&gt;	O terceiro painel reuniu o Presidente da ABMI Carlos de Andrade, a Professora de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da UERJ Miriam Saraiva e o cantor Ivan Lins e abordou a economia da m&amp;uacute;sica, interna e externamente, al&amp;eacute;m da quest&amp;atilde;o da diplomacia cultural, com &amp;ecirc;nfase na necessidade de melhor aproveitamento desse recurso simb&amp;oacute;lico de poder para afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Pa&amp;iacute;s no cen&amp;aacute;rio internacional.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;	Para fechar o Semin&amp;aacute;rio, o &amp;uacute;ltimo painel destacou a import&amp;acirc;ncia da m&amp;uacute;sica para o cidad&amp;atilde;o e o pa&amp;iacute;s, e o papel do Poder Legislativo para a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor, ressaltando alguns projetos de lei em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na casa, de especial interesse para os m&amp;uacute;sicos, como o PL 2838/89 que prop&amp;otilde;e alterar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que rege a Ordem dos M&amp;uacute;sicos do Brasil (OMB). Este painel contou com &amp;ccedil;&amp;atilde;o do m&amp;uacute;sico e advogado Juca Novaes, da produtora Annelise Godoy e do estudioso de cultura popular Assis &amp;Acirc;ngelo, al&amp;eacute;m do cantor Gabriel, O Pensador. 	O Semin&amp;aacute;rio teve o objetivo de iniciar um processo para inclus&amp;atilde;o da m&amp;uacute;sica na pauta pol&amp;iacute;tica do pa&amp;iacute;s e representou um marco importante na luta dos m&amp;uacute;sicos e entidades, evidenciando a complexidade e a extens&amp;atilde;o das quest&amp;otilde;es que envolvem o setor, a for&amp;ccedil;a econ&amp;ocirc;mica da atividade, a necessidade de maior aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado. Agora, como pr&amp;oacute;ximo passo, est&amp;aacute; prevista a oficializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Frente Pr&amp;oacute; Musica, em evento a ser realizado na C&amp;acirc;mara e o in&amp;iacute;cio dos trabalhos junto aos deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Entre as muitas entidades presentes no semin&amp;aacute;rio destacamos a Cooperativa de m&amp;uacute;sicos de S&amp;atilde;o Paulo; o F&amp;oacute;rum Nacional de M&amp;uacute;sicos, a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de M&amp;uacute;sicos de Bras&amp;iacute;lia e Entorno, o F&amp;oacute;rum Paulista Permanente de Musica, o F&amp;oacute;rum de M&amp;uacute;sicos do Paran&amp;aacute;, a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Compositores do Estado do Paran&amp;aacute;; a ABEM, a Funarte e a Frente Nacional por um Sistema Democr&amp;aacute;tico de R&amp;aacute;dio e TV Digital;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	As seguintes entidades apoiaram a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste semin&amp;aacute;rio:&lt;/font&gt;&lt;font size=2&gt; SindiMusi RJ-Sindicato de M&amp;uacute;sicos do Rio; Sindicato de M&amp;uacute;sicos da Bahia; F&amp;oacute;rum de M&amp;uacute;sicos de S&amp;atilde;o Paulo;SIM Sociedade Independente de M&amp;uacute;sicos  MG; N&amp;uacute;cleo Independente de M&amp;uacute;sicos; Rede Social da Musica; Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de M&amp;uacute;sica Independente; Academia Brasileira de M&amp;uacute;sica; A.C.O. Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Carioca de Organistas; AMMIG Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Art&amp;iacute;stica dos M&amp;uacute;sicos de Minas Gerais; VivaM&amp;uacute;sica!;FREPAC-Frente Parlamentar de Cultura-SP; Camerata Violon&amp;iacute;stica Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cultural; F&amp;oacute;rum de Campinas; CIGAM Centro Musical; Cooperativa de M&amp;uacute;sica; ARPUB Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das R&amp;aacute;dios P&amp;uacute;blicas Brasileiras; Conservat&amp;oacute;rio Brasileiro de M&amp;uacute;sica; ABEM - Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Musical; Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Musicoterapia do Rio de Janeiro; ACEP Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos compositores do Estado do Paran&amp;aacute;; Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Produtores Independentes da M&amp;uacute;sica-PR; Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Quatro Elementos da Cultura Hip-Hop-PR; Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Cultura Sul BrasileiraSITUA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O-PR; Orquestra Sinf&amp;ocirc;nica do Paran&amp;aacute;; MUSIN-Museu do Som Independente-PR; Movimento da M&amp;uacute;sica Curitibana; ASSAIM - Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Autores e Int&amp;eacute;rpretes MusicaisSergipe; ADDAF - Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Defensora de Direitos Autorais e Fonomec&amp;acirc;nicos; SBME Sociedade Brasileira de M&amp;uacute;sica Eletroac&amp;uacute;stica.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Lucida Sans{\*\falt Lucida Sans Unicode}" size=2&gt;2. Os Pr&amp;oacute;ximos Passos&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Lucida Sans{\*\falt Lucida Sans Unicode}" size=2&gt;O nosso objetivo principal, agora, &amp;eacute; a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Frente Parlamentar Pr&amp;oacute;-M&amp;uacute;sica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.	J&amp;aacute;foi enviada a justificativa para a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Frente. Aguardamos a coleta de assinaturas para a oficializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da frente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.	O Dep. Gustavo Fruet j&amp;aacute; fez o levantamento das PLs em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na comiss&amp;atilde;o de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qual ele faz parte. Sugerimos que os demais deputados solicitem &amp;agrave;s consultorias legislativas para fazerem levantamento semelhanteem suas respectivas comiss&amp;otilde;es;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.	Durante a abertura do semin&amp;aacute;rio, o Presidente da C&amp;acirc;mara defendeu a reinclus&amp;atilde;o do ensino da m&amp;uacute;sica no curr&amp;iacute;culo obrigat&amp;oacute;rio das escolas do pa&amp;iacute;s;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;4.	Em conversa reservada com o GAP, o Presidente da C&amp;acirc;mara Aldo Rebelo ofereceu a estrutura da TV C&amp;acirc;mara para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de spots sobre a m&amp;uacute;sica brasileira e suas quest&amp;otilde;es, a ser veiculado na pr&amp;oacute;pria TV C&amp;acirc;mara e outras emissoras.&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114953995114677087?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114953995114677087/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114953995114677087' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114953995114677087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114953995114677087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/06/1.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114933920010993266</id><published>2006-06-03T09:53:00.000-03:00</published><updated>2006-06-03T09:53:20.160-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#000000" size=4&gt;TV Digital: n&amp;atilde;o chuta que &amp;eacute; gol contra, presidente!&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;font color="#000000" size=3&gt;23/02/2006 &lt;br /&gt;Carolina Ribeiro, Diogo Moys&amp;eacute;s e Jo&amp;atilde;o Brant&lt;br /&gt;Correio Caros Amigos&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#000000" size=3&gt;	&lt;/font&gt;&lt;i&gt;A decis&amp;atilde;o sobre o padr&amp;atilde;o de modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de TV digital a ser adotado pelo Brasil pode ser anunciada no dia 10 de mar&amp;ccedil;o. Se essa data for confirmada, o pa&amp;iacute;s estar&amp;aacute; jogando no lixo uma oportunidade hist&amp;oacute;rica. H&amp;aacute; v&amp;aacute;rios motivos para crer que essa decis&amp;atilde;o apressada &amp;eacute;um desastre: primeiro, porque ela estar&amp;aacute; sendo tomada baseada simplesmente em press&amp;otilde;es e lobbies, sem um debate amplo com a sociedade e sem a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas para beneficiar o interesse p&amp;uacute;blico. Segundo, porque ela vir&amp;aacute;sem qualquer estrutura legal que a receba, necessariamente infringindo a arcaica regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ou aus&amp;ecirc;ncia de regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o) que impera na &amp;aacute;rea de radiodifus&amp;atilde;o. Terceiro, pelo fato de ela n&amp;atilde;o permitir o aproveitamento das pesquisas coordenadas pelo CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es) e realizadas por cons&amp;oacute;rcios de cerca de 80 universidades e institutos de pesquisa no Brasil.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#000000"&gt;	&lt;font color="#000000"&gt;&lt;b&gt;Mas, afinal, se todos esses fatores s&amp;atilde;o verdadeiros, a quem interessa essa ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o apressada de um padr&amp;atilde;o importado (provavelmente o japon&amp;ecirc;s)?&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#000000"&gt;	Antes de tudo, &amp;eacute; preciso esclarecer: n&amp;atilde;o h&amp;aacute; nenhum motivo para uma decis&amp;atilde;o apressada. Os setores interessados numa decis&amp;atilde;o a toque de caixa t&amp;ecirc;m refor&amp;ccedil;ado o discurso de que o Brasil estaria atrasado. Mas atrasado para qu&amp;ecirc;? Para uma transmiss&amp;atilde;o experimental durante a Copa do Mundo? As emissoras conseguiram transferir para parte da opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica um sentimento de inadiabilidade que &amp;eacute; absolutamente infundado. Elas dizem que o Brasil vem adiando a decis&amp;atilde;o h&amp;aacute; anos e reclamam do ritmo da tomada de decis&amp;atilde;o, quando, na verdade, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; nada do ponto de vista do interesse p&amp;uacute;blico que justifique um ritmo acelerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	O que est&amp;aacute; por detr&amp;aacute;s dessa pressa &amp;eacute; o calend&amp;aacute;rio eleitoral. Ano de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o presi&amp;eacute; o momento mais fr&amp;aacute;gil de qualquer governo, e se os interesses dos meios de comuni&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o em jogo, ainda pior. O tratamento (melhor ou pior) que pode ser dado ao canLula &amp;eacute; certamente um trunfo poderoso que as emissoras, em especial a Rede Globo, t&amp;ecirc;m em m&amp;atilde;os. Isso as deixa &amp;agrave;vontade para pressionar o governo para a escolha que mais as favore&amp;ccedil;a. Se a decis&amp;atilde;o ficar para depois das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es, elas perdem esse poder de fogo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#000000" size=3&gt;O povo do lado de fora&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#000000"&gt;	No entanto, se a alian&amp;ccedil;a com a Globo &amp;eacute; eleitoralmente interessante, a alian&amp;ccedil;a com o interesse p&amp;uacute;blico tamb&amp;eacute;m deveria ser. E a&amp;iacute; o governo ter&amp;aacute; que escolher um lado. Por enquanto, o placar favorece o lado das emissoras. O Conselho Consultivo, por exemplo, criado para dar voz &amp;agrave; sociedade civil, foi boicotado pelo pr&amp;oacute;prio Minist&amp;eacute;rio das Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. As emissoras passaram a ter acesso direto ao gabinete do ministro, enquanto as entidades da sociedade civil n&amp;atilde;o receberam nem resposta a pedidos de audi&amp;ecirc;ncia. Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o houve nenhuma defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de modelo de servi&amp;ccedil;os. O que isso significa? As defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre TV digital incluem, por exemplo, decis&amp;otilde;es que podem transformar a TV num fant&amp;aacute;stico instrumento de inclus&amp;atilde;o digital. Ou op&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre ter mais canais (o que pode levar a mais diversidade) ou uma alt&amp;iacute;ssima defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o (que s&amp;oacute; ser&amp;aacute; percept&amp;iacute;vel em televisores de plasma de mais de 42 polegadas). Qual dessas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es interessa mais ao povo brasileiro? As emissoras, baseadas em seu pr&amp;oacute;prio interesse, dizem que &amp;eacute; a alt&amp;iacute;ssima defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas a realidade &amp;eacute; que essa op&amp;ccedil;&amp;atilde;o iria beneficiar n&amp;atilde;o mais do que 1% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A escolha de um padr&amp;atilde;o sem o debate do modelo de servi&amp;ccedil;os &amp;eacute; uma trag&amp;eacute;dia, pois disso decorre que o mercado, baseado unicamente em interesses comerciais, ditar&amp;aacute; sozinho os moldes de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ambiente digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#000000"&gt;	Outra quest&amp;atilde;o s&amp;eacute;ria &amp;eacute; a aus&amp;ecirc;ncia de um marco regulat&amp;oacute;rio para esse novo cen&amp;aacute;rio de converg&amp;ecirc;ncia tecnol&amp;oacute;gica. A lei que regula a televis&amp;atilde;o aberta e o r&amp;aacute;dio no Brasil &amp;eacute; de 1962, e responde &amp;agrave; realidade de uma &amp;eacute;poca da TV em preto e branco. O momento de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria uma oportunidade de estabelecer um outro cen&amp;aacute;rio na radiodifus&amp;atilde;o brasileira, mais democr&amp;aacute;tico, plural e diverso.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#000000" size=3&gt;Dentro da pr&amp;oacute;pria area&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#000000"&gt;	Se j&amp;aacute; ficou claro que o pa&amp;iacute;s perde com a pressa na ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do padr&amp;atilde;o, permanece no ar a pergunta: quem ganha com a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata do padr&amp;atilde;o japon&amp;ecirc;s? O padr&amp;atilde;o japon&amp;ecirc;s permite que as pr&amp;oacute;prias emissoras possam transmitir para celulares e receptores m&amp;oacute;veis, enquanto no padr&amp;atilde;o europeu esse papel caberia &amp;agrave;s operadoras de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Para as emissoras de TV, significa a possibilidade de lucrarem sozinhas e manterem o controle vertical sobre todo o processo. Ganha tamb&amp;eacute;m o ministro H&amp;eacute;lio Costa, que gostaria de concorrer ao governo de Minas Gerais e sairia do Minist&amp;eacute;rio como o pai da TV digital. Al&amp;eacute;m deles, se &amp;eacute; verdade que as emissoras est&amp;atilde;o fazendo chantagem, ganha o candidato Lula, que poder&amp;aacute; cobrar durante a campanha o favor prestado. Lament&amp;aacute;vel. Do ponto de vista da democracia, uma vergonha, uma ofensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	De sua parte, o ministro H&amp;eacute;lio Costa  ex-funcion&amp;aacute;rio da Rede Globo e abertamente partid&amp;aacute;rio da ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do padr&amp;atilde;o japon&amp;ecirc;s  declarou recentemente que havia colocado a bola na marca do p&amp;ecirc;nalti para o presidente Lula chutar. Segundo ele, a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do padr&amp;atilde;o japon&amp;ecirc;s seria um gol de placa. Do ponto de vista do interesse das emissoras, a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o parece ser verdade. O problema &amp;eacute; que as emissoras est&amp;atilde;o de um lado e o interesse p&amp;uacute;blico de outro. Como diria um conhecido narrador, o ministro das Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es joga contra o pr&amp;oacute;prio patrim&amp;ocirc;nio. Aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ent&amp;atilde;o, presidente: n&amp;atilde;o chuta n&amp;atilde;o que &amp;eacute; gol contra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Carolina Ribeiro, Diogo Moys&amp;eacute;s e Jo&amp;atilde;o Brant &lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#000000"&gt;s&amp;atilde;o integrantes do Intervozes  Coletivo Brasil de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#000000"&gt;	Um abaixo-assinado endere&amp;ccedil;ado ao presidente Lula e ao Congresso Nacional est&amp;aacute; circulando em todo o Brasil para reivindicar um amplo debate p&amp;uacute;blico sobre o tema e recha&amp;ccedil;ar qualquer decis&amp;atilde;o que favore&amp;ccedil;a os interesses privados da emissoras de televis&amp;atilde;o. Tanto entidades quanto pessoas f&amp;iacute;sicas podem assin&amp;aacute;-lo, basta acessar o site:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#000000" size=4&gt;http://www.intervozes.org.br&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font color="#000000" size=4&gt;&lt;b&gt;/&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114933920010993266?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114933920010993266/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114933920010993266' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114933920010993266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114933920010993266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/06/tv-digital-n-lo-basta-acessar-o-site.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114928986306306604</id><published>2006-06-02T20:11:00.000-03:00</published><updated>2006-06-02T20:11:03.106-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;font face="Verdana" size=3&gt;Semin&amp;aacute;rio debate a M&amp;uacute;sica Brasileira na C&amp;acirc;mara &lt;/font&gt;&lt;font face="Verdana" size=2&gt;&lt;br /&gt;M&amp;uacute;sicos e deputados realizam forum em Bras&amp;iacute;lia e articulam Frente Parlamentar Pr&amp;oacute;-M&amp;uacute;sica A C&amp;acirc;mara dos Deputados realizou no dia 30 de maio, em Bras&amp;iacute;lia, um Semin&amp;aacute;rio para debater a M&amp;uacute;sica Brasileira. O Evento, realizado pela Comiss&amp;atilde;o de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Cultura da C&amp;acirc;mara e coordenado pelos deputados Chico Alencar, Gustavo Fruet, Antonio Carlos Biscaia e Jos&amp;eacute; Eduardo Cardozo, fez parte de um primeiro movimento no sentido da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Frente Parlamentar Pr&amp;oacute;-M&amp;uacute;sica, que dever&amp;aacute; ser oficializada em breve. O Semin&amp;aacute;rio &amp;eacute; parte do esfor&amp;ccedil;o de artistas, m&amp;uacute;sicos, compositores e entidades ligadas &amp;agrave; m&amp;uacute;sica em geral  desde seu aspecto empresarial, como a ABMI (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de M&amp;uacute;sica Independente), ao car&amp;aacute;ter social, como a Rede Social da M&amp;uacute;sica - de ocupar um espa&amp;ccedil;o na agenda pol&amp;iacute;tica do Pa&amp;iacute;s. O Semin&amp;aacute;rio foi aberto pelo Presidente da C&amp;acirc;mara Aldo Rebelo, que, ao lado dos cantores Ivan Lins e Fernanda Abreu, falou da import&amp;acirc;ncia da m&amp;uacute;sica para o pa&amp;iacute;s, e ainda defendeu fortemente &amp;agrave; volta da m&amp;uacute;sica ao curr&amp;iacute;culo escolar. O primeiro painel teve a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Dep. Jos&amp;eacute; Eduardo Cardozo, do music&amp;oacute;logo Leonardo S&amp;aacute;, do publicit&amp;aacute;rio Lula Vieira, do Secret&amp;aacute;rio Executivo do Minist&amp;eacute;rio da Cultura, Juca Ferreira, e ainda do comppositor Ivo Meirelles, criador do funk&amp;acute;n Lata, que sensibilizou os presentes ao relatar sua experi&amp;ecirc;ncia comunit&amp;aacute;ria no Morro da Mangueira. A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o abrodou aspectos sobre identidade e inclus&amp;atilde;o social. O segundo painel trouxe o mestre em m&amp;uacute;sica e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical Ricardo Breim, a Professora Caetana Juracy - representandodo Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o -, a letrista Cristina Saraiva e o Dep. Gustavo Fruet. Neste painel foram debatidos a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical e a quest&amp;atilde;o da radiodifus&amp;atilde;o no pa&amp;iacute;s, com especial destaque &amp;agrave; necessidade de democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso dos artistas &amp;Agrave;s r&amp;aacute;dos. Foram trazidos ainda pelo Dep. Gustavo Fruet os Projetos de Lei tramitando atualmente na Comiss&amp;atilde;o de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia, Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inform&amp;aacute;tica, da qual o deputado faz parte. O terceiro painel reuniu o Presidente da ABMI Carlos de Andrade, a Professora de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da UERJ Miriam Saraiva e o cantor Ivan Lins e abordou a economia da m&amp;uacute;sica, interna e externamente, al&amp;eacute;m da quest&amp;atilde;o da diplomacia cultural, com &amp;ecirc;nfase na necessidade de melhor aproveitamento desse recurso simb&amp;oacute;lico de poder para afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Pa&amp;iacute;s no cen&amp;aacute;rio internacional. Para fechar o Semin&amp;aacute;rio, o &amp;uacute;ltimo painel destacou a import&amp;acirc;ncia da m&amp;uacute;sica para o cidad&amp;atilde;o e o pa&amp;iacute;s, e o papel do Poder Legislativo para a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor, ressaltando alguns projetos de lei em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na casa, de especial interesse para os m&amp;uacute;sicos, como o PL 2838/89 que prop&amp;otilde;e alterar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que rege a Ordem dos M&amp;uacute;sicos do Brasil (OMB). Este painel contou com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do m&amp;uacute;sico e advogado Juca Novaes, da produtora Annelise Godoy e do estudioso de cultura popular Assis &amp;Acirc;ngelo, al&amp;eacute;m do cantor Gabriel, O Pensador. O Semin&amp;aacute;rio teve o objetivo de iniciar um processo para inclus&amp;atilde;o da m&amp;uacute;sica na pauta pol&amp;iacute;tica do pa&amp;iacute;s e representou um marco importante na luta dos m&amp;uacute;sicos e entidades, evidenciando a complexidade e a extens&amp;atilde;o das quest&amp;otilde;es que envolvem o setor, a for&amp;ccedil;a econ&amp;ocirc;mica da atividade, a necessidade de maior aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado. Agora, como pr&amp;oacute;ximo passo, est&amp;aacute; prevista a oficializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Frente Pr&amp;oacute; M&amp;ugrave;sica em evento a ser realizado na C&amp;acirc;mara e o in&amp;iacute;cio dos trabalhos junto aos deputados (Cristina Saraiva). &lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114928986306306604?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114928986306306604/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114928986306306604' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114928986306306604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114928986306306604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/06/semincio-dos-trabalhos-junto-aos.html' title=''/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114790745804335438</id><published>2006-05-17T20:10:00.000-03:00</published><updated>2006-05-17T20:10:58.113-03:00</updated><title type='text'>Música vira tema de seminário na Câmara</title><content type='html'>&lt;font color="#0000FF" size=2&gt;&lt;u&gt;M&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;uacute;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;sica vira tema de semin&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;aacute;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;rio na C&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;acirc;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;mara &lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=2&gt;Folha Online - 17/5/2006- Por Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;A m&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica virou tema de semin&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;rio e debate no Congresso Nacional. No dia 30 de maio, das 10h &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;agrave;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;s 18h, ser&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;realizado o "Semin&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;rio: M&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica Brasileira". O evento abordar&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;, por meio de diversos pain&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;is, temas que visam ressaltar para os congressistas a import&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;acirc;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;ncia estrat&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;gia da m&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica para o Brasil. Os temas abordados ser&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o "M&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica e forma&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o de identidade", "Educa&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o Musical: o papel da m&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica na forma&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o do indiv&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;duo e seu papel como instrumento de transforma&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o inclus&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o social", "O aspecto econ&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ocirc;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;mico, os n&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;meros dispon&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;veis e a movimenta&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o financeira", "Difus&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o externa e afirma&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o pol&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;tica internacional", "O poder legislativo para a transforma&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o do setor" e "O poder do setor da musica para a transforma&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o do pa&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;s".. Al&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;m dos expositores, membros dos poderes Legislativo e Executivo, o Semin&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;rio contar&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;com a participa&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o de diversos artistas, estando j&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;confirmadas as presen&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;as de Fernanda Abreu e Ivan Lins. O Semin&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;rio &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;uma iniciativa da Frente Parlamentar Pr&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;m&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica, e conta com o apoio de diversas entidades e grupos do setor, entre eles a ABMI (Associa&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o Brasileira de M&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica Independente), SindMusi-RJ (Sindicatos dos M&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sicos Profissionais do Rio), N&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;cleo Independente de M&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sicos e Rede Social da M&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;sica. O Semin&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;rio &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;aberto e os interessados devem se credenciar junto &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;agrave; &lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;Comiss&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o de Educa&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;o e Cultura da C&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;&amp;acirc;&lt;font face="Garamond" color="#808080" size=2&gt;mara. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114790745804335438?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114790745804335438/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114790745804335438' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114790745804335438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114790745804335438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/05/mmara.html' title='M&amp;uacute;sica vira tema de semin&amp;aacute;rio na C&amp;acirc;mara'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114609346413483717</id><published>2006-04-26T20:17:00.001-03:00</published><updated>2006-04-26T20:17:44.133-03:00</updated><title type='text'>CARTA ABERTA A NOCA DA PORTELA</title><content type='html'>&lt;font size=2&gt;CARTA ABERTA A NOCA DA PORTELAPrezado NocaPermito-me o tratamento informal porque no momento em que lhe escrevo j&amp;aacute; n&amp;atilde;o sou seu subordinado, mas apenas um colega m&amp;uacute;sico, embora militando em outra vertente da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical.Confesso que fiquei perplexo ao tomar conhecimento de minha demiss&amp;atilde;o pelo jornal. Penso que o meu passado de trabalho em todas as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelas quais passei mereceria um tratamento menos indigno  como de resto qualquer subordinado.N&amp;atilde;o discuto o seu direito de substituir qualquer ocupante de cargos de confian&amp;ccedil;a de sua Secretaria, tanto que coloquei o meu &amp;agrave; sua disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;atilde;o logo soube de sua nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas n&amp;atilde;o aceito a forma grosseira com que isso foi feito. E nem posso levar em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o as desculpas que me apresentou por telefone (depois de rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es e cr&amp;iacute;ticas que recebeu em sua pr&amp;oacute;pria Secretaria) de que a not&amp;iacute;cia vazou para a imprensa antes da hora, porque voc&amp;ecirc; sabe t&amp;atilde;o bem quanto eu QUEM ligou para a coluna do jornal passando a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.Perplexo tamb&amp;eacute;m fiquei porque essa medida desmentia a sua pr&amp;oacute;pria afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na cerim&amp;ocirc;nia de sua posse, de que todos ficassem tranq&amp;uuml;ilos porque n&amp;atilde;o haveria mudan&amp;ccedil;as nas equipes competentemente formadas por seu antecessor e que, segundo suas palavras, estavam tendo um excelente desempenho, pois, segundo afirmou, como em campeonato de futebol, em equipe que est&amp;aacute; vencendo n&amp;atilde;o se mexe. Voc&amp;ecirc; disse uma coisa e fez outra  o que n&amp;atilde;o significa que palavra de sambista n&amp;atilde;o mere&amp;ccedil;a cr&amp;eacute;dito, mesmo porque eu jamais duvidaria da palavra de amigos portelenses como Monarco (com quem tive o prazer de conviver e at&amp;eacute; mesmo oportunidade de escrever na pauta musical, a seu pedido, um e outro samba de sua autoria, quando &amp;eacute;ramos colegas no JB), ou o grande Paulinho da Viola, exemplo de talento e de car&amp;aacute;ter, ou ainda do salgueirense Haroldo Costa, doutor em samba e carnaval. Tampouco duvidaria da palavra de meu pai, chor&amp;atilde;o e sambista em sua juventude, e nem dos meus dois filhos profissionais do samba e da MPB, e que tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o exemplos de retid&amp;atilde;o e car&amp;aacute;ter. Considero, portanto, o seu ato como de responsabilidade estritamente pessoal, n&amp;atilde;o obstante as justificativas que me apresentou por telefone, de que obedecia a injun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de natureza pol&amp;iacute;tica  certamente n&amp;atilde;o da mai&amp;uacute;scula Pol&amp;iacute;tica Cultural, mas da min&amp;uacute;scula pol&amp;iacute;tica do apadrinhamento, do interesse pessoal e do corporativismo. Lamento que uma Secretaria como a de Cultura, para mim a mais importante n&amp;atilde;o por seu minguado or&amp;ccedil;amento, mas por sua abrang&amp;ecirc;ncia e significa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no contexto da Sociedade, possa estar &amp;agrave; merc&amp;ecirc; desse tipo de pol&amp;iacute;tica.Finalmente, quero confessar que me entristece ser atropelado em meio a um trabalho amplamente reconhecido de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MIS, e que vem sendo realizado gra&amp;ccedil;as n&amp;atilde;o aos recursos or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios, diminu&amp;iacute;dos em quase 50% nos &amp;uacute;ltimos dois anos, mas ao aporte financeiro de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de apoio &amp;agrave; cultura como a Petrobras, que investiu mais de um milh&amp;atilde;o em projetos de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede da Lapa (com o apoio do INEPAC) e de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de partituras e acetatos hist&amp;oacute;ricos da R&amp;aacute;dio Nacional  recursos captados diretamente ou atrav&amp;eacute;s de parcerias  e a Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Vitae de S&amp;atilde;o Paulo, que possibilitou o restauro e a digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais de uma centena de negativos panor&amp;acirc;micos da Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o Augusto Malta. Ali&amp;aacute;s, no mesmo dia em que sa&amp;iacute;a a not&amp;iacute;cia de minha demiss&amp;atilde;o na coluna de Ancelmo G&amp;oacute;is, o Di&amp;aacute;rio Oficial do Estado publicava a libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pela Petrobras, de um recurso suplementar de R$80.000,00, por n&amp;oacute;s solicitado para completar a reforma tamb&amp;eacute;m dos espa&amp;ccedil;os internos da sede da Lapa.Com esses recursos, aplicados rigorosamente, cada centavo, na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projetos a que se destinavam, foi poss&amp;iacute;vel adquirir dezenas de equipamentos, criar esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acervos, promover o tratamento e a transfer&amp;ecirc;ncia para suporte digital de 20 mil partituras e mais de uma centena de acetatos cujos originais corriam o risco de se perder pela a&amp;ccedil;&amp;atilde;o delet&amp;eacute;ria do tempo e do manuseio direto. E em parceria com o Instituto Jacob do Bandolim, centenas de grava&amp;ccedil;&amp;otilde;es hist&amp;oacute;ricas desse grande m&amp;uacute;sico foram restauradas e digitalizadas.Para dar continuidade a esse trabalho, uma equipe de funcion&amp;aacute;rios recebeu orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica de profissionais da &amp;aacute;rea, de modo a permitir que, a m&amp;eacute;dio prazo, todo o acervo do mais importante centro de mem&amp;oacute;ria audiovisual do pa&amp;iacute;s possa ser digitalizado e assim preservado definitivamente.Todo esse trabalho tem sido realizado com carinho, dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e persist&amp;ecirc;ncia pela pequena, mas valiosa, equipe de muse&amp;oacute;logas, t&amp;eacute;cnicos e estagi&amp;aacute;rios, al&amp;eacute;m de t&amp;eacute;cnicos terceirizados, especialmente contratados com recursos dos pr&amp;oacute;prios projetos. O esp&amp;iacute;rito de equipe prevaleceu durante toda a gest&amp;atilde;o da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que agora se despede, e que sai com a consci&amp;ecirc;ncia tranq&amp;uuml;ila pela certeza de haver dado o melhor de si num trabalho voltado exclusivamente para os interesses da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.Ao deixar a FMIS, acredito ter cumprido o compromisso que assumi ao ser convidado pela ent&amp;atilde;o Secret&amp;aacute;ria Helena Severo, de priorizar o tratamento e a preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acervo, que representa a pr&amp;oacute;pria raz&amp;atilde;o de ser da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.Fundamental, para o cumprimento dessa tarefa apenas iniciada, foram a compet&amp;ecirc;ncia e a dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das muse&amp;oacute;logas respons&amp;aacute;veis pelas diversas cole&amp;ccedil;&amp;otilde;es e da Ger&amp;ecirc;ncia de Acervos, a seriedade, firmeza e determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Diretoria Administrativa e Financeira e sua equipe de apoio, e a total dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, intelig&amp;ecirc;ncia e capacidade de planejamento e execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Vice-Presid&amp;ecirc;ncia.&amp;Eacute; toda essa estrutura, em pleno funcionamento n&amp;atilde;o obstante as muitas limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es e dificuldades, que agora se desmonta  e oxal&amp;aacute; isso n&amp;atilde;o comprometa o projeto de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o necessita para sua pr&amp;oacute;pria sobreviv&amp;ecirc;ncia. No sonho, ficam tamb&amp;eacute;m outros projetos que n&amp;atilde;o foram realizados por falta de recursos e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, como a restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede hist&amp;oacute;rica da Pra&amp;ccedil;a XV, a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cine MIS e a digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todo o acervo da extraordin&amp;aacute;ria cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Depoimentos para a Posteridade (projeto recentemente encaminhado &amp;agrave; CAIXA para apoio financeiro e em fase de an&amp;aacute;lise), a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Instrumentos Musicais Brasileiros, para reunir, numa mostra permanente de car&amp;aacute;ter did&amp;aacute;tico e musicol&amp;oacute;gico, todos os instrumentos utilizados em manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es populares de todo o pa&amp;iacute;s, a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias e permanentes uma vez conclu&amp;iacute;da a reforma da sede hist&amp;oacute;rica, a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um Plano de Cargos e Sal&amp;aacute;rios, a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Amigos e a retomada dos depoimentos e das edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gr&amp;aacute;ficas e fonogr&amp;aacute;ficas para divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acervo. Projetos que, esperamos, possam ser realizados pelas pr&amp;oacute;ximas administra&amp;ccedil;&amp;otilde;es.Por &amp;uacute;ltimo, assinalo, por curioso, o fato de que um m&amp;uacute;sico, que talvez exer&amp;ccedil;a pela primeira vez uma fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa, tenha feito de seu primeiro ato a destitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outro m&amp;uacute;sico, sem se preocupar em conhecer o seu trabalho e sem aviso pr&amp;eacute;vio. Como disse um dos meus filhos, o Noca desafinou... na &amp;eacute;tica.Formulo, apesar de tudo, os melhores e mais sinceros votos para que sua gest&amp;atilde;o n&amp;atilde;o se paute por a&amp;ccedil;&amp;otilde;es como essa, mas que atenda efetivamente aos reais interesses da Cultura em todas as suas vertentes.Rio de Janeiro, 26 de abril de 2006Edino Krieger&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114609346413483717?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114609346413483717/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114609346413483717' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114609346413483717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114609346413483717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/04/carta-aberta-noca-da-portela.html' title='CARTA ABERTA A NOCA DA PORTELA'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114609343205238592</id><published>2006-04-26T20:17:00.000-03:00</published><updated>2006-04-26T20:17:12.093-03:00</updated><title type='text'>A DEMISSÃO DE EDINO KRIEGER</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;font size=3&gt;A DEMISS&amp;Atilde;O DE EDINO KRIEGER &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=3&gt;No meio de tantos esc&amp;acirc;ndalos pol&amp;iacute;ticos e governamentais, as coisas da cultura s&amp;oacute; raras vezes s&amp;atilde;o abordadas. Desta vez, intelectuais, jornalistas e a pr&amp;oacute;pria Internet est&amp;atilde;o ferventes. Listas e mais listas de ades&amp;atilde;o. Sem explicar motivos (n&amp;atilde;o os h&amp;aacute;) o novo Secret&amp;aacute;rio de Cultura do Governo do Estado, o compositor Noca da Portela, demitiu o compositor Edino Krieger de Presidente do Museu da Imagem e do Som. Associo-me ao espanto geral. &lt;br /&gt;Edino Krieger n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas um compositor de m&amp;uacute;sica brasileira chamada erudita. &amp;Eacute; uma gl&amp;oacute;ria internacional de nossa m&amp;uacute;sica. Em Pa&amp;iacute;s no qual os compositores contempor&amp;acirc;neos de m&amp;uacute;sica erudita brasileira quase n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m canais de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Edino &amp;eacute; festejado como um nome altissonante, respeitado e soberbo. S&amp;atilde;o essas pessoas que honram o Brasil. &lt;br /&gt;O Noca da Portela tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; um &amp;oacute;timo compositor de m&amp;uacute;sica popular da melhor qualidade na linha do chamado samba de raiz, um g&amp;ecirc;nero not&amp;aacute;vel e igualmente marginalizado injustamente por r&amp;aacute;dios e televis&amp;otilde;es. Fico a pensar: ser&amp;aacute; uma inimagin&amp;aacute;vel disputa de m&amp;uacute;sica popular com m&amp;uacute;sica erudita? N&amp;atilde;o pode ser. Ademais n&amp;atilde;o existe m&amp;uacute;sica popular e m&amp;uacute;sica erudita: existe boa m&amp;uacute;sica ou m&amp;aacute;. &lt;br /&gt;Edino ademais, &amp;eacute; um grande car&amp;aacute;ter, j&amp;aacute; deu, al&amp;eacute;m de compositor, v&amp;aacute;rias demonstra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de compet&amp;ecirc;ncia, honradez e trabalho s&amp;eacute;rio em outros cargos p&amp;uacute;blicos que presidiu, roubando inestim&amp;aacute;vel tempo de sua atividade criativa para ajudar o Brasil e sua cultura. &lt;br /&gt;Pouca gente sabe, mas s&amp;oacute; a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de partituras esquecidas ou em fase de estrago de antigas m&amp;uacute;sicas brasileiras, trabalho maravilhoso, s&amp;oacute; isso seria suficiente para consagr&amp;aacute;-lo como servidor p&amp;uacute;blico. E &amp;eacute; uma gota de &amp;aacute;gua em sua atividade. Mas neste pa&amp;iacute;s quem &amp;eacute; que sabe dessas coisas de cultura: quase tudo &amp;eacute; mercado financeiro, consumismo, Big Brother Brasil, intriga pol&amp;iacute;tica, corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o, silicones, assaltos. Por isso, at&amp;eacute; a palavra irado virou o contr&amp;aacute;rio do que significa... &lt;br /&gt;Que fase dolorosa e med&amp;iacute;ocre esta que o Brasil est&amp;aacute; a viver ! Tenho a certeza de que, fosse o Edino Krieger o Secret&amp;aacute;rio de Cultura e ao empossar-se encontrasse um compositor popular da qualidade e biografia do Noca, jamais o demitiria sem mais nem menos e sem sequer comunicar-lhe (como aconteceu agora) do Museu da Imagem e do Som, uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;vel &amp;agrave; mem&amp;oacute;ria musical do Brasil. E isso que o Edino tem n&amp;iacute;vel para ser melhor do que muito Ministro da Cultura dentre tantos que passam ou j&amp;aacute; passaram por essa pasta do governo federal. &lt;br /&gt;Sugest&amp;atilde;o suave mas firme de um homem vivido. Volte atr&amp;aacute;s, Noca. N&amp;atilde;o entre nesse ca&amp;ocirc;. Nem sei se o Edino aceitaria. Afinal de contas, n&amp;atilde;o era o cargo de Presidente do Museu da Imagem e do Som que o prestigiava. Desculpe, mas era o ele que o honrava. &lt;br /&gt;Artur da T&amp;aacute;vola"&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114609343205238592?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114609343205238592/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114609343205238592' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114609343205238592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114609343205238592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/04/demisso-de-edino-krieger.html' title='A DEMISS&amp;Atilde;O DE EDINO KRIEGER'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114530759012124125</id><published>2006-04-17T17:59:00.000-03:00</published><updated>2006-04-17T17:59:50.120-03:00</updated><title type='text'>Robbie Williams dá novo passo rumo à "revolução digital"</title><content type='html'>&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;Robbie Williams d&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;aacute; &lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;novo passo rumo &lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;agrave; &lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;"revolu&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;o digital" &lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=2&gt;UOL - 11/4/2006- Por Reuters - Erik Kirschbaum &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#808080" size=2&gt;(Berlin) - Um novo telefone celular que inclui um link para o site de Robbie Williams &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;um passo rumo a uma "revolu&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o digital" da qual a ind&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;stria da m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica deve tirar vantagem, e n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o rejeitar, disse o agente do cantor. Williams, um dos artistas de maior sucesso na Europa, j&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;enfureceu executivos da ind&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;stria musical no passado ao elogiar a pirataria na Internet, chegando a cham&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;-la de "uma grande id&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ia". Em uma entrevista antes do in&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;cio da turn&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;mundial do cantor brit&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;acirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;nico, que deve come&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ar na segunda-feira, seu agente Tim Clark disse que a ind&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;stria deveria classificar quem procura a m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica digital como consumidor, e n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o como criminoso. Clark disse que Williams, que em outubro fez um show em Berlim que foi exibido para 100 mil celulares, queria levar a "revolu&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o digital" adiante. Ele disse que o novo celular, feito com T-Mobile e a Sony Ericsson, era apenas mais um passo rumo a esse objetivo. "As vendas em formato digital s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o uma realidade - est&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;claro que as vendas f&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sicas (da m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica) est&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o caindo em &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ndices de porcentagem de dois d&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;gitos", disse Clark, um dos dois agentes de Williams, quando questionado sobre o motivo de o cantor estar se unindo a empresas fora da ind&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;stria musical. "Vendas digitais j&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;significam um grande neg&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;cio em locais como a Cor&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ia e o Jap&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o. Queremos nos envolver porque gente como a T-Mobile e a Sony ter&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o uma enorme influ&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ncia sobre como a m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica ser&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;distribu&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;da. Temos que nos envolver para termos alguma influ&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ncia", disse. O celular, que ser&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;lan&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ado na segunda-feira, cont&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;m m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sicas de Williams e videoclipes, al&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;m de links para seu site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114530759012124125?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114530759012124125/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114530759012124125' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114530759012124125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114530759012124125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/04/robbie-williams-do-digital.html' title='Robbie Williams d&amp;aacute; novo passo rumo &amp;agrave; &quot;revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital&quot;'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114530744357271987</id><published>2006-04-17T17:57:00.000-03:00</published><updated>2006-04-17T17:57:23.616-03:00</updated><title type='text'>Seu iPod fica órfão de música no Brasil 
</title><content type='html'>&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;Seu iPod fica &lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;oacute;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;rf&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;atilde;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;o de m&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&amp;uacute;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;sica no Brasil &lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=2&gt;O Estado de S. Paulo - 11/4/2006- Por Link - Guilherme Werneck &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#808080" size=2&gt;Imagine como seria a sua discoteca se, no passado, cada &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;lbum que voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;comprasse precisasse de um toca-discos diferente. Se voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;comprasse um CD de uma determinada gravadora, ele s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;seria reproduzido em aparelhos compat&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;veis com ele. Provavelmente voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o teria discos, certo? Pois &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;isso que, na pr&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;tica, acontece com a m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica digital. O vil&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o dessa hist&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;ria &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;o chamado Digital Rights Management (DRM), o sistema de criptografia que controla a licen&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;a digital. Isso significa que, mais do que um arquivo de m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica, como um MP3 normal, a m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica que voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;compra com DRM carrega junto as informa&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es do que voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;pode ou n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o fazer com aquela m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica. As gravadoras, principalmente as multinacionais , n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o colocam na web nenhuma m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;agrave; &lt;font color="#808080" size=2&gt;venda sem controlar os diretos digitais. Para piorar, cada loja virtual adota um tipo de DRM diferente. Na pr&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;tica isso significa que, se voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;comprar uma m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica no iMusica, s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;poder&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;ouvi-la no computador usando o Windows Media Player e s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;poder&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;passar essa m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica para tocadores digitais que leiam arquivos WMA, da Microsoft. Mas esse n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;um problema exclusivo do Brasil - afeta os consumidores em escala mundial. As principais lojas de m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica digital de fora do Pa&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;s, como o iTunes e o Napster, adotam modelos diferentes de DRM. Um dos principais atrativos de se comprar m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica digital &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;rechear o seu tocador preferido, sem ter muito trabalho. E a&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute; &amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;que as pessoas sentem o quanto essa l&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;gica de formatos distintos de prote&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o pode ser bastante perversa. Se voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;tem um iPod, o tocador mais vendido no mundo, e quer comprar m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica digital no iMusica, esque&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;a. O iPod n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o reproduz o formato WMA, da concorrente Microsoft. Isso porque a Apple tem o seu pr&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;prio formato para arquivos protegidos, o AAC, que, por sua vez, n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;reconhecido pelos tocadores concorrentes. Nos Estados Unidos, as gravadoras colocam suas m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sicas &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;agrave; &lt;font color="#808080" size=2&gt;venda em diferentes lojas em formatos distintos. Assim, se voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;tem um iPod, s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;vai comprar na loja da Apple. Se tem um da Creative, ter&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;de comprar no Napster, por exemplo. Mas e se voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;quiser, no futuro, trocar de tocador? A&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;toda a m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica que voc&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ecirc; &lt;font color="#808080" size=2&gt;comprou - e n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o pagou barato por ela - ter&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;de ser comprada novamente s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;por causa da mudan&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&lt;font color="#808080" size=2&gt;a de tecnologia. No caso do Brasil, em que s&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;temos o iMusica, n&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;poss&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;iacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;vel comprar localmente m&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sicas que toquem no iPod. Para o diretor da Associa&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o Brasileira da M&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;sica Independente e professor da ESPN/Rio Jerome Vonk, um dos motivos dessa confus&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o de formatos acarretada pelo uso de DRM vem da pr&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;oacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;pria tradi&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;atilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;o da ind&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;stria fonogr&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;aacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;fica. "A grande verdade &lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;eacute; &lt;font color="#808080" size=2&gt;que a ind&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;stria nunca inventou nada, sempre foi muito reativa. Todas as inven&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;ccedil;&amp;otilde;&lt;font color="#808080" size=2&gt;es, desde o gramofone, vieram de fora da ind&lt;font color="#808080" size=2&gt;&amp;uacute;&lt;font color="#808080" size=2&gt;stria.". &lt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114530744357271987?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114530744357271987/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114530744357271987' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114530744357271987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114530744357271987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/04/seu-ipod-fica-sica-no-brasil.html' title='Seu iPod fica &amp;oacute;rf&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sica no Brasil &#xA;'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114529426937240440</id><published>2006-04-17T14:17:00.000-03:00</published><updated>2006-04-17T14:17:49.433-03:00</updated><title type='text'>Texto  Júlio Medaglia editado na Revista Concerto</title><content type='html'>&lt;font size=4&gt;Abaixo encontra-se o &amp;uacute;ltimo texto do J&amp;uacute;lio Medaglia editado na Revista Concerto. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size=6&gt;Deputado, cad&amp;ecirc; o meu?&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial" size=4&gt;E&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial" size=2&gt;m meados dos anos 70 eu assumi a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da R&amp;aacute;dio Roquette Pinto do Rio de Janeiro, emissora cultural-educativa do governo daquele Estado. Tomando conhecimento do universo administrativo no qual iria atuar, me dei conta que a emissora n&amp;atilde;o pagava direitos autorais pelas m&amp;uacute;sicas transmitidas. Com meus poderes gerenciais, atrav&amp;eacute;s de of&amp;iacute;cios, determinei que esses direitos fossem pagos imediatamente. Mas a quest&amp;atilde;o gerou pol&amp;ecirc;micas e os processos n&amp;atilde;o caminhavam. Fui, ent&amp;atilde;o, ao governador Faria Lima, um pol&amp;iacute;tico cuja dignidade e grandeza  tanto quanto a de seu irm&amp;atilde;o, nosso inesquec&amp;iacute;vel prefeito  nos deixa saudosas lembran&amp;ccedil;as nestes tempos de Severino Cavalcanti. Argumentando ele que aquele &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o havia sido criado pelo grande pioneiro da radiofonia brasileira para fins educativos e de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nossa cultura, que n&amp;atilde;o era uma r&amp;aacute;dio comercial, que n&amp;atilde;o gerava lucros a ningu&amp;eacute;m, que era financiada pelos impostos do contribuinte etc. etc., perguntou se mesmo assim eu achava que esses direitos deveriam ser pagos. "Governador", disse eu, "hoje de manh&amp;atilde; queimou uma v&amp;aacute;lvula do transmissor e o t&amp;eacute;cnico, ao adquirir uma nova, disse ao importador que n&amp;atilde;o iria pagar pois ela seria utilizada por uma r&amp;aacute;dio educativa. O sr. acha que o comerciante nos forneceu a v&amp;aacute;lvula?" &amp;Eacute; evidente que a pol&amp;ecirc;mica parou por a&amp;iacute; e, a partir da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sicas que &amp;eacute;ramos obrigados a enviar &amp;agrave; censura da &amp;eacute;poca, pela primeira vez uma emissora p&amp;uacute;blica passou a pagar direitos autorais. &lt;br /&gt;&amp;Eacute; extremamente curioso notar como a "aura" que envolve a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica, assim como seu car&amp;aacute;ter aparentemente abstrato, levam pessoas a acreditar que o produto cultural se diferencia, em seu potencial patrimonial, do de um bem de consumo comum. Isso gera in&amp;uacute;meras confus&amp;otilde;es, mas muitas vezes tamb&amp;eacute;m uma legi&amp;atilde;o de aproveitadores, como vimos na minha cr&amp;ocirc;nica anterior desta CONCERTO, quando abordamos o crime da pirataria. Hoje vamos lembrar mais um fato, t&amp;atilde;o question&amp;aacute;vel como o anterior, no qual os artistas  autores e int&amp;eacute;rpretes  s&amp;atilde;o igualmente os mais prejudicados. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size=3&gt;[...] Leia o artigo completo na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de maio da Revista CONCERTO.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font size=3&gt;(Leia mais not&amp;iacute;cias do mundo musical na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de maio da revista CONCERTO.)&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font color="#0000FF" size=3&gt;&lt;u&gt;Onde comprar a revista CONCERTO&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114529426937240440?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114529426937240440/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114529426937240440' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114529426937240440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114529426937240440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/04/texto-jlio-medaglia-editado-na-revista.html' title='Texto  J&amp;uacute;lio Medaglia editado na Revista Concerto'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-114459527688370549</id><published>2006-04-09T12:07:00.000-03:00</published><updated>2006-04-09T12:07:56.903-03:00</updated><title type='text'>Silvia de Lucca</title><content type='html'>Silvia de Lucca é mestre em Artes pela ECA-Usp, graduou-se em piano e Psicologia em 1982 e 1983, respectivamente. Residiu em Zurique e Genebra (1989-1993), onde se especializou em Composição. Atualmente dedica-se também às atividades de docente em diversas disciplinas musicais. Empenha-se na valorização do humano, das diferentes culturas e do indivíduo por meio de realização de pesquisas, palestras, criação de textos, elaboração de projetos sócio-educativos-culturais e, sobretudo, ao projeto ARTE DOS SONS, por ela idealizado e ministrado desde 1992 e que é destinado ao público leigo. Entre seus maiores objetivos está a conscientização do papel que os meios de comunicação de massa exercem na concepção musical brasileira.1. Estamos no mesmo barco de música, mas você na horrivelmente chamada "música erudita", e eu, na não menos horrível "música popular". O que você pensa sobre estes "rótulos"?As classificações podem ter uma função didática, de esclarecimento, para que se reconheçam as especialidades de cada área ou setor. Contudo, a mera classificação - no caso, músicas Erudita e Popular – sem que se tenha familiaridade suficiente com ambas para compará-las com mais profundidade em busca de mais conhecimento, acaba por provocar em grande parte do público uma distinção equivocada. Isto, não raramente leva a preconceitos muito cruéis. E pior, essa falta de informação generalizada acaba sendo usada, inclusive, pelo sistema político vigente, propositalmente ou por ignorância, para fazer valer o que se deseja como "verdade" para a sociedade. Houve épocas e lugares em que "Música Popular" era interpretada como ausente de nobre valor, hoje, no Brasil, por exemplo, o termo "Música Erudita" é tomado como sinônimo de antidemocrática. São termos muito ambíguos, que facilitam essas e outras falsas relações. Poderíamos acrescentar ainda o termo Música Folclórica, para fazer referência às três principais classificações da música ocidental. Entretanto, é bom lembrar que são incontáveis os gêneros fronteiriços, que não se encaixam em uma ou em outra classificação. Assim sendo, podemos questionar se esse modo de conceituar a música ajuda ou atrapalha.2. Você morou alguns anos na Europa onde se especializou em composição. Como foi esta experiência e em que sentido prático esta vivência acrescentou conteúdo ao seu conhecimento como musicista?Hoje, refletindo sobre isso, posso afirmar que fui atrás de nossa identidade brasileira e conseqüentemente atrás de minha brasilidade pessoal. Sobre a nossa cultura, ou sobre aS nossaS músicaS brasileiraS, ocorria perguntar-me qual seria entre elas o elo comum. Durante aquele período, ao freqüentar diversos eventos musicais, sentia que a música brasileira caracterizava-se de um modo peculiar mas, qual seria ele? Nada percebia diretamente relacionado à técnica de compositora que fosse significativamente distinto em nosso universo. É sabido, por exemplo, que a música brasileira contém algumas células rítmicas características, mas percebia não estar aí a nossa identidade musical, o que seria de grande simplicidade diante do tudo que ela representa. Uma tarde, conversando com um compositor suíço sobre as diferentes características dos diferentes povos, creio ter começado a esboçar uma resposta para aquela antiga busca ao citarmos a palavra ENERGIA. Anos depois, já de volta ao Brasil, ao ler o livro de Leopold Stokowski, "Música para todos nosotros" (1954), certifiquei-me tranqüila que a palavra "energia" não era descabida para qualificar nossa música, não importando qual seja sua especialidade. O mitológico regente contribuiu para que eu resolvesse quase que uma charada: a caracterização de nossa música está no CONTEÚDO, e esta consciência me fortifica no sentido de que, agora, eu entendo a função de minha música no mundo. 3. O que um estudo de composição abrange, especificamente? Trata do estudo das grandes obras de ótimos compositores ou, simplesmente, aprende-se a fazer música?Não é possível aprender a fazer música ou, melhor dizendo, não é possível aprender a ter idéias sonoras ou criar sons que não existem. Podemos sim aprender como melhor materializar tecnicamente a nossa fantasia, seja para redigi-la, quando necessário; seja para interpretá-la em um instrumento ou voz, de modo a ser fiel ao que se desejou expressar quando ainda no mundo da imaginação. Costumo dizer aos alunos que, ao desejarmos escrever uma carta, sabemos de início o que queremos transmitir, ao menos superficialmente, tanto os assuntos em si como o modo de fazê-lo. Ou seja, ser mais ou menos formal, mais ou menos objetivo, mais ou menos emocional, mais ou menos extenso, etc. Contudo, não basta ter essa consciência, nós precisamos saber escrever para redigir uma carta, ou ao menos saber ditá-la, e aí está o aprendizado. E quanto a conhecer as obras dos compositores consagrados, observamos justamente COMO, na prática, eles organizaram os sons para transmitir as suas mensagens. Interessa saber a estrutura de suas músicas assim como o seu funcionamento interno: que sons ele usou, em que ordem, como os combinou, etc. 4. Você também é formada em psicologia e, neste aspecto, como você avalia o material que é imposto pelas rádios, TVs e pela mídia impressa, incluindo revistas especializadas e de entretenimento, para o jovem consumidor da música?Entendo que não somente os jovens, mas o ouvinte (e leitor) em geral, está envolvido quase que somente com uma prática musical simplificada, repetitiva e padronizada. Limitada exclusivamente a alguns poucos estilos e gêneros. O que está em contradição com a multiplicidade da produção musical do planeta e mesmo brasileira. Além do que, essa restrita amostra do que é difundido, comumente não tem compromisso com a informação, amplitude e conteúdo, e menos ainda com o papel educativo desse material musical, que é visto sobremaneira pelos responsáveis como "produto de mercado". Trata-se de uma realidade que propicia a formação de hábito e gosto restrito, limitando o ouvinte à inexperiência sonora, à falta de parâmetros, à conseqüente desinformação musical generalizada. Esta situação, por sua vez, é absolutamente favorável à criação e desenvolvimento de mecanismos que procuram direcionar o ouvinte para o interesse que mais convém à indústria cultural e ao sistema capitalista: à compra compulsiva sem exigência. Eu poderia resumir dizendo que todo esse processo faz com que a personalidade de cada um, suas reais necessidades e interesses, e o direito à liberdade, sejam ignorados. 5. Você tem uma atividade política-social significativa, seja escrevendo matérias, ensinando música e etc. Na sua opinião, o que de mais urgente deve mudar na nossa sociedade em benefício da verdadeira e boa música?Proporcionar a todos, mas principalmente às crianças e adolescentes, o desenvolvimento de uma atividade musical com finalidade sócio-educativa-cultural, para que esse fazer possa despertar neles, e em quem com eles convive, a não-submissão aos problemas existentes, tanto pessoais como sociais. O envolvimento artístico gera novas referências e conseqüente interesse e confiança em buscar alternativas para a melhoria geral da qualidade de vida. Compreende-se aqui o papel fundamental que uma (boa) escola pode exercer na comunidade e no desenvolvimento geral do ser humano, que não se limita a (mal) ensinar a ler, escrever e fazer algumas operações matemáticas, para se saber o quanto é necessário trabalhar ou produzir a mais para pagar as próprias despesas.No entanto, esse trabalho educativo deve vir de várias frentes, e não somente da escola. E é preciso que passe necessariamente pela consciência e envolvimento do ouvinte - via difusão musical democrática -, a possibilidade infinita de conhecimento da música existente para o nosso proveito. Isso propiciará maior liberdade para a descoberta do que verdadeiramente atrai e interessa a cada um como música, inclusive como cultura, ideologicamente falando. 6. Fale um pouco dos seus projetos atuais e futuros.Depois de 40 dias de estadia em Buenos Aires, acabo de chegar. Na verdade, eu não suportava mais este cotidiano brasileiro-paulistano (2005 foi um ano de muitos conflitos e incertezas sobre a nossa rota), e resolvi "dar um tempo" da Terrinha. Ali pude trabalhar, estudar, caminhar e refletir muito. Dei uma entrevista na rádio Palermo sobre minhas pesquisas musicais e sobre o meu trabalho como compositora. Agora há o desafio de tentar mais uma vez adaptar-me ao que compreende um profissional autônomo em um país tão instável que desconhece as áreas de Educação, Cultura e Arte e todo o seu potencial. É preciso respirar fundo e seguir. Na prática dedico-me a terminar um trabalho que deverá tornar-se um livro em breve, destinado ao grande público que diz aquela frase "eu adoro música, mas não entendo nada"; também inicio a composição de uma série de obras para várias formações instrumentais; continuo a envolver-me com projetos que visam o acesso dos ouvintes à diversidade musical não disponibilizada pela grande mídia, e mantenho continuamente a minha atuação como docente.&lt;br /&gt;Silvia de Lucca foi entrevistada por Felipe Ávila,  profissional da música há 30 anos – guitarra e violão – e dedica-se a fazer e ensinar música com arte e qualidade.Postado no site &lt;a href="http://www.granjaviana.com.br/"&gt;http://www.granjaviana.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.granjaviana.com.br/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-114459527688370549?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/114459527688370549/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=114459527688370549' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114459527688370549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/114459527688370549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2006/04/silvia-de-lucca.html' title='Silvia de Lucca'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-113140915628228425</id><published>2005-11-07T22:18:00.000-02:00</published><updated>2005-11-07T22:19:16.306-02:00</updated><title type='text'>Propostas para reunião CS Difusão em 9/11/05</title><content type='html'>Fórum Nacional da Música&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento com propostas para reunião da Câmara Setorial de Música do Ministério da Cultura dos dias 9 e 10 de novembro de 2005, elaborado pelo GT Nacional de Difusão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Macrodesafio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolver políticas públicas que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; democratizem a música brasileira, através da ampla reformulação das leis e praticas da radiodifusão, teledifusão, jornalismo e distribuição de mídias musicais, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;com objetivos de impossibilitar a predominância ou monopólio das empresas e instituições da cadeia produtiva da música, na difusão da cultura nacional, desta forma permitindo ampla e irrestrita difusão de toda a música nacional, independente de origens, estilos musicais ou procedência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criar condições para: um amplo desenvolvimento da produção musical independente em todo o território nacional, de forma a garantir sua diversidade e representatividade local e regional, além do acesso democrático aos meios de difusão, a toda atividade profissional da cadeia produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A – Fomentar a execução pública de música ao vivo, com objetivo de difusão da música brasileira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Incentivo à execução de música brasileira erudita de concerto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 – Obrigatoriedade de execução de músicas brasileiras de concerto, nas apresentações das orquestras públicas federais, estaduais e municipais com porcentagens a definir;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Incentivo aos shows e festivais de música, que promovam a diversidade e o intercâmbio entre artistas das diversas regiões do Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 – Incentivo  público à criação e a manutenção de festivais de música que gerem intercâmbios entre as regiões brasileiras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 – Fomento à manutenção de calendário anual nacional de festivais de música;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 – Fomentar a criação de circuitos de música dando visibilidade e&lt;br /&gt;publicidade aos já existentes e incentivando novos eventos a fazerem&lt;br /&gt;parte destes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 – Mapear e documentar as festas e manifestações populares, festivais, espaços para shows, projetos e programas de diversas localidades e regiões, equipamentos culturais e acervos disponíveis, legislação cultural, cadeias e circuitos de produção e difusão, disponibilizando à sociedade os resultados na Internet, em portais de acesso amplo e irrestrito; &lt;br /&gt;2.5 – Estimular o entendimento dos profissionais da produção com&lt;br /&gt;entidades não governamentais, no intuito de aprofundar a criação&lt;br /&gt;de parcerias que possam gerar e consolidar novos circuitos de difusão;&lt;br /&gt;2.6 – Criação e realização de festivais pelas redes de rádios e tvs Educativas, com objetivo de ampla difusão da música brasileira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.7 – Obrigatoriedade de show de abertura ou a inclusão na programação dos eventos de músico(s) local(is) em apresentações de artistas estrangeiros em território nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Estimulo e manutenção dos festivais realizados pelo MinC/Funarte, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 – Continuidade do projeto Pixinguinha e da circulação da música de concerto, consignada à apresentação gratuita, junto aos alunos da rede escolar pública e privada, na oportunidade em que ocorrer a apresentação do artista para o público em geral, em parceria com as secretarias de educação locais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 – Projeto sistemático de música nas universidades, incluindo a realização de workshops por artistas, na oportunidade em que ocorrer a sua apresentação (sugerir a assinatura de um convenio formal do MinC com o MEC ou com as próprias universidades federais nesse sentido);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 – Realização de um festival anual pela TV Educativa, nos moldes da cidade de  Avaré/SP (com reuniões/ palestras/ workshops) com divulgação na rede pública e privada de radiodifusão, no espaço previsto na reserva de difusão regional e com fomento ao apoio das estatais federais, estaduais e municipais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 – Artistas selecionados através de editais públicos, que vierem a apresentar em espaços da União, estaduais e municipais, tenham acesso à divulgação de seus shows e à veiculação da divulgação nas rádios públicas e educativas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: O artista que se apresentar na sala Funarte Sidney Miller (RJ) teria seu show divulgado na Rádio Nacional e MEC, bem como teria um espaço de divulgação em programas da TVE;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Incentivo a execução de música ao vivo em espetáculos, apresentações e veículos de comunicação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.1 – Coibir a utilização indevida do Play-Back, regulando a cobrança dos direitos autorias e conexos na forma mecânica correspondente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2 – Incentivos fiscais (a definir entre federais, estaduais e municipais), com objetivo de estimular a execução de música ao vivo em bares, clubes e hotéis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Utilização dos instrumentos existentes na legislação da educação (LDB) com finalidades de difusão da música brasileira nas escolas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.1 – Implantação de sistema de difusão da música brasileira nas escolas objetivando a formação de platéia. Ambas as atividades exercidas por músicos de formação ou experiência, pró diversidade de gêneros, estilos e tendências musicais, propiciando a criação de novos e diferentes referenciais, inclusive de diferentes épocas da história da música; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B – Estimular a criação de redes de difusão da música brasileira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diretrizes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Estimular a criação de redes, cooperativas, Ongs, Osips e todas&lt;br /&gt;manifestações de associativismo por parte dos músicos, no sentido de&lt;br /&gt;preservar a criação regional e sua difusão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;1.1 – Apoiar as iniciativas de organização da sociedade civil, através&lt;br /&gt;do estímulo à criação de redes e cooperativas de músicos;&lt;br /&gt;1.2 – Criar linhas de crédito para a fomento e gestão dessas cooperativas;&lt;br /&gt;1.3 – Implantar o “Sistema Nacional de Informações Culturais” conforme&lt;br /&gt;já divulgado pelo MINC;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.4 – Promover medidas objetivando que as diversas etapas de produção da música e seus produtos tenham benefícios fiscais, equivalentes aos concedidos nos casos de produção de livros, condicionando o benefício à utilização, nas produções (MICROEMPRESA), de músicos brasileiros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C - Fomento à distribuição e circulação da música com finalidade de difusão, democratizando o acesso dos músicos auto-produtores, independentes e da cadeia produtiva de pequeno porte - micro e pequenas empresas brasileiras de produção musical - aos meios de comunicação existentes ou que venham a ser criados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Criar instrumentos facilitadores da distribuição e circulação da música brasileira não prestigiada por contratos com as grandes gravadoras, independente do formato tecnológico. Promover a troca e o acesso a informação, por parte dos criadores e intérpretes, dos pontos de venda de fonogramas em nível nacional e dos espaços disponíveis para shows, incentivando a criação de redes de distribuição e difusão do trabalho independente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 – Incentivos fiscais com contrapartidas claras que favoreçam os Artistas Musicais auto-produtores e os Músicos, em suas reivindicações, pactuadas na reunião da Câmara Setorial de Música de tema Trabalhista;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2 – Desenvolver junto à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos&lt;br /&gt;um produto específico para circulação de fonogramas nos moldes do serviço "Reembolso Postal" com tarifa a preços populares para envio de materiais de músicos auto-produtores aos pontos de venda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3 – Distribuição e venda de fonogramas em sistema integrado de Internet através das Bibliotecas cadastradas na Rede Nacional de Bibliotecas Publicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.4 – Facilitar a distribuição dos produtos originários dos músicos independentes através de redes e órgãos federais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.5 – Prever em projetos das leis de Incentivo a cultura nacionais, estaduais e municipais, novo teto que contemple tiragem extra para doação de 1600 exemplares para difusão ao grande publico, através do depósito legal obrigatório na Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, atribuindo a este a função de centro distribuidor das obras musicais brasileiras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.6 – Regionalização da verba para música na lei de incentivo federal com o objetivo da difusão regional e nacional; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.7 – Mapear os pontos de venda de CDs independentes, por categoria e gênero, em todo o País, editando-se um catálogo destes pontos com os respectivos contatos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.8 – Criação de um catálogo nacional on-line via Internet dos músicos auto-empresários produtores de fonogramas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D – Reafirmar os Princípios da Constituição Brasileira, garantindo a ampla divulgação e execução da diversidade musical nacional, a partir do fomento da cultura e da produção regional através das emissoras de rádio privadas, em todos os Estados da Federação. Para efeito da proposta segue: Artigo 6º da Constituição Federal – Os Direitos Culturais reconhecidos pela constituição: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) direitos de criação cultural, compreendidas as criações artísticas (a música);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) direito de acesso às fontes da cultura nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) direito de difusão da cultura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) liberdade de formas de expressão cultural;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) liberdade de manifestação cultural;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) direito-dever estatal de formação do patrimônio cultural brasileiro e de proteção dos bens culturais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 221 da Constituição – "A produção e a programação das emissoras de rádio e de televisão atenderão aos seguintes princípios: (...) II- produção da cultura nacional e regional e estímulos à produção independente, que objetive a sua divulgação; III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais em lei, (...)".&lt;br /&gt;A Constituição e a lei prevêem a regionalização da cultura, englobando a música como bem protegido, devendo ser exigido pelos músicos independentes que seja cumprido o direito à difusão da música pelas rádios e tvs, bem como seja direito-dever estatal a formação do patrimônio cultural brasileiro e a proteção da música nacional;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cita-se o PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À CULTURA – PRONAC – LEI 8313/91&lt;br /&gt;Esta expresso na lei quais são as finalidade do PRONAC:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Facilitar o acesso às fontes (facilmente, entendidas como arquivos&lt;br /&gt;públicos) da cultura nacional.&lt;br /&gt;- Facilitar o pleno exercício dos direitos culturais (livre manifestação,...).&lt;br /&gt;- Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística nacional, valorizando o recurso humano e o conteúdo local.&lt;br /&gt;- Apoiar, difundir, valorizar o conjunto de manifestações culturais e os criadores.&lt;br /&gt;- Proteger as expressões culturais dos grupos formados pela sociedade, responsáveis pelo pluralismo cultural nacional.&lt;br /&gt;- Desenvolver a consciência internacional e respeito aos valores culturais e históricos do Brasil.&lt;br /&gt;- Estimular a produção e difusão de bens culturais (a música é um bem cultural).&lt;br /&gt;- Priorizar o produto cultural nacional.&lt;br /&gt;Os mecanismos são: FNC (Fundo Nacional da Cultura), FICART (Fundos de Incentivo Cultural e Artístico) e incentivos a projetos culturais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Medidas protecionistas de reserva de mercado, em salvaguarda dos interesses econômicos dos músicos/produtores nacionais e em defesa da segurança social e da cultural brasileira seguindo as novas diretrizes da UNESCO;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1   – Alteração da lei federal de radiodifusão, garantindo aos estados e municípios, maior autonomia para legislar a radiodifusão local;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2   – Ações na Organização Mundial do Comércio contra o Monopólio das gravadoras e produtoras multinacionais que dominam a radiodifusão, o direito autoral e o mercado econômico prejudicando a difusão da música no Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3   – Proteção da difusão cultural de todas as regiões brasileiras através de exigência de percentual mínimo de 20% de difusão da produção musical regional de artistas de seus respectivos municípios e estados da totalidade das programações das emissoras de rádio privadas, estabelecendo critérios democráticos que garantam, através do princípio constitucional da diversidade cultural (a música é cultura), o acesso dos criadores e intérpretes regionais, fiscalizando a sua aplicação em conjunto com a sociedade civil organizada e o Ministério Público;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.4   – Elaborar o mapeamento regional e nacional da música e um Catálogo Nacional de Emissoras, Produtores e Programadores de Rádios, dividido por Estado, contendo as seguintes informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      Endereços e contatos das Rádios, dos Produtores e Programadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      Perfil da programação de cada Emissora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      Perfil de cada programa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.5  – Estabelecer um Processo de Certificação - Selo Amigo da Música Brasileira, para as emissoras de Rádio e TV que veiculem um percentual mínimo de produção musical artística regionalizada na sua programação. Este Certificado será conferido por uma Comissão de Certificação, em âmbito regional, composta pelos agentes da cadeia produtiva da música ( entre eles o FPM);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.6  – Criar incentivos, através de renúncia fiscal (em âmbito Estadual e Federal) para que as empresas detentoras deste Certificado adquiram novos equipamentos para modernização e/ou ampliação de seu parque tecnológico a preços mais acessíveis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.7  – Criação de uma campanha nacional, feita pelo Ministério da Cultura, para a mobilização da sociedade em torno deste Processo de Certificação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.8  – Estabelecer um percentual mínimo de 5% de difusão dos programas produzidos em outros estados, garantindo uma visibilidade nacional à Musica Independente produzida em todo o País na grade das emissoras de rádio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Aumento da difusão da música, através das emissoras de rádio publicas e de entidades sem fins lucrativos como universidades e fundações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 – Facilitar a obtenção de concessão de sinal para novas emissoras de rádio educativas a diversas instituições sem fins lucrativos, incluindo sindicatos, associações e cooperativas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 – Incentivar a difusão do conteúdo artístico musical de cada Estado da Federação, nas Emissoras Públicas de Radio, nas Tvs Públicas, do Sistema S (STV) e nos canais universitários (UTV), identificando as oportunidades já existentes, além de buscar mecanismos para que essa produção regional seja veiculada em nível nacional, através de redes formadas e do estabelecimento de convênios para troca de programação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 – Proteção da difusão cultural de todas as regiões brasileiras, através de exigência de percentual mínimo de 50% de artistas, de seus respectivos municípios e estados, da totalidade das programações das emissoras de rádio públicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 - Cobrar dos organismos oficiais de cultura  o estímulo à  diversidade de gêneros, estilos e tendências musicais em geral e também o intercâmbio cultural entre as diferentes regiões do país;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5 – Intermediação dos Fóruns Permanentes de Música e Governo, com as representações comerciais ou outras representações empresariais para difusão de obras fonográficas independentes, produzidas no Brasil, na programação musical interna das lojas, shopping centers, aeroportos, supermercados, cinemas e diversos outros espaços de acesso público;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Incentivo ao surgimento de novos canais web, sites e rádio webs com objetivo de difusão da música nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 – Possibilitar o surgimento de novos canais virtuais através de instrumentos facilitadores, tais como programas de software livres;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 – Criação de programas de incentivos fiscais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 – Disponibilização de provedores gratuitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 – Incentivo a projetos de entidades que sejam direcionadas para a música de cada região através dos Pontos de Cultura do MinC;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Fomento a criação e ampliação de Audiotecas Publicas (BPN, MIS, e Bibliotecas estaduais e municipais) com finalidades de difusão da música brasileira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cita-se a lei: POLÍTICA NACIONAL DE ARQUIVOS PÚBLICOS – LEI 8159/91&lt;br /&gt;               São deveres do Poder Público a gestão documental e proteção especial a documentos de arquivo, como instrumento de apoio à&lt;br /&gt; cultura.&lt;br /&gt;               Os órgãos públicos, empresas privadas e as pessoas físicas podem ter arquivos públicos.&lt;br /&gt;               A música é cultura, e deve ser identificada como de interesse público e social, razão pela qual, deve ter sua guarda "permanente", sendo que todos têm direito a&lt;br /&gt; receber informações destes arquivos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;               Segundo a lei o CONARQ (Conselho Nacional de Arquivos) vinculado ao arquivo nacional definirão a política nacional de arquivos tendo como órgão central o SINAR (Sistema Nacional de Arquivos).&lt;br /&gt;               As esferas de atuação dos arquivos são FEDERAIS, ESTADUAIS e MUNICIPAIS.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.1 – Criação de Audiotecas Publicas virtuais com mídias MP3 e partituras em PDF, disponibilizadas em todos os estados brasileiros ligados em rede;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Regulamentação da radiodifusão DIGITAL com instrumentos que beneficiem a ampla difusão da música brasileira conforme os Princípios Constitucionais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.1 – Criação de instrumentos legais que permitam a abertura do sinal de rádio digital para empresas da iniciativa privada sem concessão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.2 – Fim da concessão, como única via para a abertura de emissoras de rádios e televisão, sejam elas através de onda, digitais e/ou Internet e outros meios que ainda possam surgir, para que sejam da livre iniciativa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.3 – Apoio ao sistema aberto de rádio digital – Sistema Europeu (O sistema americano é fechado e pago);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – Ampliar a diversidade de gêneros e artistas em execução nas emissoras de rádio com finalidade de difusão da música brasileira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.1 – Obrigatoriedade de no mínimo 1.000 (um mil) diferentes músicas por mês em cada emissora de rádio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.2 – Criação de um teto máximo de execução de uma mesma música por dia em cada emissora de rádio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.3 – Incentivo fiscal às rádios que diminuírem a limitação e repetitividade de gêneros, estilos e tendências musicais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.4 – Apoio cultural às rádios, em forma de Incentivo Fiscal e Premiação,  para que a multiplicidade de gêneros, estilos e tendências, assim como instrumental entre outros, entre nas programações abertas daquelas emissoras, especialmente nas comerciais, devido à proporção de alcance e poder de influência que significam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7        – Ampla reformulação das leis de difusão permitindo mais participação da sociedade civil na fiscalização da radiodifusão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de Ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.1  – Articulação política e pressão do executivo para aprovação do PL 1048/2003 – do Dep. Fernando Ferro (PT – PE), que, acrescenta dispositivo à Lei nº 4.117, de 27 de agosto de 1962, que "Institui o Código Brasileiro de Telecomunicações". Trata-se da lei que criminalizará a prática do Jabá nas rádios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.2 – Regulamentação para as emissoras que possuam concessões de status culturais/educativas, impedindo-as do uso para fins políticos e de publicidade de gestão de mandato eletivo. Deve-se primar pela divulgação da cultura. A regulamentação pode ser implementada pela exigência da formação de um conselho curador e paritário entre a entidade responsável e a sociedade civil organizada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.3  – Reserva Mercado e difusão da música brasileira com programação artística regionalizada em número de 50% na programação das rádios públicas, e 20% nas privadas e redes de TV com objetivo de difundir a produção local e autoral, primando pelo trabalho de qualidade. Espaço para música local em noticiários televisivos e jornais impressos. Veiculação obrigatória de agendas culturais dentro da programação das redes de TV e Rádio difusão locais e nacionais; Re-elaboração do PL 256/91, de autoria da deputada Jandira Feghali que trata destas questões;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.4 –  Ações do C.A.D.E (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) com objetivos de coibir e reprimir o abuso do poder econômico. Garantindo a ampla difusão da música brasileira e fortalecimento dos mercados regionais, através da repressão do jabá em defesa dos músicos independentes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.5  – Criação de instrumentos que permitam melhor aparelhamento da rede pública de difusão, bem como a presença e fiscalização do Minc na elaboração das diretrizes que vão nortear a programação dos veículos sejam eles educativos, públicos ou privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretriz &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8        – Promover medidas legais inibidoras para coibir o "jabá", estimulando medidas educativas, para a longo prazo enfrentar os efeitos  nocivos da padronização musical de má qualidade que impera nas rádios do país;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas de ação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.1 – Promover a redistribuição da partilha dos direitos conexos visando eliminar o círculo vicioso do "jabá", através do qual o dinheiro "retorna" para os produtores fonográficos e gravadoras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.2 – Estimular  Campanhas públicas de esclarecimento sobre o assunto, visando inclusive a conscientização do grande público sobre o fenômeno mercadológico "jabá" e todo o grau de interferência limitadora que isto significa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-113140915628228425?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/113140915628228425/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=113140915628228425' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/113140915628228425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/113140915628228425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/11/propostas-para-reunio-cs-difuso-em.html' title='Propostas para reunião CS Difusão em 9/11/05'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-112187673287735610</id><published>2005-07-20T13:24:00.000-03:00</published><updated>2005-07-20T13:25:32.886-03:00</updated><title type='text'>Felipe explica o - MinC apóia a exportação da Música Brasileira</title><content type='html'>Pessoal, forenses, vou me manifestar, acabei de chegar em casa e li esta noticia, e os e-mails relacionados. &lt;br /&gt;    Bem, a questão é a seguinte, conforme entendo:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;         1. Estamos desde novembro fazendo as reuniões do G.T. Difusão Externa do Rio, mas tivemos a vantagem de ter antes mesmo da existência de idéia de camara setorial ou G.T.s, a nossa própria rede de amigos e músicos no mundo, principalmente pela sua participação, Giselle, que está aí no exterior e realmente estabelece contatos e os compartilha com outros. Por isso tivemos a chance de concentrar muita informação em pouco tempo. O trabalho do G.T. está encerrado, faltando apenas a finalização dos questionários em 30 de setembro e processamento final em 30 de outubro, a tempo portanto, de apresentar tudo na CS, conforme calculamos na primeira reunião em novembro;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;        2.  Quando foi publicado, muito antes de abril, acho que em fevereiro ou março ainda (saiu no jornal) procurei a ABMI para coversarmos a respeito, e quando saiu este documento da APEX ficamos de boca aberta com a proximidade impressionante de propostas, das quais as nossas propostas não parecem haver vazado de nossas reuniões; Tais propostas, nesta época, já estavem estabelecidas por nós, mas não divulgadas, elas só apareceram públicamente quando publiquei as nossas atas neste FNM Difusão, há pouco tempo; Não há uma cópia de um para outro, mas sim, muita proximidade, o que nos leva a crer na precisão e pertinência alcançadas em nossas discussões;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;        3. Fiquei sabendo que este processo havia se iniciado três anos antes entre as consorciadas e o MinC e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e que finalmente havia saído. Nossa primeira impressão foi porque não fomos informados pelo MinC que este processo estava em andamento? Porque o MinC estabelecera um espaço de pactuação com os fóruns para a Camara Setorial e não para projetos já em andamento, fora de pactuação neste ambiente, é o que posso imaginar. &lt;br /&gt;        4.Todavia, e crendo nesta possibilidade, elaboramos um documento em duas etapas, uma primeira, enviada em mãos pelo Antonio Adolfo e Dalmo Mota, os delegados eleitos para o encontro, foi entregue em mãos ao Sr. Sérgio Sá Leitão, que se mostrou interessado no questionário e nos dados da pesquisa; Por isso, preparei um e-mail especialmente para informar a respeito da pesquisa, e dei detalhadamente todo o percurso cumprido pelo GT na época, nossos recursos e idéias, e ali oferecíamos a nossa contribuição, na participação neste acordo, fundamentando no questionário (objeto de interesse) e no fato da nossa mobilização, convocada para este fim, precípuamente;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    5. Este documento foi enviado duas vezes, no espaço de dez dias, com pedido de confirmação de leitura. Não chegou nada, nem a confirmação de leitura,infelizmente. O Sr. Sérgio Sá Leitão, assim como em outra oportunidade em que pedimos à Sra. Angela Andrade apoio institucional para as ações do G.T. não deram nenhuma resposta ou prestaram a colaboração solicitada; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5. Ao contrário, a ABMI é receptiva, e está interessada no questionário tambem. Aqui e agora é pertinente fazer a minha declaração pública de intenções em relação a todo o processo de trabalho do G.T. Difusão Externa do Rio de Janeiro, sendo que eu assumo a total responsabilidade pelas minhas declarações neste e-mail;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Declaro que não tenho ou imagino nenhum recurso que possa integrar este trabalho realizado pelo forum nacional com o projeto da APEX, forum do qual o GT Difusão Externa do Rio de Janeiro é parte e que o documento elaborado pelo G.T. o foi, com trabalho voluntário de seus integrantes, e que completará 12 meses de duração na ocasião do encontro na camara setorial, convocado para este fim. A nossa parte no intuito de oferecer nossa colaboração ou participação foi ignorada, não recusada; Uma vez que a pesquisa, através do questionário, foi realizada em nome do Forum Nacional de Músicos, constituído como trabalho voluntário para este fim, e aceito por todos os respondentes que se dispuseram a participar da pesquisa, sob estas declarações de intenção, afirmo que: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Todo o trabalho produzido pelo G.T. Difusão Externa do Rio de Janeiro, seus documentos, atas, pesquisa e  manifestos divulgados é de responsabilidade de seus integrantes, mas pertencente à toda comunidade de músicos brasileiros, residentes no país ou no exterior, e portanto financeiramente inegociável, cujos direitos devem reverter como patrimônio imaterial de informação de mercado mundial para consulta com acesso irrestrito de toda a comunidade de interessados. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Portanto, a minha intenção é de tornar público o documento final do GT em tempo hábil para a discussão dos forenses, e os dados finais da pesquisa a serem publicados nos site do GT e nos sites parceiros pelo mundo, sendo o docuemnto integral em formato Word e a pesquisa com cópia em Power Point. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Finalmente, em relação ao projeto, concordo com vocês: O projeto é muito bom mesmo, não porque é parecido com o nosso, mas porque o nosso que é parecido, foi elaborado para a democratização do acesso à exportação da música brasileira, sendo que, acredito, apenas uma instância governamental competente poderá atuar como poder moderador das distorções do mercado, cabendo a nós, nesta conformação, além de outras ações a serem adotadas, orar pela atuação do MinC neste sentido. Aos colegas deste processo eu agradeço muito, por tudo até agora. &lt;br /&gt;Se cabe aqui a expressão de meus sentimentos, eu compartilho com todos a minha apreensão e incerteza quanto ao futuro deste processo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Obrigado,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Felipe Radicetti&lt;br /&gt;Secretário G.T. Difusão Externa &lt;br /&gt;Forum de Música do Rio de Janeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-112187673287735610?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/112187673287735610/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=112187673287735610' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/112187673287735610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/112187673287735610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/07/felipe-explica-o-minc-apia-exportao-da.html' title='Felipe explica o - MinC apóia a exportação da Música Brasileira'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-112050996795893234</id><published>2005-07-04T17:45:00.000-03:00</published><updated>2005-07-04T17:46:07.963-03:00</updated><title type='text'>Leis incentivam difusão da cultura potiguar - RN</title><content type='html'>Leis incentivam difusão da cultura potiguar &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23/06/2003 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas leis, sancionadas recentemente, irão beneficiar e muito o mercado cultural do Rio Grande do Norte; principalmente para nossos escritores, cantores e compositores. A primeira lei determina que as lojas de departamentos da cidade destaquem a produção potiguar em suas prateleiras. A outra, obriga as emissoras de FM e FM comunitárias a executarem música de artistas daqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis foram sancionadas no último mês de maio e entrarão em vigor a partir da data de publicação no Diário Oficial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei que trata da comercialização da produção artística por parte das lojas de departamentos tem três artigos. O artigo 1º determina que as lojas citadas, e mais as livrarias, destaquem os produtos potiguares: CDs, DVDs, fotografias, livros e afins. O artigo 2º diz que tais produtos deverão estar bem visíveis e em separado dos demais produtos — as lojas devem afixar ainda o aviso: "Artistas Potiguares" ou "Autores Potiguares". O artigo 3º trata da vingência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à radiodifusão de artistas potiguares, a outra lei determina (Art. 1º) que é de obrigação de todas as emissoras de FM e FM Comunitárias do Estado a execução diária de, no mínimo, dez por cento (10%) de sua programação com artistas potiguares (intérpretes, compositores, humoristas e outros). Desse total, pelo metade da porcentagem acima deverá ir ao ar das 7 às 19 h, diariamente (Art. 2º). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu Art. 3º, a lei prevê a criação da Comissão Estadual dos Artistas Potiguares, que deverá ser vinculada ao Conselho Estadual de Cultura. De acordo com o Art. 4º, a Comissão terá as seguintes atribuições: cadastrar todos os artistas locais; manter contato, permanente, com as emissoras de rádio; acompanhar o trabalho das emissoras no que se refere ao cumprimento da lei; e ainda propiciar aos artistas potiguares a igualdade de oportunidade para a divulgação dos seus talentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infração do que determina a lei sujeitará os infratores a notificação por parte da agência reguladora responsável e, persistindo, a emissora ficará impedida de fazer qualquer tipo de transação comercial com o Poder Legislativo e com o Executivo pelo período que persistir a infração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-112050996795893234?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/112050996795893234/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=112050996795893234' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/112050996795893234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/112050996795893234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/07/leis-incentivam-difuso-da-cultura.html' title='Leis incentivam difusão da cultura potiguar - RN'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-111974871586717486</id><published>2005-06-25T22:17:00.000-03:00</published><updated>2005-06-25T22:18:35.873-03:00</updated><title type='text'>Onde está a crise da música brasileira? Maria Luiza Kfouri</title><content type='html'>Onde está a crise? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em entrevista à Folha Ilustrada em 25 de março último, Alexandre Schiavo, presidente brasileiro da fusão entre Sony Music e BMG, declarou que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há uma crise na produção musical, mas isso não é culpa da gravadora. É uma crise de criatividade, e não há um gênero musical que seja dominante, como havia na época do axé ou do forró.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de declaração não é novidade, pois de quando em quando, lemos na grande imprensa artigos mal humorados tratando da “crise” da música brasileira em que pese o prestígio da dita cuja em todo o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto é, que o repórter que ouviu esta bobagem passou à pergunta seguinte sem se dar ao trabalho de nenhuma contra-argumentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, gravadoras independentes, como a Biscoito Fino, a Acari, a Revivendo, a Fina Flor, a Bizarre, a Delira Música, a Dubas, a YB, a Maritaca, a CPC-Umes, a Trama, a Tratore, a Lua Discos, a Visom, a Velas, a Palavra Cantada e o Núcleo Contemporâneo – só para citar algumas – foram responsáveis pelo lançamento de mais de 100 títulos de excelente qualidade de música instrumental e vocal. Além delas, tivemos outros tantos lançamentos produzidos independentemente, pelo próprio músico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, é preciso que se diga, no caso da música instrumental, que há muito tempo os instrumentistas vêm segurando boa parte da qualidade de nossa produção, a despeito da quase nenhuma visibilidade na imprensa, no rádio e na televisão. Grandes músicos, como o clarinetista e saxofonista Paulo Moura, para citar um mais famoso, e o violonista e incansável pesquisador e restaurador de partituras Maurício Carrilho, passando por outros tantos que não vou enumerar porque são incontáveis, vêm gravando e lançando seus trabalhos com uma constância que beira a teimosia, dadas as dificuldades que enfrentam para distribuir e divulgar o que gravam. Instrumentistas que fariam a alegria de qualquer grande casa de espetáculo do mundo. Pequenas gravadoras que continuam em pé às custas do enorme sacrifício de seus mantenedores, e lançam discos sem parar. Discos de incrível qualidade tanto artística quanto técnica.&lt;br /&gt;No entanto, nos jornais, críticos de música anunciam a “falência da música brasileira”, a “falta de criatividade do músico brasileiro” e, enfim, a “crise em que produção musical brasileira está mergulhada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é aí que eu pergunto onde está a crise? Na criação ou na grande indústria fonográfica que, ávida de lucros, prefere lançar as kelly key da vida – com produção barata e rendimento fácil – a lançar um disco de Edu Lobo, que requer bons músicos, boa produção e lançamento cuidadoso? Onde está a crise? Na criatividade do músico ou na conivência da imprensa que, fazendo o jogo da grande indústria, dá destaque imerecido a lançamentos pífios e pequenas notas (quando as dá) ao que, de fato, merece destaque? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, a APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte – preferiu dar o prêmio de melhor disco de 2002 ao vendidíssimo “Os Tribalistas” a premiar “Princípios do Choro”, caixa com 15 CDs – lançada pelas gravadoras Acari e Biscoito Fino - que faz um inventário precioso dos primórdios de um dos gêneros mais ricos da música mundial, a partir da recuperação de partituras e com a participação de grandes instrumentistas da atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crise mesmo é ler uma patacoada deste tamanho vinda de um dito “executivo” da grande indústria do disco, que prefere fechar os ouvidos à imensa qualidade da produção musical deste país e abrir os olhos para um bumbum bonitinho que enfeite uma capa de disco, e ainda diz “que não é culpa da gravadora”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que se diga onde está a crise? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Luiza Kfouri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.discosdobrasil.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-111974871586717486?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/111974871586717486/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=111974871586717486' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111974871586717486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111974871586717486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/06/onde-est-crise-da-msica-brasileira.html' title='Onde está a crise da música brasileira? Maria Luiza Kfouri'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-111957255426870712</id><published>2005-06-23T21:21:00.000-03:00</published><updated>2005-06-23T21:22:34.276-03:00</updated><title type='text'>Proposta Hardy para ser debatida - 20/06/05</title><content type='html'>PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE A CRIAÇÃO DE UMA RESERVA ESTADUAL DE &lt;br /&gt;ESPAÇO PARA EXECUÇÃO DE PRODUÇÕES LOCAIS NAS RÁDIOS&lt;br /&gt;OU&lt;br /&gt;EMENDA AO PROJETO DO DEPUTADO FERNANDO FERRO (PT-PE) SOBRE O PAGAMENTO &lt;br /&gt;DE JABÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI REGULADORA DA EXECUÇÃO DE FONOGRAMAS MUSICAIS NAS RÁDIOS DO BRASIL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente da República&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disposições Preliminares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1° Esta Lei regula a execução de produções fonográficas, nacionais &lt;br /&gt;e estrangeiras, nas rádios de todo o território nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2° Para efeito desta proposta considera-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Gravadoras - As empresas de qualquer porte que se dediquem à produção &lt;br /&gt;de fonogramas musicais de artistas nacionais e/ou estrangeiros, e à sua &lt;br /&gt;comercialização em todo o território nacional e/ou no exterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Produtores Independentes -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    b.1. - As empresas de qualquer porte que se dediquem à produção e &lt;br /&gt;comercialização de fonogramas musicais, exclusivamente de artistas &lt;br /&gt;domiciliados no estado em que estão registradas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    b.2 - As cooperativas de músicos, compositores e intérpretes, &lt;br /&gt;formadas por músicos domiciliados no estado da federação de registro e &lt;br /&gt;atuação da cooperativa e que produzam fonogramas musicais, &lt;br /&gt;exclusivamente de seus associados ;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;    b.3 - Os artistas que produzem e comercializam as suas produções &lt;br /&gt;fonográficas próprias, sem vínculo contratual de comercialização ou &lt;br /&gt;distribuição de sua produção com quaisquer empresas, nacionais ou &lt;br /&gt;estrangeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Rádios Musicais de Capital Privado - As empresas de radiodifusão de &lt;br /&gt;capital privado que executem fonogramas musicais ou música ao vivo em, &lt;br /&gt;pelo menos, 30% (trinta por cento) do seu tempo útil no ar, descontados &lt;br /&gt;o tempo para publicidades comerciais, políticas e governamentais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Rádios Musicais de Capital Público - As empresas de radiodifusão de &lt;br /&gt;capital público que executem fonogramas musicais ou música ao vivo em, &lt;br /&gt;pelo menos, 20% (vinte por cento) do seu tempo útil no ar,descontados o &lt;br /&gt;tempo para publicidades comerciais, políticas e governamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Música Brasileira - A música, de qualquer gênero musical, composta &lt;br /&gt;por brasileiros e, também, interpretada por brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    § 1º: no caso de canção, considera-se música brasileira aquela cuja &lt;br /&gt;letra foi escrita e gravada em língua portuguesa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    § 2º: as versões de músicas estrangeiras, mesmo com letra na língua &lt;br /&gt;portuguesa, para efeito desta Lei, serão consideradas estrageiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO II - DAS EXECUÇÕES DOS FONOGRAMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Obrigatoriedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3°: Passa a ser obrigatória, em todo o território nacional, a &lt;br /&gt;execução de, no mínimo, 67% (sessenta e sete por cento) de músicas &lt;br /&gt;brasileiras nas Rádios Musicais de Capital Privado e de Capital &lt;br /&gt;Públicos, conforme abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    a) 47 % (quarenta e sete por cento) de fonogramas musicais de &lt;br /&gt;quaisquer produtores, sejam gravadoras, sejam produtores independentes, &lt;br /&gt;segundo os conceitos estabelecidos por esta Lei;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    b) 20% (vinte por cento), no mínimo, de fonogramas musicais de &lt;br /&gt;produtores independentes, igualmente segundo os conceitos estabelecidos &lt;br /&gt;por esta Lei;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    c) 5% (cinco por cento) de músicas clássicas, de qualquer origem;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    d) 28% (vinte e oito por cento) de músicas de outras nacionalidades, &lt;br /&gt;ficando vetada, no entanto, a execução de mais de 7% (sete por cento), &lt;br /&gt;do total geral (100%) de músicas gravadas numa determinada língua, a fim &lt;br /&gt;de que o público ouvinte possa ter, através da língua e da expressão &lt;br /&gt;musical, um maior contato com as mais diversas culturas do planeta, como &lt;br /&gt;forma de ampliar o seu horizonte cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    § 1°: A execução dos fonogramas musicais, atendendo a distribuição &lt;br /&gt;que dispõe a presente Lei, deverá ocorrer em todas as horas do dia, sem &lt;br /&gt;privilegiar horários para quaisquer das produções;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    § 2°: Para efeitos práticos, o horário poderá ser subdividido em &lt;br /&gt;quatro blocos, com programas específicos, das 00:00 às 06:00; das 06:01 &lt;br /&gt;às 12:00; das 12:01 às 18:00 e das 18:01 às 24:00, desde que, durante &lt;br /&gt;esses horários, a proporção estabelecida por esta Lei seja respeitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º: Para resguardar os direitos autorais devidos, cada rádio &lt;br /&gt;musical deverá enviar ao ECAD - Escritório Central de Arrecadação de &lt;br /&gt;Direitos, a relação de todas as músicas executadas durante a sua &lt;br /&gt;transmissão diária.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO III - DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º: O Ministério da Cultura deverá incentivar a criação de &lt;br /&gt;cooperativas musicais nos estados, bem como estabelecer os critérios &lt;br /&gt;para o registro das cooperativas e produtores independentes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º: Esta Lei entra em vigor cento e vinte dias após sua publicação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-111957255426870712?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/111957255426870712/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=111957255426870712' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111957255426870712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111957255426870712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/06/proposta-hardy-para-ser-debatida.html' title='Proposta Hardy para ser debatida - 20/06/05'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-111957106397021277</id><published>2005-06-23T20:57:00.000-03:00</published><updated>2005-06-23T20:57:43.976-03:00</updated><title type='text'>Resposta da Ana de Hollanda sobre  APEX</title><content type='html'>------ Forwarded Message&lt;br /&gt;From: Antonio Adolfo &lt;antonioadolfo@att.net&gt;&lt;br /&gt;Date: Wed, 27 Apr 2005 10:03:08 -0300&lt;br /&gt;To: Ana de Hollanda &lt;anadehollanda@uol.com.br&gt;&lt;br /&gt;Subject: Re: APEX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Lei do Direito Autoral (Lei 9610) considera produtor fonografico tanto a pessoa juridica quanto a pessoa fisica. Portanto, nao aceitar o produtor fonografico pessoa fisica eh um discriminacao. Alem do mais, ha muitos musicos produtores independentes que, ate possuem firma, mas nao podem arcar com o custo mensal de 200 reais da ABMI. Isso eh para quem tem catalogo, ou seja, para as gravadoras.&lt;br /&gt;Realmente o Projeto deveria ser aprimorado. Porque nao consultam os musicos produtores independentes? Alias, todos os projetos do MInC, que se referem a Musica deveriam ter uma Consultoria de musicos que convivem diretamente/diariamente com os problemas.&lt;br /&gt;Abs&lt;br /&gt;Antonio Adolfo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On 4/27/05 1:10 AM, &lt;br /&gt;"Ana de Hollanda" &lt;anadehollanda@uol.com.br&gt; wrote:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Antônio,&lt;br /&gt;Esse projeto é polêmico e, pelo que Sérgio Sá Leitão disse na reunião em Brasília, ainda está em estudos. Acho que pode ser mesmo aperfeiçoado com as propostas das Câmaras Setoriais. De qualquer forma, ele falou que, para participar é necessário que seja pessoa jurídica. Uma proposta de outras associações de pequenas e médias gravadoras, acredito que também poderiam ser bem aceitas.&lt;br /&gt;Beijos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----- Original Message ----- &lt;br /&gt;From: Antonio Adolfo &lt;mailto:antonioadolfo@att.net&gt;  &lt;br /&gt;To: ana-dehollanda &lt;mailto:ana.dehollanda@funarte.gov.br&gt;  ; Forum do DF &lt;&lt;br /&gt;Sent: Tuesday, April 26, 2005 7:24 PM&lt;br /&gt;Subject: Re: APEX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana&lt;br /&gt;Li por alto. O Projeto eh grande e maravilhoso. Nunca soube de algo com tal vulto na Musica Brasileira. Resta somente saber se os musicos produtores independentes nao associados as 2 (ou 3) entidades da pequenas e medias gravadoras irao se beneficiar. Pelo jeito, nao e isso eh uma pena, pois invalida um pouco a grandeza do Projeto, tornando um pouco elitista, ja que ha um sem numero de musicos que se enquadrariam nessa faixa excluida.&lt;br /&gt;Se der certo, e vai dar, num proximo a gente tenta corrigir essas e outras pequenas falhas, se eh que existirao.&lt;br /&gt;Abs&lt;br /&gt;Antonio Adolfo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On 4/26/05 5:19 PM, &lt;br /&gt;"ana-dehollanda" &lt;ana.dehollanda@funarte.gov.br&gt; wrote:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos encaminhando a proposta de convênio entre Apex e entidades de música.&lt;br /&gt;Ana de Hollanda&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-111957106397021277?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/111957106397021277/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=111957106397021277' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111957106397021277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111957106397021277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/06/resposta-da-ana-de-hollanda-sobre-apex.html' title='Resposta da Ana de Hollanda sobre  APEX'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-111789711992407959</id><published>2005-06-04T11:57:00.000-03:00</published><updated>2005-06-04T11:58:39.930-03:00</updated><title type='text'>CRIMINALIZAÇÃO DO JABÁ – por André Alves-PR</title><content type='html'>CRIMINALIZAÇÃO DO JABÁ – por André Alves (andré@xmaquina.com.br)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prática comum nas rádios brasileiras, o jabá é a externação da imoralidade, a celeuma que impede a ascensão e disseminação da verdadeira cultura brasileira. Atualmente no Brasil, não há lei que impeça as gravadoras de pagarem para veiculação repetitiva das músicas de seus artistas. Porém, o Projeto de Lei de iniciativa do Dep. Federal Fernado Ferro (PT/PE), que tramita no Congresso, pretende extirpar o jabá do mundo cultural brasileiro, tornando crime essa prática que atenta contra a liberdade de escolha do ouvinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jabá nada mais é que o pagamento efetuado pelas gravadoras às rádios para que toquem as músicas de artistas pré-selecionados, em quantidade e períodos contratados. Isto é a clara evidência da falta de uma política de desenvolvimento cultural adequada à realidade musical do país, pois se para divulgar cultura é preciso pagar, não há um mercado cultural, mas um mercado financeiro por trás das veiculações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um dos países com a maior diversidade musical do mundo. Temos grandes músicos, instrumentistas, compositores e um grande público, ansioso por novas opções que lhes satisfaçam seu gosto artístico. O jabá, por sua vez, é o entrave que impede esse link entre público e a nova arte, pois martela dia a dia a mesmice em nossos ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como, infelizmente, vivemos num país de maioria alienada sobre qualidade musical, utilizam-se as gravadoras desse ardil para que aquele velho ditado se concretize: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”; ou seja, por mais que a pessoa nem goste tanto do que ouve na rádio, passa a ter essa música como referência de mercado e de “sucesso”, o que influencia a grande massa e reinicia o ciclo vicioso do jabá, qual seja: pagar jabá pra vender CD e shows, vender CD’s para pagar jabá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de opção aliena ainda mais o ouvinte/consumidor, que perde a referência do que é realmente apreciável; assim, qualquer “é o tcham” faz sucesso tocando Felipe Dylon ao som de J. Quest, e de quebra com a Vanessa Camargo dançando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gravadoras ainda não entenderam que estão criando uma arapuca para elas mesmas, como o que ocorre no caso da pirataria. Só há pirataria em razão da ganância das gravadoras em lançar o preço dos CD’s para as alturas. Na arapuca do jabá as gravadoras serão pegas quando o mercado independente fluir, quando não houver novos talentos dispostos a se entregar à banalização da cultura, quando o consumidor se cansar de ouvir as mesmas coisas e não houver nada novo para jabalizar, a exemplo do que aconteceu com o Axé e vem ocorrendo com o Sertanejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado musical brasileiro se apóia em três alicerces: a produção artística (gravação, material impresso, jabá, etc), a distribuição do produto (CD’s, DVD’s, souvenirs) e a venda de shows. As gravadoras praticamente dominam estes três pontos do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dentro da produção se encontra o jabá, que impulsiona a venda – realizada somente nos locais em que as gravadoras distribuem os CD’s. Já os shows são vendidos por produtores, atrelados às gravadoras e às casas de espetáculos. Enfim, tem-se uma suruba monopolista na qual todos sabem quem come quem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dessa forma, quando se lança um artista no mercado, já há uma prévia esquematização de produção, venda, distribuição e espetáculos, tudo coordenado pela gravadora. Isso impede a criação de um mercado de distribuição independente, de produção independente e o pior, impede a livre escolha do público pelo o que é melhor. Ou ouve o que ta posto no mercado ou não houve nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jabá está sendo combatido com veemência pelas cabeças pensantes de nosso cenário cultural, contando com apoio, inclusive, de nosso Ministro da Cultura Gilberto Gil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O deputado Fernando Ferro, autor do projeto, afirmou que o problema do jabá está na indução ao consumo da indústria fonográfica. "Os ouvintes consomem uma operação financeira e não uma opção de programação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trâmite burocrático do projeto continua no congresso e é acompanhado de perto por todos os interessados que detém o poder econômico (rádios e gravadoras). Aliás, a bancada radialista é grande no congresso, presumindo-se que certamente haverá um lobby forte no momento da votação em plenário. Engraçado que lobby e jabá são coisas análogas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meios de comunicação – como rádios e TV’s - que funcionam por concessão do poder público, não são bens particulares que podem ser usados da forma que bem desejam os proprietários. A programação das rádios e o seu conteúdo são regulamentados por lei que impede a utilização inadequada deste espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As rádios devem lucrar sobre a venda de espaços promocionais, comerciais e publicitários, não com a venda de espaços na grade de programação musical. Sob esse ponto de vista nem se exigiria uma lei específica para dizer que jabá é crime; mas mesmo assim, como lei é questão de interpretação, melhor é ter aprovado o referido projeto para se regulamentar de vez essa questão, impedindo o pagamento para veiculação de músicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vantagens que existirão com a criminalização do jabá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desburocratização das grandes gravadoras, no que tange ao processo seletivo de artistas; &lt;br /&gt;impulsão do cenário independente, que poderia criar dentro das rádios uma nova forma de competitividade, como das rádios que descobrem novos talentos; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regionalização de micro-mercados culturais: sem o jabá, as rádios paulatinamente passariam a inserir em sua programação músicas de artistas locais, o que seria fator determinante para formação de um mercado cultural local. A partir do momento que o ouvinte puder discernir o que é bom e o que é ruim, o que é regional e o que é alienígena, poderá consumir o que melhor lhe tocar...daí depende de cada um de nós músicos trabalhar com a sensibilidade do público, sem artificialismo ou copilação de material estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a moralização da cultura e a adequação do mercado musical brasileiro aos padrões internacionais, o que atrairia, inclusive, a atenção de produtores internacionais para o mercado brasileiro. Aliás, maioria dos investimentos que o Brasil perde (em todas as áreas) é em razão da falta de credibilidade do empresariado brasileiro, que sempre busca subterfúgios para especular e lucrar excessivamente sobre a atividade que desenvolve. Falta, enfim, seriedade, profissionalismo e credibilidade ao mercado cultural brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, como acabar com essa imoralidade escancarada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente com organização política dos músicos e produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O fato de haver um projeto de lei que visa criminalizar o jabá já é um sintoma de organização de pessoas que entendem o problema. Que não se trata da música da “minha banda” não tocar na rádio, mas das conseqüências negativas para a cultura do país em médio prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se foi o tempo em que o rock’n’roll e a música eram coisas ligadas à independência burocrática, à irreverência e à atitude radical em relação às questões formais. Hoje, mais do que nunca, os artistas devem possuir convicção político-partidária, devem acompanhar as questões político-sociais que envolvem o nicho do qual fazem parte, devem estar abertos a todas as formas de organização que tenham por objetivo impulsionar e representar a categoria da qual fazem parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vê-se que todos reclamam da OMB, do ECAD, do jabá, das gravadoras, das rádios; mas quem está interessado em se aprofundar e buscar soluções para esses problemas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estas brigas estão ainda no início, todos estão tempestivamente convocados para pensar e comparecer, para apresentar soluções e manifestar opiniões, sem reclamações vazias. Todos devem estar atentos para o que regerá o nosso futuro, ou seremos eternamente regidos pelos especuladores do imenso mercado econômico, que estão preocupados com os próprios bolsos e não com a cultura brasileira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-111789711992407959?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/111789711992407959/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=111789711992407959' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111789711992407959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111789711992407959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/06/criminalizao-do-jab-por-andr-alves-pr.html' title='CRIMINALIZAÇÃO DO JABÁ – por André Alves-PR'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-111741020028561409</id><published>2005-05-29T20:42:00.000-03:00</published><updated>2005-05-29T20:43:20.290-03:00</updated><title type='text'>De Antonio Adolfo para Sergio Sa Leitao- maio/2005</title><content type='html'>Caro Sergio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de reforcar minhas sugestoes ao Programa de apoio a Exportacao de Bens Culturais no que tange a Musica Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que ha um equivoco ao se referir as gravadoras integrantes da ABMI como gravadoras independentes. Essas gravadoras sao simplesmente pequenas gravadoras e gravadoras de medio porte. Existem as "majors" e as gravadoras de pequeno e medio porte, cujo objetivo eh, em grande parte, o mesmo de qualquer empresa que vise lucros. Na verdade apropriaram-se do termo "independente", prestigiado pela imprensa por muito tempo (desde que alguns musicos investiram do seu proprio bolso para poder mostrar seu trabalho, sem interferencias, num movimento nacional iniciado nos anos 70), e utilizam os mesmos contratos leoninos que as grandes gravadoras sempre utilizaram. Algumas dessas gravadoras "independentes", inclusive, pagam jaba para terem seus produtos veiculados na midia e pertencem a fortes grupos economicos. A ABMI congrega esse grupo elitizado de pequenos e medios selos (gravadoras) tambem apropriando-se do termo Independente, cobrando uma taxa que os selos dos proprios musicos nao podem arcar. A ABMI mantem, inclusive,  convenios com entidades como a ABEM , Associacao Brasileira das Editoras de Musica, editoras essas que cobram dos musicos independentes altas taxas de “advance” pra poder liberar a inclusao de uma musica editada por qualquer dos seus associados em um disco de um musico produtor independente. No caso dos Associados à ABMI essa taxa eh dispensada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto em pauta nao pode se esquecer de, democraticamente, abrir inscricoes para todos e prestigiar os verdadeiros musicos independentes, empresarios de si mesmos (nao so em discos mas tambem em apresentacoes ao vivo). Esses verdadeiros produtores independentes, que bancando do proprio bolso suas producoes muitas vezes de vanguarda e ousadas, acabam marginalizados por nao conseguirem adentrar o mercado de discos e shows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro, portanto, uma selecao nao elitizada e, sim, algo que possa contemplar tambem esses produtores/musicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que deve-se abrir inscricoes a todos para que uma comissao competente possa selecionar o que ha de mais representativo. Nao adianta, mais uma vez, prestigiar-se somente os famosos, que ja tem um Mercado conquistado. Uma combinacao de artistas de renome com os desconhecidos, de grande talento, seria um formato justo e economicamente viavel, como ja comprovado pelo Projeto Pixinguinha em diferentes ocasioes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a disponibilizacao gratuita de conteudo para a veiculacao em TV, nao seria uma forma de desprestigiar nossa producao?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloco-me a disposicao para a troca de ideias referente ao Programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Adolfo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-111741020028561409?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/111741020028561409/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=111741020028561409' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111741020028561409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111741020028561409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/05/de-antonio-adolfo-para-sergio-sa.html' title='De Antonio Adolfo para Sergio Sa Leitao- maio/2005'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-111671318904355001</id><published>2005-05-21T19:05:00.000-03:00</published><updated>2005-05-21T19:06:29.060-03:00</updated><title type='text'>O produto musical transmitido no Brasil - Silvia de Lucca</title><content type='html'>“O produto musical transmitido no Brasil e aspectos sócio-educativos-culturais de sua influência”       Silvia de Lucca&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;RESUMO: o material musical transmitido pela mídia no Brasil, como exemplo de simplificação, limitação e padronização impostos pela indústria cultural. Através de seu poder de alcance e influência, somado à escassa presença de cursos de música na rede escolar, os meios de comunicação de massa estabelecem-se como o mais forte parâmetro musical nacional nas últimas décadas, formador de opinião, hábito, gosto e comportamento.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo-se do princípio que a ausência de um planejamento educacional ampla e profundamente organizado e eficazmente executado implicaria em uma condição para a estagnação do desenvolvimento generalizado de um povo, é que ao Brasil caberia, no momento, a preocupação e a dedicação daqueles mais conscientes e capazes para esta causa. No plano internacional, sobretudo na atual condição da globalização que a todo mundo se estende, sociedades não trabalhadas cultural e intelectualmente para o novo milênio, favorece sua marginalização ou sua submissão em diversos setores perante outros mais bem preparados. &lt;br /&gt;Escreve Hélio Sena (1989, p.11). &lt;br /&gt;“Todos sabemos que a identidade cultural é o principal fator de coesão de um grupo. Povo que perdeu sua identidade é mais fácil de ser dominado” . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gisela Ortriwano (1985, p.62), igualmente, faz uma referência alertando-nos diretamente no mesmo sentido: &lt;br /&gt;“As potências internacionais, sem exercerem qualquer pressão diplomática - e até obtendo lucros -, conseguem influenciar o resto do mundo não só com a divulgação da informação em si, como também da interpretação e emissão de opinião” . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frederico Moraes (1975, p.54) é mais específico, quando atribui à familiaridade com a arte, a única chance de o indivíduo defender-se dos perigos da alienação e do anonimato que hoje ocorrem via mídia:&lt;br /&gt;“Só quem está permanentemente aberto à busca do novo e do original, quem cria todo o tempo, pode enfrentar a massificação e o caráter repressivo da sociedade atual, a massagem contínua que representa a mensagem publicitária”  . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Coli (1981, p. 127) enfatiza: &lt;br /&gt;“Num sistema de ensino voltado para a formação a mais pragmática e tecnológica, sob o desinteresse e a incompetência dos ‘responsáveis’, e bombardeado por emissoras de rádio e TV regidas pelo princípio absoluto do lucro, você se encontra numa situação de grande miséria cultural”  . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessas premissas, entendemos ser fundamental entender e incluir a arte como fator básico de civilização, o que significa conquistar o interesse e quiçá a participação da nação como um todo em prol de seu próprio progresso por outras vias que não somente a econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Quanto ao ensino musical oficial no Brasil, foi introduzida por Decreto-lei em 1931 a obrigatoriedade da aula de música para todos os níveis escolares, época em que surge a proposta pedagógica de Villa-Lobos, cujo programa deveria ser implantado em todo o território nacional. Este pretendia uma educação estética, social e artística embasada no canto coletivo . Contudo, conforme o descompromisso para com a atividade artística de modo geral que veio se solidificando nas escolas a partir do período da ditadura, e segundo a idéia cada vez mais valorizada da necessidade da educação pragmática para uma sustentação econômica da nação, foi cultivada de modo ininterrupto e crescente a concepção de música como atividade fútil, supérflua e assim elitista. Estes conceitos, uma vez generalizados e sedimentados, contribuem para que não tenhamos consciência do poder que a música de fato tem sobre o ser humano - muito além e mais profundamente que aquelas funções descomprometidas - e nem tão pouco consciência do que somos, do que temos, e do que queremos.&lt;br /&gt;       Como uma infeliz coincidência, durante este período em pausa, afirmou Júlio Medaglia (1988, p.172;174)&lt;br /&gt;“a música de repetição que ele [Villa-Lobos] tanto temia, transformou-se na veiculação de um vasto detrito mercadológico, sem valor cultural e artístico, que grandes cadeias internacionais e nacionais de tráfico sonoro despejam pelo país afora sem que sua gente – analfabeta musicalmente e sem governantes sensíveis ao problema  –  tenha meios de rejeitar” .&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Discutir sobre Educação Musical atualmente, implica quase que necessariamente em não ignorar sua relação direta com o poder de influência dos meios de comunicação de massa, ou seja, a polêmica questão do papel destes como formadores de gosto e opinião, e mesmo de comportamento. Alertou Nereide Schilaro - uma vez responsável pela Educação Musical na Secretaria Municipal de Educação em São Paulo  - que conhecer música somente pelas rádios e TVs e, naturalmente, passar a valorizar apenas o tipo de produção que a mídia veicula, é assim um perigo a que está sujeito com freqüência aquele que nunca esteve especialmente envolvido com uma atividade musical ou que ignora por completo o conhecimento desta. Vale lembrar o quanto o material musical veiculado por eles está absolutamente presente em nosso cotidiano moderno, inclusive sem a nossa consciência, até mesmo contra nossa vontade, em quase todos os lugares onde estejamos, em quase todas as situações que vivemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tocante ao tipo de ascendência que os meios de comunicação de massa exercem sobre o público ouvinte, eles têm difundido um repertório limitado, homogêneo e repetitivo nos mais diversos aspectos e elementos musicais, tais como época, duração, local de origem, gênero/estilo, melodia, ritmo, dinâmica, harmonia, contraponto, instrumentação, forma, linguagem, fraseado, articulação. &lt;br /&gt;Assim como qualquer outro objeto da moda - conforme vem sendo observado, testemunhado, mas pouco documentado em nosso país - o repertório musical está significativamente estandardizado  embora, intencionalmente ou não, seja apregoado pelos próprios meios que o difundem como diversificado, planejado para atender às mais variadas preferências e exigências, conforme se caracteriza a tão heterogênea sociedade em nosso país.  &lt;br /&gt;No campo musical - no referente aos diferentes processos de aprendizagem e desenvolvimento auditivo - a mera repetição de estímulos sonoros idênticos ou semelhantes é fator determinante, levando à familiaridade e até mesmo ao vício neles mesmos. A distinção na escuta, no caso, fica a critério unicamente do maior ou menor grau de atenção, conscientização e reflexão envolvidos em tal prática, habilidades estas desenvolvidas – ou não – sobretudo durante a formação escolar, mais ou menos influenciadas pela mídia. Esta, por sua vez, faz-se importante enfatizar uma vez mais, tem sua presença garantida atualmente nos mais variados momentos e locais, e nas mais distintas sociedades. Assim sendo, torna-se imprescindível considerar e pesquisar em nossa realidade, o papel educativo musical tanto das escolas como dos meios de comunicação de massa, como os grandes responsáveis pela caracterização da audição musical dos mais diversos tipos de público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com raras exceções, um “pacote musical” bastante característico tem chegado à maior parte do público brasileiro nas últimas décadas, justamente quando o projeto de musicalização em escolas públicas perdeu definitivamente seu aval, para não sobrar mais que poucos arremedos de um sonho de democratização do ensino que alguns defendem como genuíno, ou excepcionais fenômenos de qualidade graças à força heróica de pessoas ‘teimosas’. &lt;br /&gt;Em busca de ampliar a compreensão dos muitos aspectos envolvidos neste tema, cremos cabível a tentativa de delinear o que entendemos como uma influência natural de distintas mas conectas circunstâncias, em que as chamadas contracultura e cultura de massa surgiram como reflexo, passando automaticamente a dar continuidade ao sistema, por proporem e reforçarem novas atitudes, tanto ideologicamente como na prática. Neste sentido, exemplificaremos a seguir o que julgamos como um generalizado sintoma musical nacional, através de dados recentes e ainda atuais - logo mais facilmente identificáveis: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ausência quase que total de uma real Educação Musical  em todos os níveis escolares, de instituições tanto públicas quanto privadas; &lt;br /&gt;2. Ausência nas escolas, de professores formados ou especializados em música, para ministrarem esta disciplina, no caso de ela existir; &lt;br /&gt;3. Preocupação dos professores responsáveis em “ensinar” música nas escolas, tendo como principal ou mesmo único objetivo, o lazer, o relaxamento, a interação entre os alunos e a desinibição de alguns; &lt;br /&gt;4. Conservatórios e cursos universitários de música em grande parte desatualizados e pouco eficientes, com estrutura curricular embasada ou similar a realidades distintas da brasileira; &lt;br /&gt;5. Proliferação de escolas livres de música com cursos normalmente restritos, atendendo quase que exclusivamente aos ditames da moda (ensino dos instrumentos violão, teclado, guitarra elétrica, baixo e bateria); cujos professores raramente têm ampla formação musical e larga experiência de atuação;&lt;br /&gt;6. Inexistência na maior parte das instituições educacionais e sociais de grupos instrumentais como orquestras, bandas, fanfarras e corais; &lt;br /&gt;7. Repertório musical que, de modo crescente, tem chegado ao ouvinte através de meios eletro-eletrônicos, e menos por músicos executantes ao vivo; &lt;br /&gt;8. Expansão quase ininterrupta da indústria fonográfica brasileira desde a década de 60, sendo talvez ameaçada somente nos últimos anos pela difusão musical via internet e pelo mercado da falsificação (“pirataria”);&lt;br /&gt;9. Apresentações musicais, sejam elas ao vivo ou não, que se limitam exageradamente a alguns estilos e gêneros, os quais podem ser englobados na denominação ‘música popular de massa’, conhecida como ‘música pop’;&lt;br /&gt;10. Rádio, televisão, cinema, teatro, publicidade e computadores que veiculam majoritariamente músicas comerciais, que acima de tudo correspondem ao interesse da grande indústria fonográfica;&lt;br /&gt;11. Corriqueira utilização da terminologia MPB-Música Popular Brasileira, a qual, embora contenha a adjetivação ‘brasileira’ em seu termo, estendeu-se e gradativamente incluiu características não nacionais em sua concepção, apesar de sempre ter excluído determinados gêneros de fato brasileiros, principalmente aqueles não provenientes dos grandes centros econômicos do país;&lt;br /&gt;12. Escassez de apresentação e difusão do repertório musical autenticamente regional ou folclórico, aqueles oriundos das regiões brasileiras e estrangeiras não urbanas ou de grandes metrópolis; &lt;br /&gt;13. Apresentação e difusão do repertório de música de concerto  bem limitado, resumindo-se geralmente a alguns poucos compositores europeus dos séculos XVIII e XIX, e acompanhado de chavões enganosos, tipo: música dos grandes mestres, música para relaxar, música de qualidade, música elitista, música séria;&lt;br /&gt;14. Repertório musical religioso tendendo à música de mercado - independente do credo - que supervaloriza o texto e praticamente ignora a característica musical propriamente dita, muitas das vezes expressando ambos mensagens contraditórias entre si; &lt;br /&gt;15. A figura do músico, especialmente a do cantor, usualmente substituída em igual status pelos show men, animadores de palco, humoristas, pessoas carismáticas e todos os demais interessados na atividade, porém sem necessariamente possuir para tanto qualquer conhecimento musical ou técnico vocal, prático ou teórico, nem mesmo aptidão natural;&lt;br /&gt;16. Desconhecimento da existência e da importância do estudo de música – acadêmico ou auto-didata – no estabelecimento e desenvolvimento de uma carreira profissional duradoura, seja qual for o gênero ou estilo a que se dedique;&lt;br /&gt;17. Concepção de estudantes de música ou de músicos inexperientes que a simples gravação de um CD seja garantia para torná-los conhecidos do grande público, e que “estourar” em sucesso, fama e riqueza seja praticamente uma conseqüência natural;&lt;br /&gt;18. A figura do maestro usualmente substituída, inclusive em semelhante status, pelo DJ (disc jockey), que “rege” com sua “batuta eletrônica” os sucessos do momento, ou melhor, que colabora para a obtenção desse sucesso;&lt;br /&gt;19. Divulgação dos eventos musicais quase que exclusivamente restrita a anúncios e matérias sobre os super stars, em geral cantores, em grande parte estrangeiros (mais precisamente norte-americanos); &lt;br /&gt;20. Desaparecimento de crítica musical na imprensa escrita de grande circulação, tendo sido substituída por comentários discográficos e sobre shows, como: lançamentos de CDs no mercado; aparecimento de novas bandas; características de espetáculos musicais;&lt;br /&gt;21. Bibliografia musical direcionada ao ouvinte leigo normalmente ineficiente para nossa realidade, a qual normalmente subestima ou superestima o leitor; &lt;br /&gt;22. Existência na televisão de festivais ou concursos de música tendenciosos, que favorecem a continuidade do sistema vigente em que o mesmo material musical divulgado pelos mesmos nomes têm os melhores espaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo a arte agregadora natural de distintas expressões, materiais e recursos, sugere que as características musicais acima citadas, são uma conseqüência natural de nossa realidade atual, e não compreendem uma exceção mas, ao contrário, estão mais ou menos estandardizadas em praticamente todas as regiões do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refletindo sobre estes que consideramos ‘sintomas’, e procurando conferir quão identificáveis são em nosso cotidiano, sintetizados e simbolizados nas programações que prevalecem nos meios de comunicação de massa, parece possível conceber, sem correr o risco de fazer-se referências absurdas, sustentadas em hipóteses infundadas ou adivinhações, que todo um sistema coerente e muito bem articulado predomina e, tal e qual uma bruma, a todos envolve indistintamente. O brasileiro compreende, em geral, um povo reconhecidamente musical, que espontaneamente, no seu cotidiano, parece justificar o ditado popular: Quem canta [ou ouve música] seus males espanta. Na maior parte das vezes, sem consciência desenvolvida desta sua característica, e sem usufruir de um processo de racionalização que pode complementar a experiência artística, pode-se especular que ao povo brasileiro é propiciado ter a música no sangue [e no pé], mas não tê-la na cabeça. E mesmo que alguns aleguem a naturalidade desse fato, que se admita tratar-se de um fenômeno cultural, mesmo assim é passível de ser questionado: não estaria há muito sendo sustentado por circunstâncias facilitadoras e inibidoras ou, para ir ainda além, não estaria instalado total ou parcialmente graças ao interesse e benefício de alguns poucos, que têm como álibi a concepção geral do talento natural de nossa gente para aproximar-se de determinadas músicas e ignorar ou rejeitar outras? &lt;br /&gt;O fato é que, uma vez que a população em geral adquira o contato e o saber que lhe é de direito, estará apta e livre para usufruir ou não, inclusive o que hoje possa ser chamado de “elitista”. Este adjetivo terá sua existência garantida somente nas sociedades em que houver aqueles que não têm condições de alcançá-lo. Da mesma forma, o “gosto popular” só existe porque está implícita ou explicitamente relacionado aos que não puderam passar pelo processo de educação formal ou “de berço”. Em uma sociedade homogênea quanto ao seu nível de escolaridade e educação generalizada, tem-se o “erudito” e o “popular” simplesmente como estilos ou gêneros mais ou menos distintos, porém sem conotações outras, pejorativas e excludentes, relacionadas a nível sócio-cultural-financeiro, como de praxe ocorre em nosso país.&lt;br /&gt;Acreditamos que o verdadeiro processo de educação ocorra, quando proporciona aos seus cidadãos, indistintamente, meios necessários para que possam aproximar-se e familiarizar-se com vivências dos mais variados tipos e diferentes níveis de qualidade; quando possibilita conhecimento amplo e genérico suficiente para que se tenha real opção de escolha quanto ao objeto em si e a maneira como com ele envolver-se, usufruir e, se for o caso, gostar e adquirir. Como simplificou a psicóloga e empresária Viviane Senna: - “Educar é possibilitar que as pessoas se apropriem do bem mais valioso da sociedade atual: o conhecimento”. &lt;br /&gt;Neste momento, julgamos importante esclarecer a diferença quanto ao implícito papel educativo entre dois modelos musicais distintos, que aparecem atualmente nos veículos de comunicação de massa em geral, em nível nacional e internacional, com raras ressalvas: O primeiro, em muito maior proporção em nosso país, caracteriza-se através do envolvimento do ouvinte com uma prática musical limitada exclusivamente a determinados estilos e gêneros, simplificada, repetitiva, sem compromisso com a informação, amplitude e conteúdo da programação, e menos ainda com o papel educativo desse material, visto sobremaneira pelos responsáveis como produto de mercado. Trata-se de uma realidade que, mesmo supondo não intencional em princípio, limita o ouvinte à inexperiência sonora, à falta de parâmetros, à conseqüente ignorância musical generalizada, situação esta, por sua vez, absolutamente favorável à criação e desenvolvimento de ardilosos mecanismos que procuram direcionar o ouvinte para o interesse que mais convém à indústria cultural e ao sistema capitalista: à compra compulsiva sem exigência. Neste caso, a música como entretenimento parece ser a mais visada, uma vez que o “não pensar” e o descompromisso é uma condição. Pode-se perceber nesta complexa estrutura o estabelecimento de um “círculo vicioso”: formação da audição sem parâmetro  aceitação da difusão musical padronizada  reforço à audição sem parâmetro  ...  &lt;br /&gt;Musicalmente falando, entendemos que, com a avançada tecnologia deste momento histórico, que possibilitaria ao menos ilusoriamente um rápido deslocamento cronológico e geográfico, saciando o desejo de liberdade enfaticamente expresso nos dias atuais, estar aprisionado a uma escuta musical restrita, em muitos aspectos, comporta uma polêmica consideração: vende-se uma escuta musical ditatorial por uma sensação de escuta musical democrática, mascarando aos leigos ouvidos o aprisionamento sensorial, perceptivo, intelectual e comportamental via repetição da mesma estrutura e da mesma essência.  &lt;br /&gt;O segundo modelo musical, quase uma exceção em nossa realidade, poderia ser classificado como mais abrangente e qualitativamente compromissado: bem pesquisado e elaborado para outros fins que não unicamente ou primordialmente o comercial, proporciona uma percepção musical ampla através de diferentes estilos e gêneros, estimula a profundidade da assimilação do objeto artístico através do uso da inteligência, da sensibilidade, da apreciação, da expressão e criatividade, e incita naturalmente à independência dos ditames que subjugam a capacidade do ouvinte, dentro do que isso seja possível. Tal procedimento preocupa-se com que o público possa ter contato com o vasto e diversificado material sonoro tanto musical como extra-musical existentes, inclusive com os mais distantes, exóticos ou extintos.&lt;br /&gt;Torna-se importante evidenciar que, diferente do que normalmente é citado, “qualidade musical” não necessariamente está relacionada a este ou aquele tipo de música, e sim a todo um universo aparentemente paralelo, cuja inerência altera inimaginavelmente a escuta e a consciência musical do ouvinte – tanto quanto o arranjo, a interpretação e as condições ambientais, por exemplo, também muito pouco considerados em nossa realidade. Classificar qualitativamente gêneros e estilos musicais, caracterizaria uma postura extremamente polêmica - a qual envolve questões muito pessoais e complexas, sobre as quais não há interesse de aqui discorrer.  Caso fossem restringidas ao público geral somente músicas “de qualidade”, selecionadas por um criterioso grupo de especialistas - prática esta que ocorre em alguns países -  ainda assim acusaríamos este processo como não democrático e não educativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática de escuta adquirida pelo segundo processo acima, pode parecer, pela sua distinção, individualista, solitária ou no mínimo atípica a alguns, segundo insinua a mensagem normalmente passada pela mídia que atua conforme o primeiro modelo musical exposto. Embora chegue a verbalizar o contrário, procurando inclusive seduzir os que são atraídos pelo status do tratamento personificado vip, em verdade ela incita camufladamente à consideração de que o gosto ou preferência pelo que é considerado simplesmente como diferente, conota uma inadaptação temporal e social, cultural enfim. Tal concepção serve de elemento atemorizante a um significativo número de pessoas, de modo a estimular o ouvinte a desejar ouvir o que e como ouve a maioria, a fim de tranqüilizar-se por auto definir-se, inconscientemente, como normal, sociável, adaptado, moderno, valorizado e aceito. Deste modo a mídia obtêm o aval que necessita para continuar, mesmo que disfarçadamente, oferecendo os seus “velhos bordões musicais”, inclusive às classes sociais mais privilegiadas . A respeito disto, observa-se um fenômeno já inserido em nossa realidade:&lt;br /&gt;As rádios se classificam no Brasil como “A”, “B”, “C”, “D”, de acordo com as diferentes camadas da população para as quais dedicam suas programações, pois sabem que, em princípio, elas não estão igualmente preparadas e/ou interessadas a apreciar do mesmo modo seus diferentes conteúdos e formas. Compreensível - mas não necessariamente aceitável, por estar em conformidade com o internacionalmente conhecido desequilíbrio sócio-econômico que marca nossa população – a aludida distinção é, de fato, mais fictícia do que real. Mesmo objetivando adequarem-se ao público alvo, as emissoras de rádio continuam coerentes, acima de tudo, com o sistema capitalista do qual fazem parte: como indústrias culturais que são, elas devem atender ao lema lucro-benefício, barateando o custo de seus produtos para obter deles o maior lucro possível. Logo, o produto cultural destinado ao público “A” não será necessariamente de nível “A” no que se refere ao padrão de qualidade, num sentido amplo do termo, por trair aquele princípio elementar de mercado. No conceito de qualidade estaria implícito maior investimento financeiro, logo a busca pelo maior lucro possível tornar-se-ia ameaçada. Sendo assim, resta criar um “simulacro” de qualidade, de modo a vender a idéia de qualidade destituída de valores intrínsecos que a tornariam mais onerosa ao fabricante. &lt;br /&gt;Parece acertado supor, por meio das colocações anteriores, que nas condições vividas atualmente no mundo mercantilista capitalista, dar preferência à arte de modo geral - e nesta a musical - que se distinguem como a chamada cultura de massa, parece ser muito coerente. Esta, diferente do que muitos podem conceber para um áureo universo artístico, caracteriza-se como um produto industrializado como qualquer outro, conforme já apontamos, em que as músicas estão sendo inventadas por gravadoras, conforme afirmou o maestro Júlio Medaglia , ou criadas nos laboratórios de Marketing das companhias de disco, conforme escreveu o jornalista Mauro Dias .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, temos observado, mesmo os ouvintes aparentemente despreparados, que estão familiarizados quase que somente com essa limitada realidade - muitos sem terem tido a oportunidade de se aproximar de músicas que não seguem a conhecida fórmula do sucesso - começam a se conscientizar da repetição que caracteriza o chamado “novo” dentro do repertório que ouvem, e alguns se queixam . Este fenômeno parece indicar que aquela prática adotada pelos meios sonoros de comunicação torna-se abusiva, corre o risco de ineficiência em curto, médio ou longo prazo, e requererá mudanças de mentalidade e de atuação. Parece evidente que o sucesso dos sistemas criados para difusão musical via internet simbolizam ao menos a possibilidade de uma carta de alforria àquela escravidão (mas somente àqueles que a ela têm acesso). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impossível prever o que ocorrerá às indústrias culturais ao sustentarem a prática de somente provocar mudanças superficiais em seus produtos com o objetivo de manterem o equilíbrio de investimentos e retornos financeiros que a elas interessa. Resolverão por si o problema da saturação que começou enfim a provocar em parte dos consumidores que buscam novas experiências mesmo que inconscientemente? Serão levadas oficialmente a isto por pressão do poder público? E ainda mais complexo: tem como haver uma alteração substancial dessa dinâmica dado o extenso período em atuação que possibilita o esquecimento ou enfraquecimento de outros referenciais? A atuação direta de pessoas ou órgãos especializados e autorizados em educação e cultura - que funcionariam como orientadores, consultores, ou até controladores do exercício de propagação do material musical veiculado pela mídias no Brasil - considera-se ser insuficiente, uma vez que as empresas de comunicação parecem livres para criar, elaborar e distribuir o que a elas convém, e não à nação, segundo seus próprios critérios. Com a conivência do Estado, ou melhor, com a permissão oficial concedida pelo Executivo à iniciativa privada em toda a história dos meios de comunicação de massa no país, tem cabido somente a esta a responsabilidade pelo conteúdo da programação que transmite e suas conseqüências, sem o devido estabelecimento explícito e transparente de seu comprometimento junto ao público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro está que o processo que procuramos resumir não se restringe unicamente às questões artístico-culturais, mas ao próprio perfil de tudo que resulta do universo mercadológico capitalista e é por este endossado. No entanto, todas as questões mais estritamente psico-sociais, estabelecem-se para nós como muito passíveis de zelo: quando a expressão humana é concretizada na manifestação artístico-cultural, esta passa a funcionar automaticamente como um espelho estilizado, onde a pessoa em suas diferentes manifestações mira-se e cria, mesmo que inconsciente, uma auto-imagem. &lt;br /&gt;Logo, o envolvimento da sociedade em todo este processo, a nosso ver, pode ser o desdobro de um objetivo específico, que seria o de incentivar um interesse mais sistematizado pelo público ouvinte brasileiro, ao reconhecer o papel deste no estabelecimento do padrão de qualidade e diversidade, enquanto agente controlador, daquilo que no Brasil é produzido musicalmente e divulgado pela mídia.&lt;br /&gt;Neste sentido, é importante salientar que, sintomaticamente, um interesse mais sistematizado pelo público ouvinte vem paulatinamente ocorrendo e se ampliando em diferentes focos no Brasil por parte dos mais interessados nesta questão, sobretudo por parte de músicos, educadores, psicólogos e especialistas em comunicação. Cada vez em maior número, melhor organizadas e ministradas, vêm ocorrendo ações dirigidas à formação ou informação musical do público de modo geral:&lt;br /&gt;- criação de escolas livres de música com objetivos distintos dos tradicionais       conservatórios, ou seja, não direcionados somente à formação de músicos; &lt;br /&gt;- programas musicais especiais em algumas emissoras de rádio e televisão; &lt;br /&gt;- concertos com repertórios especiais ou acompanhados de explicações verbais       sobre as obras e suas instrumentações; &lt;br /&gt;- cursos, palestras, oficinas e workshops; &lt;br /&gt;- bibliografia específica; &lt;br /&gt;- pesquisas acadêmicas e não acadêmicas; &lt;br /&gt;- encontros, debates, mesas redondas, simpósios, congressos, nos quais se         discute aquele tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos absolutamente convencidos, entretanto, de que uma ação, talvez ainda mais ampla e cuidadosa, deva ser planejada para que alcance e se imponha eficientemente perante a moderna, gigantesca e complexa estrutura dos meios de comunicação de massa, segundo todas as alegações acima. &lt;br /&gt;A direção e o rumo da educação como um todo em nosso país, e da educação musical especificamente, parece depender enfim de uma mudança significativa de concepção da questão ao menos por parte dos interessados, entendendo-a como macro, complexa e fortemente inserida em um sistema internacional, apesar de suas inúmeras ramificações e nuances regionalizados.&lt;br /&gt;Ao considerar a realidade como se apresenta, espera-se que o poder público e a sociedade civil possam enfim organizar-se e mobilizar-se para a alternância do quadro apresentado. Neste sentido, a experiência tem apontado que talvez fosse melhor inverter a ordem desse envolvimento para possibilitar ações mais bem sucedidas e duráveis: primeiro a conscientização da sociedade civil, e depois o estímulo à mobilização do poder público. Justificando de um outro modo: para haver a transformação de conjunturas tão cristalizadas, atitudes ousadas daqueles que nela simplesmente acreditam e valorizam - tal como Villa-Lobos - podem caracterizar-se como uma força propulsora, que tende a aglutinar parceiros e estimular (ou pressionar) à ação necessária os que foram eleitos pela maioria na expectativa de cumprirem suas funções a contento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA CITADA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVROS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 1995.  131 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- CORRÊA, Tupã Gomes.  Rock, nos passos da moda: mídia, consumo X mercado&lt;br /&gt;           cultural. Campinas, SP: Papirus, 1989.  149 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- MEDAGLIA, Júlio.  Música Impopular. São Paulo:  Global, 1988.  327 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- MORAES, Frederico. Artes plásticas – a crise da hora atual. São Paulo:  Paz e Terra,    1975&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- ORTRIWANO, Gisela S.  A informação no rádio: os grupos de poder e a    determinação dos conteúdos. São Paulo:  Summus, 1985.  117 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- PAZ, Ermelinda Azevedo. Quinhentas canções brasileiras. Rio de Janeiro: Luís Bogo,&lt;br /&gt;          1989.  179 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTAS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- MEDAGLIA, Júlio. “Estoque regulador cultural”. Concerto, ano VII, nr. 70, &lt;br /&gt;      p.  10, janeiro/fevereiro 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- SOUZA, Jusamara.  “A concepção de Villa-Lobos sobre a educação musical”.&lt;br /&gt;            Brasiliana, nr. 3,  pp. 18-25, setembro 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JORNAIS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- DIAS, Mauro.  “Um massacre cultural sem precedentes”. O estado de S.Paulo, 7.06.99&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-111671318904355001?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/111671318904355001/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=111671318904355001' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111671318904355001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111671318904355001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/05/o-produto-musical-transmitido-no.html' title='O produto musical transmitido no Brasil - Silvia de Lucca'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-111266729959250366</id><published>2005-04-04T23:13:00.000-03:00</published><updated>2005-04-04T23:22:34.836-03:00</updated><title type='text'>Fim do Jabá 24/03/05</title><content type='html'>Fim do Jabá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Comissão proíbe pagamento para execução de músicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aprovado pela Comissão de Educação e Cultura na última semana o Projeto de Lei 1048/03, de autoria do deputado Fernando Ferro (PT-PE), que proíbe as emissoras de Rádio e Televisão de receber dinheiro ou qualquer outra vantagem para privilegiar a execução de uma música, prática conhecida no mercado como "jabá" (Leia nota relacionada aqui). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto propõe pena de detenção de um a dois anos para proprietário, gerente ou funcionário de emissora que descumprir a determinação, e a estação estará sujeita ainda à multa, suspensão ou cassação da concessão governamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta será analisada agora pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, e de Constituição e Justiça e de Cidadania, seguindo depois para o Plenário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota:&lt;br /&gt;Fonte: Agência Câmara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim do pagamento para divulgar músicas em discussão na Câmara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, dia 9 de março, às 9h30, a Comissão de Educação e Cultura deverá analisar o Projeto de Lei 1048/03. De autoria do deputado Fernando Ferro (PT-PE), o texto proíbe as emissoras de Rádio e Televisão de receberem dinheiro para executar ou privilegiar a execução de determinada música em sua programação, prática conhecida como "jabá". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de tornar os veículos de comunicação mais democráticos, ao favorecer o acesso de músicos que gravam em selos independentes e que não têm condições financeiras de pagar pela divulgação de seus trabalhos, o projeto estabelece que o proprietário, gerente ou funcionário da emissora que receber verbas ou favores para a execução de músicas poderá ser condenado à pena de prisão de um a dois anos. A emissora também estará sujeita a multa, suspensão ou cassação da concessão governamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de aprovação pela Comissão, a proposta seguirá para análise das comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Câmara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-111266729959250366?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/111266729959250366/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=111266729959250366' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111266729959250366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/111266729959250366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/04/fim-do-jab-240305.html' title='Fim do Jabá 24/03/05'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110812489510704449</id><published>2005-02-11T10:27:00.000-02:00</published><updated>2005-02-11T10:28:15.106-02:00</updated><title type='text'>GT - COMUNICAÇÃO DO RJ</title><content type='html'>O GT Meios de Comunicação tem por objetivo trabalhar sobre a questão da circulção/difusão da música brasileira no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu principal foco de atuação está na luta pela democratização da veiculaçãoda música brasileira em toda sua diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grupo se propõe a estudar formas de acabar com o "jabá", incluindo seuapoio formal à lei que está tramitando no Congresso do Dep. Fernando Ferrode criminalização do jabá e pensando ainda em outras alternativas que possamter eficácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além das questões relativas aos canais privados de comunicação esse GT tem por objetivo o fortalecimento dos canais públicos de comunicação, bemcomo lutar para que o Ministério da Cultura tenha alguma ascendência sobreas programações de TVs e rádios públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por entender a enorme afinidade existente entre os GTs de Meios deComunicação e Difusão, a coordenação de ambos GTs sugerem a sua fusão, o quepoderá se dar muito em breve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110812489510704449?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110812489510704449/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110812489510704449' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110812489510704449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110812489510704449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/02/gt-comunicao-do-rj.html' title='GT - COMUNICAÇÃO DO RJ'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110627054039761248</id><published>2005-01-20T23:21:00.000-02:00</published><updated>2005-01-20T23:22:20.396-02:00</updated><title type='text'>Educom.rádio agora é lei</title><content type='html'>Oboré - 11 de janeiro de 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educom.rádio agora é lei municipal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oboré&lt;br /&gt;Uma boa notícia e uma grande vitória para os que lutam pela comunicação a&lt;br /&gt;favor da cidadania: o Educom.rádio agora é lei. A três dias do final de sua&lt;br /&gt;gestão, a ex-prefeita Marta Suplicy aprovou o PL 556/02, que tramitava há&lt;br /&gt;dois anos na Câmara Municipal de São Paulo. De autoria do ex-vereador Carlos&lt;br /&gt;Neder, o projeto que institui o Programa EDUCOM-Educomunicação pelas ondas&lt;br /&gt;do rádio em São Paulo passou a ser lei municipal, de número 13.941, no dia&lt;br /&gt;28 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a nova lei, caberá ao poder municipal criar programas para&lt;br /&gt;“desenvolver e articular práticas de educomunicação, incluindo a&lt;br /&gt;radiodifusão restrita, a radiodifusão comunitária, bem como toda forma de&lt;br /&gt;veiculação midiática, de acordo com a legislação vigente, no âmbito da&lt;br /&gt;administração municipal”, além de “incentivar atividades de rádio e&lt;br /&gt;televisão comunitária em equipamentos públicos”. O governo municipal deverá,&lt;br /&gt;ainda, “capacitar, em atividades de educomunicação, os dirigentes e&lt;br /&gt;coordenadores de escolas e equipamentos de cultura do Município”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos quatro anos, o Educom.rádio foi desenvolvido através de um&lt;br /&gt;contrato entre a Secretaria de Educação da Prefeitura de São Paulo e o NCE -&lt;br /&gt;Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Comunicações e Artes da&lt;br /&gt;Universidade de São Paulo (ECA-USP). O trabalho é baseado na linguagem&lt;br /&gt;radiofônica, envolvendo professores, alunos e membros da comunidade&lt;br /&gt;educativa. Ao longo dos quatro anos do projeto, a equipe OBORÉ foi&lt;br /&gt;responsável pelos eixos temáticos "Comunicação e Saúde" e "Políticas de&lt;br /&gt;Comunicação com Participação Popular".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos resultados já comprovados dessa experiência é a diminuição da&lt;br /&gt;violência nas escolas. Daniela Santis, coordenadora do projeto pela&lt;br /&gt;Secretaria de Educação de São Paulo, revela que, nas regiões onde o Educom&lt;br /&gt;foi implantado, ao lado de outros programas tais como o "Escola Aberta", o&lt;br /&gt;"Vamos Combinar?" e o "Observatório Escolar em Segurança Urbana", o índice&lt;br /&gt;de furtos e depredações nas escolas diminuiu em 50%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja, abaixo, a íntegra da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 13.941, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2004&lt;br /&gt;(Projeto de Lei nº 556/02, do Vereador Carlos Neder - PT)&lt;br /&gt;Institui o Programa EDUCOM-Educomunicação pelas ondas do rádio, no Município&lt;br /&gt;de São Paulo, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições&lt;br /&gt;que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão&lt;br /&gt;de 16 de dezembro de 2004, decretou e eu promulgo a seguinte lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Fica instituído o Programa EDUCOM-Educomunicação pelas ondas do&lt;br /&gt;rádio, no âmbito da Administração Municipal.&lt;br /&gt;§ 1º Para os fins da presente lei, entende-se por educomunicação o conjunto&lt;br /&gt;dos procedimentos voltados ao planejamento e implementação de processos e&lt;br /&gt;recursos da comunicação e da informação, nos espaços destinados à educação e&lt;br /&gt;à cultura, sob a responsabilidade do Poder Público Municipal, inclusive no&lt;br /&gt;âmbito das Subprefeituras e demais Secretarias e órgãos envolvidos.&lt;br /&gt;§ 2º Visa o Programa instituído por esta lei ampliar as habilidades e&lt;br /&gt;competências no uso das tecnologias, de forma a favorecer a expressão de&lt;br /&gt;todos os membros da comunidade escolar, incluindo dirigentes, coordenadores,&lt;br /&gt;professores, alunos, ex-alunos e demais membros da comunidade do entorno.&lt;br /&gt;§ 3º O Programa de que trata esta lei e o conceito de educomunicação&lt;br /&gt;contemplam a análise crítica e o uso educativo-cultural, não apenas do rádio&lt;br /&gt;mas de todos os recursos da comunicação, garantindo-se, para tanto, uma&lt;br /&gt;gestão democrática de tais processos e recursos, de forma a facilitar a&lt;br /&gt;aprendizagem e o exercício pleno da cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Os objetivos do Programa são:&lt;br /&gt;I - desenvolver e articular práticas de educomunicação, incluindo a&lt;br /&gt;radiodifusão restrita, a radiodifusão comunitária, bem como toda forma de&lt;br /&gt;veiculação midiática, de acordo com a legislação vigente, no âmbito da&lt;br /&gt;administração municipal;&lt;br /&gt;II - incentivar atividades de rádio e televisão comunitária em equipamentos&lt;br /&gt;públicos, nos termos da legislação vigente;&lt;br /&gt;III - capacitar, em atividades de educomunicação, os dirigentes e&lt;br /&gt;coordenadores de escolas e equipamentos de cultura do Município, inclusive&lt;br /&gt;no âmbito das Subprefeituras e demais Secretarias e órgãos envolvidos, assim&lt;br /&gt;como professores, estudantes e demais membros da comunidade escolar;&lt;br /&gt;IV - incentivar atividades de educomunicação relacionadas à introdução dos&lt;br /&gt;recursos da comunicação e da informação nos espaços públicos e privados&lt;br /&gt;voltados à educação e à cultura;&lt;br /&gt;V - capacitar os servidores públicos municipais em atividades de&lt;br /&gt;educomunicação;&lt;br /&gt;VI - incorporar, na prática pedagógica, a relação da comunicação com os&lt;br /&gt;eixos temáticos previstos nos parâmetros curriculares;&lt;br /&gt;VII - apoiar a prática da educomunicação nas ações intersetoriais, em&lt;br /&gt;especial nas áreas de educação, cultura, saúde, esporte e meio ambiente, no&lt;br /&gt;âmbito das diversas Secretarias e órgãos municipais, bem como das&lt;br /&gt;Subprefeituras;&lt;br /&gt;VIII - desenvolver ações de cidadania no campo da educomunicação dirigidas a&lt;br /&gt;crianças e adolescentes;&lt;br /&gt;IX - aumentar o vínculo estabelecido entre os equipamentos públicos e a&lt;br /&gt;comunidade, nas ações de prevenção de violência e de promoção da paz,&lt;br /&gt;através do uso de recursos tecnológicos que facilitem a expressão e a&lt;br /&gt;comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º Para implementar o Programa instituído por esta lei, caberá ao Poder&lt;br /&gt;Executivo a constituição de um Comitê Gestor, cuja composição e competências&lt;br /&gt;específicas serão definidas em decreto.&lt;br /&gt;§ 1º Fica assegurada a participação no Comitê Gestor das diversas&lt;br /&gt;Secretarias afetas ao programa, de representantes de universidades que&lt;br /&gt;desenvolvam pesquisas e práticas de educomunicação, de grêmios estudantis&lt;br /&gt;das escolas municipais e demais entidades representativas da comunidade&lt;br /&gt;escolar, do Sindicato dos Jornalistas, do Sindicato dos Radialistas e de&lt;br /&gt;entidades voltadas ao desenvolvimento da prática da comunicação educativa.&lt;br /&gt;§ 2º A composição do Comitê Gestor deverá observar a paridade entre a&lt;br /&gt;representação da sociedade civil com relação aos demais segmentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º Fica autorizado o aporte de recursos de instituições públicas ou&lt;br /&gt;privadas, interessadas em financiar o Programa EDUCOM-Educomunicação pelas&lt;br /&gt;ondas do rádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º As despesas decorrentes da aplicação desta lei correrão por conta&lt;br /&gt;das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º Esta lei será regulamentada no prazo de 60 (sessenta) dias, contados&lt;br /&gt;de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 28 de dezembro de 2004, 451º da&lt;br /&gt;fundação de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARTA SUPLICY, PREFEITA&lt;br /&gt;LUIZ TARCÍSIO TEIXEIRA FERREIRA, Secretário dos Negócios Jurídicos&lt;br /&gt;LUÍS CARLOS FERNANDES AFONSO, Secretário de Finanças e Desenvolvimento&lt;br /&gt;Econômico&lt;br /&gt;MARIA APARECIDA PEREZ, Secretária Municipal de Educação&lt;br /&gt;CELSO FRATESCHI, Secretário Municipal de Cultura&lt;br /&gt;Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 28 de dezembro de 2004.&lt;br /&gt;RUI GOETHE DA COSTA FALCÃO, Secretário do Governo Municipal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.barracao.org/cia&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110627054039761248?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110627054039761248/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110627054039761248' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110627054039761248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110627054039761248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/01/educomrdio-agora-lei.html' title='Educom.rádio agora é lei'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110608841285490435</id><published>2005-01-18T20:43:00.000-02:00</published><updated>2005-01-18T20:46:52.856-02:00</updated><title type='text'>Boletim Prometheus-17/01/2005</title><content type='html'>Boletim Prometheus Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura( &lt;&lt;a href="http://www.indecs.org.br/"&gt;http://www.indecs.org.br/&lt;/a&gt;&gt; &lt;a href="http://www.indecs.org.br/"&gt;www.indecs.org.br&lt;/a&gt; -&lt;&lt;a href="http://www.prometheus.org.br/"&gt;http://www.prometheus.org.br/&lt;/a&gt;&gt; &lt;a href="http://www.prometheus.org.br/"&gt;www.prometheus.org.br&lt;/a&gt;) - em breve "Democratizar a comunicação para democratizar a sociedade" Boletim Prometheus - Nova Fase - 17 de janeiro de 2005 Prometheus conta com a parceria da Fundação Ford e o apoio da EditoraGlasberg ACR S.A.-----------------------------------------1 -  &lt;&gt; Ancinav: governo recua e acena com Lei Geral2 - Ministério da Justiça lançará nova &lt;&gt;  classificação para TV nosegundo semestre3 -  &lt;&gt; Anatel definirá metas de qualidade para TV por assinatura4 - Disputa &lt;&gt;  entre BNDES e America Movil revela mais um estranhocapítulo do processo de abertura das telecomunicações5 &lt;&gt;  - Anatel propõe democratizar a UIT6 - Presidente &lt;&gt;  da União de Compositores, há 16 anos, também presidea filial da EMI Publishing7 -  &lt;&gt; Notas8 - Expediente &lt;&gt; -----------------------------------------1 - Ancinav: governo recua e acena com Lei GeralQue a criação da Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual (Ancinav)deveria ter sido precedida da aprovação de uma Lei Geral da ComunicaçãoSocial Eletrônica (LGCSE) já era sabido por diversos setores ligados àcomunicação. Foi essa, por exemplo, a opinião manifestada pelo INDECS àconsulta pública da Ancinav. Afinal, a legislação brasileira para acomunicação eletrônica é de 1962.O problema foi o momento que o governo escolheu para reconhecer essefato.A proposta de criação da Ancinav vinha sofrendo diversos ataques dosgrandes meios de comunicação, que alegavam risco de censura. Na verdade,o grande receio da mídia privada era a criação de um órgão que pudesseregular aspectos como regionalização, produção independente econcentração da propriedade. Mudar agora a proposta pode ser oequivalente a jogar sangue na água.O novo roteiroAo se reunir, na sexta-feira 14 de janeiro, com os ministros da Cultura,Comunicação, Secretaria de Comunicação, Fazenda, Secretaria Geral daRepublica e Casa Civil, além do senador Aloizio Mercadante, Lula indicouque o tema da regulação deve ser precedido pela LGCSE e que acoordenação do processo ficará a cargo da Casa Civil, responsável porouvir os diversos ministérios envolvidos e a sociedade.O projeto que cria a Ancinav, a ser enviado para o Congresso Nacional noinício da legislatura de 2005, contemplará basicamente os aspectos definanciamento do audiovisual e não mais a regulação do setor, exatamentecomo pretendia a Globo e seus aliados no Fórum do Audiovisual e doCinema (FAC).A decisão do presidente da República pode ser vista como uma tentativade arrumar a casa e criar consenso dentro do próprio governo (já quemuitos de seus integrantes também criticavam a Ancinav) para avançar nareformulação de todo o setor, através da LGCSE. Visto assim, seria umaproposta mais ousada do que apenas a criação da Ancinav.Mas, por outro lado, a iniciativa presidencial também pode ser encaradacomo uma tentativa de jogar para as calendas a criação da Ancinav.Assim, a agência só viria depois da Lei Geral. Mas, o presidente nãodefiniu um prazo limite para a apresentação de um esboço da lei, cujaconfecção pode durar quase indefinidamente. De uma tacada o presidenteresponderia, ainda que de forma pouco objetiva, à demanda pela regulaçãoda mídia, mas se livraria da pressão, bem concreta, dos grandes gruposde comunicação contra a Ancinav.Resta saber agora qual será o cronograma de confecção da proposta da LeiGeral de Comunicação Social Eletrônica e quais setores da sociedadeserão ouvidos (e que peso terão). O que se torna ainda mais importante apartir da especulação crescente do nome de Roseana Sarney para oMinistério das Comunicações (a família Sarney é afiliada da Globo noMaranhão).VOLTAR   2 - Ministério da Justiça lançará nova classificação para TV no segundosemestreO Ministério da Justiça está constituindo um grupo de trabalho paradefinir novos critérios para a classificação dos programas de TV. Ainiciativa foi tomada depois de a Medida Provisória 195, revogando a lei10.359 (que estabelece a classificação), ter sido derrubada no final denovembro. Com isso, voltou a valer o texto da lei, que determina ao"Poder Executivo, ouvidas as entidades representativas das emissoras,proceder a classificação indicativa dos programas de televisão".O desenvolvimento dos critérios está a cargo do Departamento de Justiça,Classificação, Títulos e Qualificação (DJCTQ) do Ministério da Justiça,que fez convites a diversas entidades, entre representantes da sociedadecivil, do governo e do empresariado, para constituir o GT. O resultadodeverá sair em agosto de 2005 e será encaminhado pelo Ministério daJustiça.O diretor do DJCTP, José Eduardo Romão, ressalta que a classificação nãopode ser confundida com censura. "Nós não somos, nem pretendemos ser, osuperego da sociedade", diz ele. O Ministério pretende garantir que asemissoras sigam parâmetros éticos, mas também não vê com bons olhos apossibilidade de a classificação ser usada como instrumento para oexercício de moralismo. Para garantir que não se caia nesse viés, Romãoafirma que a estratégia é qualificar os métodos e ampliar o diálogo coma sociedade, especialmente com os pais.Segundo o diretor do departamento responsável pela classificação, oMinistério tem obrigação de informar aos pais sobre o conteúdo dosprogramas veiculados e determinará a classificação a partir de um métodoapurado de análise temática. "Queremos dar transparência e visibilidadeaos critérios utilizados", afirma Romão. A idéia é que eles estejambaseados especialmente nos direitos humanos, já garantidos pelaConstituição, sem transitar por uma análise moral ou sobre valorespuramente subjetivos. A única indicação da lei 10.359 é que sejamobservados os quesitos sexo e violência.EscoladosO departamento passou há pouco tempo pela experiência de desenvolvernovos critérios para o cinema, jogos e DVDs e o resultado foi oestabelecimento da co-responsabilidade, já que se passa a levar em contatambém a avaliação dos pais sobre a obra. Se um filme é indicado paramaiores de 12 anos, por exemplo, crianças a partir de 10 podemassisti-lo se estiverem acompanhadas pelos responsáveis.No caso das TVs, o Ministério quer repetir a experiência do modelo deconstrução participativa utilizado para o caso do cinema. A definiçãodos critérios, que resultou na Portaria 1.597, foi feita a partir de umamplo debate e resultou num modelo que privilegia um processo plural edemocrático. Atualmente, o próprio diretor do filme solicita umaclassificação para a obra e o pedido é analisado pelo Ministério. Oformato, contudo, não consegue evitar todas as polêmicas. O filmeContratodos, por exemplo, foi classificado para 18 anos a contragosto dodiretor Roberto Moreira. No entanto, segundo o Ministério, isso sóaconteceu depois de uma série de iniciativas do departamento, comogrupos focais e consultas a especialistas.Entre as dezenas de entidades convidadas para participar do grupo detrabalho estão a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Agência Nacionaldos Direitos da Infância (ANDI), Midiativa, os Ministérios da Cultura,Educação e Comunicação, a Secretaria de Comunicação (Secom), a Comissãode Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Associação Brasileira dasEmissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec), AssociaçãoBrasileira das Emissoras de Rádio e Televisão, Brasileira deRadiodifusores (ABRA) e Associação Brasileira de Radiodifusão eTelecomunicações (Abratel). Os trabalhos deverão começar no mês defevereiro e o objetivo é que sejam concluídos até agosto.VOLTAR   3 - Anatel definirá metas de qualidade para TV por assinaturaEstão em consulta pública dois documentos apresentados pela AgênciaNacional de Telecomunicações (Anatel) que determinam metas de qualidadee condições para o oferecimento de serviços de TV por assinatura (cabo,satélite e micro-ondas).A Consulta 575 apresenta a proposta para um Plano Geral de Metas deQualidade e a Consulta 582, a proposta de um Regulamento de Proteção eDefesa dos Direitos dos Assinantes.Os dois documentos estabelecem condições rigorosas para a prestação dosserviços, mas ainda contêm contradições entre eles.A ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) já declarouque as operadoras associadas enviarão diretamente suas propostas decontribuições à Anatel e que "a ABTA fará uma contribuiçãoinstitucional, utilizando os conceitos mais relevantes e consensuaisdessas propostas". Ou seja, começou a pressão, do lado dos operadores,para abrandar as regras de fiscalização.Veja abaixo alguns dos principais pontos dos projetos:Consulta Pública 575- A partir de 2 anos de operação comercial, o número de reclamações pormês não poderá ser maior do que 1% do número total de assinantes;- a prestadora deverá providenciar a retirada dos equipamentos, de suapropriedade, das instalações do assinante em até 3 dias úteis após asolicitação de desativação do serviço;- o tempo de espera pelo atendimento pessoal da prestadora, ou de seuscredenciados, não poderá ser superior a 10 minutos em 95% dos casos(para empresas com mais de 2 anos de operações). Em nenhum caso o tempode espera poderá ser superior a 30 minutos. No entanto, quando aprestadora possuir sistema de auto-atendimento, o tempo de espera para oatendimento pela telefonista ou atendente do Centro de Atendimento, apósrealizada a seleção desta opção, não deve ser superior a 10 segundos,nos períodos de maior movimento, no mínimo em 95% dos casos (paraempresas com mais de 2 anos de operações). Em nenhum caso o tempo deespera para o atendimento poderá ser superior a 60 segundos;- a interrupção dos sinais deve ser solucionada em até 12 horas em 95%dos casos (para empresas com mais de 2 anos de operações). Em qualquersituação a solução da interrupção não deve ocorrer em mais de 24 horas,salvo motivos de força maior;- a prestadora deve conceder crédito ou ressarcir ao assinanteprejudicado no valor proporcional ao do plano de serviço contratado,considerando-se todo o período em que o serviço não foi prestado;- o projeto prevê ainda que as operadoras garantam acesso telefônicogratuito ao setor de informação e atendimento ao assinante, inclusivepara ligações de celulares. Contraditoriamente, a Consulta 582 prevê apossibilidade de ligação com tarifa local.Consulta Pública 582- a consulta estabelece uma série de condições para a prestação doserviço de TV por assinatura, desde a exigência do consumidor ser bematendido até de a prestadora fornecer informação prévia sobre o preçocobrado, bem como a periodicidade e o índice para reajuste.A proposta inclui ainda as seguintes condições:- recebimento de guia mensal e gratuito contendo informações sobre aprogramação a ser oferecida;- recebimento, em dobro e em dinheiro, das quantias pagas em decorrênciade cobrança indevida feita pela prestadora.- em caso de interrupção do serviço, inclusive para manutençõespreventivas, a prestadora deve abater da mensalidade paga pelo plano deserviço contratado o valor proporcional ao período, horas ou fraçãosuperior a 30 minutos, durante o qual o assinante ficou sem serviço.Segundo o texto, todas as interrupções, independentemente do horário, daduração ou do número de canais envolvidos, devem ser computadas;- a prestadora deve solucionar as queixas, reclamações e pedidos deinformação recebidos dos assinantes no prazo máximo de 5 dias a contardo seu recebimento. A Consulta 575 repete o prazo exigindo 95% decumprimento, mas deixando margem de 5% dos casos que podem serrespondidos em até 10 dias úteis;- qualquer alteração na programação contratada com a prestadora deve serinformada ao assinante no mínimo 5 dias antes de sua implementação ecaso o assinante não se interesse pela manutenção do serviço, poderárescindir seu contrato sem ônus. Caso a alteração implique em retiradade canal da programação contratada com a prestadora, deverá ser feitasua substituição por outro ou procedido desconto na mensalidade pagapelo plano de serviço contratado, a critério do assinante.Os textos estão disponíveis na área da Biblioteca do sítio da Anatel, em&lt;a href="http://www.anatel.gov.br/"&gt;www.anatel.gov.br&lt;/a&gt; &lt;&lt;a href="http://www.anatel.gov.br/"&gt;http://www.anatel.gov.br/&lt;/a&gt;&gt; . A Consulta Pública 575teve seu prazo adiado e se encerra em 28 de fevereiro. Já a Consulta 582tem como prazo o dia 21 de fevereiro.VOLTAR   4 - Disputa entre BNDES e America Movil revela mais um estranho capítulodo processo de abertura das telecomunicaçõesEm 1998 o governo FHC vendeu concessões de telefonia celular para quenovas empresas pudessem competir com as teles celularesrecém-privatizadas. Era a chamada Banda B. O Banco Nacional deDesenvolvimento Econômico e Social (BNDES), através da BNDESPar, foichamado a participar da composição acionária das novas empresas do RioGrande do Sul (Telet) e do Centro-Oeste (Americel).Os acionistas principais de ambas as empresas eram os grupos Opportunity(do afilhado de casamento de Antonio Carlos Magalhães, Daniel Dantas) eLa Fonte (de Carlos Jereissati, irmão do então governador do Ceará). OBNDES entrou com US$ 164 milhões e ficou com cerca de 18% do capital daTelet e da Americel.Mas, o curioso é que o BNDES preferiu não ter ações ordinárias (comdireito a voto) e, portanto, participar da gestão da empresa. O BNDEScolocou dinheiro, mas preferiu, apenas, ações preferenciais (sem direitoa voto). A gestão ficou com os sócios Opportunity e La Fonte.Em seguida, as duas empresas foram vendidas para o grupo America Movil(do empresário Carlos Slim Helu, também dono da Embratel, Vésper e NetServiços) e fundidas sob a marca Claro.Segunda a Lei das Sociedades Anônimas, os minoritários que possuem açõescom direito a voto (ordinárias), quando da venda da empresa, podemexercer o direito de "tag along" e vender suas ações por 80% do preçopago aos controladores. O BNDES afirma que, mesmo possuindo apenas açõessem direito a voto (preferenciais), tem direito ao "tag along", porque omesmo estaria previsto no contrato firmado entre o banco estatal e aTelet e a Americel.A America Movil não reconhece o direito do BNDES exercer o "tag along" ea questão foi parar na 6° Vara Federal do Rio de Janeiro.Os mexicanos oferecem cerca de US$ 5,5 milhões pelas ações do BNDES, oque significa menos de 4% do capital investido pelo banco nas ações.Para além da atual disputa jurídica, resta uma pergunta. Por que oBNDES, durante o governo FHC, aceitou colocar tanto dinheiro em duasempresas de telefonia celular e não fez questão de ficar com nenhumaação com direito a voto?VOLTAR   5 - Anatel propõe democratizar a UITA Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) enviou à Genebra umdocumento em que propõe mudanças na UIT (União Internacional deTelecomunicações), órgão do sistema das Nações Unidas incumbido deregular mundialmente o setor de telecomunicações. Atualmente, o espaço éocupado, apenas, por governos e o setor privado (Nokia, Siemens,Motorola, etc.), não havendo participação da sociedade civil.O texto aponta algumas ações necessárias para a UIT ajudar a darseqüência aos objetivos e metas da Declaração de Princípios e do Planode Ação da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação.O documento defende o software livre e de código-fonte aberto, aoreivindicar a promoção do desenvolvimento de padrões internacionaisabertos e interoperáveis, por permitir "a produção e o melhor uso detecnologias e conteúdos orientados ao interesse público".Uma das ações propostas é objetivar a maior descentralização daestrutura da UIT, respeitando características regionais e melhorando aintegração internacional. No tocante à gestão da UIT, a preocupação é emreforçar os aspectos multilateral, democrático e transparente. Odocumento pede a criação de mecanismos efetivos para estimular aparticipação da sociedade civil e do setor privado no processo deformular políticas globais. A agência recomenda, também, que a UIT busque um papel de liderançainternacional no campo da sociedade da informação, por meio deespecialização em áreas-chave da gerência das redes de informação,incluindo as questões estratégicas sobre governança da Internet.*     O documento está disponível em&lt;a href="http://www.itu.int/council/wsis/Geneva3_04/Doc17-Brazil-contribution.doc"&gt;www.itu.int/council/wsis/Geneva3_04/Doc17-Brazil-contribution.doc&lt;/a&gt; VOLTAR &lt;&gt;  6 - Presidente da União de Compositores, há 16 anos, também preside afilial da EMI PublishingA EMI Publishing é a maior editora de músicas do planeta. Seu diretor noBrasil é João Antônio Perdomo.Mas, o mesmo Perdomo também é, desde o ano de 1989, o presidente daUnião Brasileira de Compositores (UBC).E, ao mesmo tempo, Perdomo figura como diretor da Associação Brasileirade Editores de Música (ABEM), entidade que representa as "publishing"que atuam no Brasil.O inusitado da situação é que o mesmo empresário possui posição dedestaque tanto nas entidades que representam os compositores quanto aseditoras de música, em tese, os dois lados do processo de negociação dosdireitos patrimoniais de uma música.Mas, a UBC, presidida por Perdomo, também é a principal eleitora do ECAD(Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), entidade privadaresponsável por "centralizar a arrecadação e a distribuição de direitosautorais e conexos decorrentes da execução pública de obras musicaise/ou lítero-musicais e de fonogramas, nacionais e estrangeiros, em todoo território nacional". A UBC sozinha tem 7 dos 16 votos no interior doECAD.VOLTAR   7 - Notas*   A News Corporation, empresa de Rupert Murdoch, anunciou que vaiadquirir a totalidade das ações da Fox Entertainment. A News já é donade 82,1%, e pagará US$ 5,86 bilhões pelos 17,9% restantes. Fazem parteda Fox Entertainment o estúdio de cinema 20th Century Fox e os canais acabo com a marca Fox. A empresa ainda controla a DirecTV, operadora deTV por satélite (DTH). Além da Fox Entertainment, a News Corporationtambém é proprietária da Sky, outra operadora de TV por satélite.*   O website They Rule ( &lt;&lt;a href="http://www.theyrule.net/"&gt;http://www.theyrule.net/&lt;/a&gt;&gt; &lt;a href="http://www.theyrule.net/"&gt;www.theyrule.net&lt;/a&gt;)possui uma interessante interface gráfica que nos permite acompanhar aintrincada rede formada pelos diretores das principais empresasnorte-americanas. Assim, ficamos sabendo, por exemplo, que doisdiretores da Time-Warner (dona da rede de notícias CNN) também sãodiretores da petrolífera Chevron-Texaco (Carla Anderson Hills) e dafarmacêutica Pfizer (Franklin Raines).*   Demi Getschko, membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil, foieleito para o board da Icann (Internet Corporation for Assigned Namesand Numbers), composto por 15 pessoas. Getschko será o segundo nome doBrasil, que já contava com a presença de Vanda Scartezini,secretária-executiva do Ministério da Ciência e Tecnologia no governoFHC.VOLTAR 8 - Expediente"Quanta verdade um homem é capaz de suportar?" (Nietzsche)Envie críticas, sugestões e comentários - Tel.: 55-21-2247-9219 -E-mail: &lt;a href="mailto:indecs@indecs.org.br"&gt;indecs@indecs.org.br&lt;/a&gt;Se não desejar mais receber este boletim, basta nos comunicar.Boletim Prometheus é uma publicação semanal do Instituto de Estudos eProjetos em Comunicação e Cultura (INDECS).Prometheus acredita que o conhecimento deve ser livre e, portanto, operaa partir do princípio do "copyleft". Se desejar usar as informaçõesdeste boletim, basta citar a fonte. E bom uso!Editor-responsável: jornalista Gustavo Gindre (&lt;a href="mailto:gindre@indecs.org.br"&gt;gindre@indecs.org.br&lt;/a&gt;) -DRT 99279/92VOLTAR AO TOPO  ----------_______________________________________________Prometheus mailing list&lt;a href="mailto:Prometheus@listas2.rits.org.br"&gt;Prometheus@listas2.rits.org.br&lt;/a&gt;&lt;a href="http://listas2.rits.org.br/mailman/listinfo/prometheus"&gt;http://listas2.rits.org.br/mailman/listinfo/prometheus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110608841285490435?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110608841285490435/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110608841285490435' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110608841285490435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110608841285490435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2005/01/boletim-prometheus-17012005.html' title='Boletim Prometheus-17/01/2005'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110417524056525685</id><published>2004-12-27T17:19:00.000-02:00</published><updated>2004-12-27T17:27:32.443-02:00</updated><title type='text'>Boletim Prometheus – 20/12/ 2004</title><content type='html'>Boletim Prometheus – Nova Fase - 20 de dezembro de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prometheus conta com a parceria da Fundação Ford e o apoio da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC), da Rede de Informações para o Terceiro Setor (RITS) e da Editora Glasberg ACR S.A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Apesar da proibição legal, Globo vende NET para mexicanos&lt;br /&gt;2 – Anatel paga Polícia Federal para fechar rádios comunitárias&lt;br /&gt;3 – Acordo no Congresso derruba projeto que criava CFJ&lt;br /&gt;4 – CCS aprova recomendação contrária à fusão da Sky e DirecTV&lt;br /&gt;5 – FAC reúne empregados da Globo para criticar Ancinav&lt;br /&gt;6 – Depois de batalha jurídica, Vicom vence leilão do Gesac&lt;br /&gt;7 – Arquivos da ditadura reacendem debate sobre acesso a informações públicas&lt;br /&gt;8 – Padre que preside Ancarc pede mais repressão às rádios comunitárias&lt;br /&gt;9 – O ano de 2004 para o cinema nacional&lt;br /&gt;10 – Entenda o que está em jogo no conceito de “governança da Internet”&lt;br /&gt;11 – Notas&lt;br /&gt;12 – Expediente&lt;br /&gt;-----------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Apesar da proibição legal, Globo vende NET para mexicanos&lt;br /&gt;Enquanto faz campanha pública contra o capital estrangeiro na mídia, as Organizações Globo seguem vendendo seus bens para empresas estrangeiras, a fim de pagar sua enorme dívida. Apenas no segundo semestre de 2004 foram três vendas. Primeiro, a Vicom foi alienada para a norte-americana Comsat. Depois, foi a vez da nova Sky (DirecTV + Sky), que terá 22% do capital nas mãos da Globo e 78% com o neo-conservador Rupert Murdoch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, é a NET Serviços (26 operações de TV a cabo e três de TV por micro-ondas), vendida para o grupo mexicano Telmex (que, no Brasil, já é dono da Embratel, da AT&amp;T Latin America, da Vésper e da Claro). Vendida apesar da proibição da Lei da TV a Cabo (8977/95) que determina que operadoras de TV a cabo deverão ter maioria de capital nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para superar os limites da legislação, foram contratados os mesmos advogados (Barbosa Müssnich e Sérgio Bermudes) que assessoraram o Banco Opportunity na compra da Brasil Telecom, que terminou alijando da direção da empresa os sócios Itália Telecom e fundos de pensão das estatais. O processo se transformou na maior batalha jurídica dos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa GB Empreendimentos e Participações (CNPJ 04.527.900/0001-42) terá 51% das ações ordinárias (com direito a voto) da NET.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Telmex terá 37,5% das ações ordinárias da NET.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os restantes 11,5% estarão pulverizados no mercado acionário. Pelo menos por enquanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a GB será a nova sócia majoritária da NET. Mas, quem é a GB?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 51% das ações da GB na NET, 51% estarão com a Globo e 49% com a Telmex. O que corresponde, no capital total da NET, a 26,01% das ações ordinárias com a Globo e 24,99% com a Telmex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a GB é a sócia majoritária da NET e os 26,01% da Globo na NET correspondem a 51% da GB, em tese a Globo cumpre o disposto na Lei da TV a cabo porque mantém consigo o controle da NET, através do controle da GB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a Telmex passa a controlar diretamente 37,5% das ações da NET e indiretamente, através da GB, mais 24,99%. Ou seja, ainda que não tenha formalmente o controle da NET, a Telmex fica com 62,49% das ações ordinárias da NET. E a Globo apenas com 24,99%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, a NET passa a ser mexicana, sem precisar alterar a lei 8977. Basta, para isso, acrescentar um contrato particular entre Globo e Telmex que garanta a gestão mexicana do cotidiano da empresa. Quando a proibição de controle estrangeiro no cabo for suprimida (projeto do senador Ney Suassuna permite até 100% de capital estrangeiro), basta a Globo vender 2% do capital da GB para a Telmex e o controle de fato vira de direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo, 100% das ações preferenciais (sem direito a voto) da GB também pertencerão à Telmex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como este processo de reestruturação da NET é legal, ainda que questionável, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) acabou aprovando-o através do Ato 48245, de 6 de dezembro de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABERT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consultor jurídico da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Alexandre Jobim, declarou que a entidade apóia a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55/2004, do senador Maguito Vilela (PMDB-GO), que estabelece limite de 30% de capital estrangeiro para empresa que “explore a produção, programação ou o provimento de conteúdo de comunicação social eletrônica dirigida ao público brasileiro, por qualquer meio e independentemente dos serviços de telecomunicações de que façam uso”. Com o desenvolvimento das novas tecnologias de transmissão de vídeo e áudio, esta proposta significa, na prática, impor limite ao capital estrangeiro nas empresas de telecomunicações (fixas e celulares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a saída de Bandeirantes, SBT, Record e RedeTV de seu quadro de associados, a Abert passou a ser, praticamente, porta-voz das Organizações Globo. Portanto, não deixa de ser curioso ver a Globo vendendo a NET Serviços para o grupo mexicano Telmex no mesmo momento em que pede limite ao capital estrangeiro nas “teles”, inclusive a Embratel e a Claro (de propriedade de seus novos sócios mexicanos). Qual a estratégia de longo prazo da família Marinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 – Anatel paga Polícia Federal para fechar rádios comunitárias&lt;br /&gt;A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem reiteradamente dito que não tem interesse em fechar as rádios comunitárias, mas que apenas cumpre a lei. Ou seja, quando uma rádio funciona sem outorga e existe denúncia de interferência, a agência noticia a emissora para que cesse a transmissão. Caso a emissora persista no ar, a Anatel comunica a Polícia Federal (PF) para que seja lacrado o transmissor. Segundo essa versão, a Anatel acompanha a PF apenas para prestar assessoria técnica no lacre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, documento obtido pelo Boletim Prometheus junto ao gabinete do deputado federal Edson Duarte (PV-BA) demonstra que a ação da Anatel pode ir além do que ela diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O memorando n° 110/04-DRE/SR/DPF/MG do delegado de Polícia Federal Rodrigo G. A. de Avelar endereçado ao corregedor em exercício da Secretaria Regional do Departamento de Polícia Federal de Minas Gerais, Carlos Marcelo da Silva Rodrigues, informa que “dada as dificuldades de recursos financeiros e até humanos porque ora vem passando a Polícia Federal, é comum nas operações policiais que despesas de diárias, ou até mesmo combustível e viaturas, sejam custeadas pela Anatel”. O  memorando tem o título “Informação sobre emissoras clandestinas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a assessoria do deputado Edson Duarte, este seria apenas um de diversos outros documentos que comprovam que a Anatel está financiando a ação da Polícia Federal no fechamento de rádios comunitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3 - Acordo no Congresso derruba projeto que criava CFJ&lt;br /&gt;O presidente da Câmara dos Deputados e os líderes da oposição patrocinaram um acordo que resultou na rejeição do projeto que previa a criação do CFJ. A derrubada do projeto era considerada pelos partidos de oposição como condição para destrancar a pauta do Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que foi apresentada a idéia do Conselho, as grandes empresas de mídia criaram polêmica, alegando que o projeto queria submeter o jornalismo ao controle estatal. A proposta foi apresentada pela Fenaj (Federação Nacional de Jornalistas) como tentativa de regular a certificação e a ética profissional. Ela foi encaminhada pelo Governo Federal por implicar na criação de uma autarquia, o que só pode ocorrer se partindo de um projeto de executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a polêmica, a Fenaj tentou salvar o Conselho apresentando uma nova versão do projeto de lei, em que modificava alguns artigos, como resultado da pressão das grandes empresas. A mudança do foco do projeto – regulamentar o jornalismo para regulamentar os jornalistas – acabava retirando a responsabilidade das empresas e priorizando a fiscalização do profissional. Ao contrário de seus congêneres (medicina, economia, administração, engenharia, por exemplo), o novo conselho proposto pela Fenaj seria de “jornalistas” e não de “jornalismo”. Na nova proposta, o Conselho também deixava de ser uma autarquia, e passava a um “serviço público não-governamental”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso, no entanto, recusou-se a debater a nova versão. O relator era o deputado Nelson Proença (PPS-RS), proprietário de uma rádio, que em seu relatório dizia "a ética do jornalista vai na contramão da ética de outras profissões”, e sugeria a rejeição do projeto. Já o líder do PFL, José Carlos Aleluia, não aceitou qualquer apelo pelo debate e declarou à Folha de S. Paulo: "não vou examinar proposta nenhuma, o acordo é para rejeitar. O projeto veio com espírito de Revolução Cultural, de tutela e censura das empresas jornalísticas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nota oficial, a Fenaj declarou que “a esperança de milhares de jornalistas e a expectativa de segmentos sociais importantes foram enterradas pelos coveiros tradicionais da democracia e da organização da sociedade, aliados a inusitados novos cúmplices”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4 - CCS aprova recomendação contrária à fusão da Sky e DirecTV&lt;br /&gt;O Conselho de Comunicação Social (CCS) aprovou pela primeira vez neste início de dezembro uma recomendação oficial em que trata da fusão da Sky com a DirecTv para operações no Brasil. As duas empresas anunciaram publicamente a proposta da fusão e apresentaram à Anatel autorização prévia para a operação. A recomendação do CCS é dirigida ao Congresso Nacional, à Anatel, ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), ao Ministério das Comunicações, ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto, preparado pelos conselheiros Antonio Telles e Daniel Herz, foi aprovado por seis a votos a um, com duas abstenções. A partir de um relatório sobre a operação das duas empresas, a natureza do serviço e o mercado de TV por assinatura no Brasil, a recomendação destaca o poder político e cultural que seria atingido pelas emissoras no caso da fusão, que deixaria 95% do mercado de TVs por assinatura via satélite nas mãos de um mesmo grupo. Mais do que a concentração, significaria a concentração nas mãos de um grupo estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro da TV por assinatura no país é hoje composto pela TV a cabo, regulada por lei ordinária, o MMDS, regulado por decreto e o DTH, regulado por portaria. A primeira recomendação é justamente ao Congresso Nacional, para que regulamente o serviço por meio de lei, tomando como referência a Lei da TV a Cabo (8977/95). Ao Ministério das Comunicações a recomendação é para atuar “vigorosamente para corrigir as distorções na atual regulamentação do DTH”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À Anatel e ao Cade, o CCS recomenda que “façam cessar, de uma vez por todas, a prática da exclusividade na oferta de programação no segmento de TV por assinatura”. O alvo principal é a GloboSat, que só vende sua programação (por exemplo, o campeonato brasileiro de futebol) para NET e Sky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o CCS aponta a necessidade de “medidas adequadas para impedir a concentração de mercado que os grupos News Corp. e DirecTV Group, após terem submetido à Globo, querem impor ao Brasil”. Por fim, o CCS atenta para o papel do Poder Judiciário e do Ministério Público no acompanhamento da regulamentação do serviço DTH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na análise feita pelo CCS há interesses diversos envolvidos. Antonio Telles, por exemplo, um dos pareceristas, consta como representante da sociedade civil no CCS, mas acaba traduzindo os interesses da Rede Bandeirantes, de onde é vice-presidente. A emissora poderá ser prejudicada com a fusão, especialmente seus canais Band News e Band Sports, que atualmente são disponibilizados na DirecTV e que podem simplesmente ser vetados pela Globo na nova empresa (mesmo com apenas 22% do capital da nova empresa, a Globo tem poder de veto na programação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado, o único voto contrário foi do conselheiro Fernando Bittencourt, que está no Conselho como “engenheiro com notório conhecimento na área de comunicação social”, mas que sempre foi ligado à Rede Globo. Bittencourt apresentou declaração afirmando que a fusão entre Sky e DirecTV não ameaça a livre concorrência. A argumentação dele é de que o mercado relevante para a análise é o de TV por assinatura como um todo e não apenas o de DTH (ainda que milhares de municípios no Brasil não tenham outro tipo de TV por assinatura a não ser o satélite). Ele também afirma que a fusão não ameaçaria o interesse nacional, por significar a liberação da Globo para se focar na produção de conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório apresentado vai ser um bom teste para avaliar o alcance que podem ter as deliberações do CCS. Definido na Constituição Federal como um órgão auxiliar do Congresso Nacional, o Conselho não tem poder de decisão e sua atuação se restringe a emitir pareceres. Essa é a primeira recomendação expedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reformulação do CCS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, na semana anterior, a Comissão de Educação do Senado havia aprovado as novas regras para o funcionamento do Conselho de Comunicação Social. A preocupação do senador Osmar Dias (PDT-PR), autor da proposta, é em relação à “intempestividade” do Conselho, por um lado, ou à “impossibilidade de manifestação em relação a questões relevantes em discussão no parlamento”, de outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o projeto, as comissões do Senado só podem solicitar pareceres e manifestações sobre matérias em tramitação se forem as responsáveis "pelo exame de mérito, ou pela mesa se o mérito da matéria não houver sido apreciado em caráter terminativo na comissão". As solicitações de estudos e pareceres podem versar sobre os seguintes temas: I – liberdade de manifestação do pensamento, da criação, da expressão e da informação; II – propaganda bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias nos meios de comunicação social; III – diversões e espetáculos públicos; IV – produção e programação das emissoras de rádio e televisão; V – monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social; VI – finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas da programação das emissoras de rádio e televisão; VII – promoção da cultura nacional e regional, e estímulo à produção independente e à regionalização da produção cultural, artística e jornalística; VIII – complementariedade dos sistemas privado, público e estatal de radiodifusão; IX – defesa da pessoa e da família de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto na Constituição Federal; X – propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens; XI – outorga e renovação de concessão, permissão e autorização de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens; e XII – legislação complementar quanto aos dispositivos constitucionais que se referem à comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5 – FAC reúne empregados da Globo para criticar Ancinav&lt;br /&gt;O recém-criado Fórum do Audiovisual e do Cinema (FAC) realizou, no dia 15 de dezembro, seu I Ciclo de Debates, com o tema da liberdade de expressão. Todos os palestrantes criticaram a proposta do governo de criar a Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual (Ancinav). Não havia representantes do governo no evento, nem do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), articulação que reúne mais de 50 entidades do cinema brasileiro. Na oportunidade, o ex-cineasta Arnaldo Jabor chegou a comparar a Ancinav a um tumor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, mais importante do que a realização do debate foi a cobertura que a mídia, em especial as Organizações Globo, deu ao evento. O jornal O Globo do dia seguinte publicou reportagem de meia página no seu principal caderno. Nela foram colhidas opiniões contrárias à criação da Ancinav de nove empregados da Globo (Roberto Farias, Arnaldo Jabor, Cristiane Torloni, Benedito Rui Barbosa, Silvio de Abreu, Toni Ramos, Nicete Bruno, Cláudio Manoel e Milton Gonçalves).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo matéria de Patrícia Villalba, publicada no jornal O Estado de São Paulo, no dia 17 de dezembro, o porta-voz do FAC, Roberto Farias, teria dito que “a expectativa - com intensa pressão - é a de que Lula nem mande o projeto à votação. Se insistir, vai ser guerra voto a voto, parlamentar por parlamentar”. Na lista de discussão CinemaBrasil, Farias negou que tenha dito a frase acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo parece ter sentido a pressão pelo esvaziamento da Ancinav. Segundo o Ministério da Cultura, a Casa Civil solicitou adiamento da reunião do pleno do Conselho Superior de Cinema (CSC) que aprovaria a proposta de criação da Ancinav a ser encaminhada ao Congresso Nacional. A nova data não foi informada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;6 - Depois de batalha jurídica, Vicom vence leilão do GESAC &lt;br /&gt;O Governo Federal conseguiu realizar, na manhã da sexta-feira, 17 de dezembro, a nova licitação do Gesac (Governo  Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão). A empresa vencedora, a Vicom (da norte-americana Comsat), terá a tarefa de instalar mais 1.200 pontos de conexão e manter os 3.200 já instalados. O leilão deveria ter ocorrido no dia 14, mas fora suspenso por conta de liminar conseguida pela empresa Gilat, atual detentora do contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gesac é um programa do Governo Federal que prevê a instalação de pontos de acesso à Internet em espaços públicos de todo o país, como escolas, hospitais, bibliotecas etc. O novo contrato prevê não apenas a transmissão de dados em banda larga, mas uma plataforma capaz de prover áudio, vídeo e até telefonia via IP. Além disso, estão previstas metas de qualidade que, se não cumpridas, implicarão no desconto do pagamento realizado à empresa licitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa nova licitação aconteceu porque o contrato com a Gilat foi questionado pela Controladoria Geral da União. A partir da recomendação, o ministro Eunício de Oliveira determinou que o contrato deveria ser anulado até o dia 31 de dezembro e nova licitação realizada. O orçamento previsto para os 4,4 mil pontos do Gesac durante 30 meses era de R$ 114 milhões. No entanto, o preço mínimo alcançado no leilão foi de R$ 899 por ponto/por mês, o que significa um gasto 13% maior do que o previsto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Gilat havia conseguido liminar suspendendo o leilão do dia 14, em virtude dele exigir a aplicação da tecnologia DVB-RCS (da “família” do padrão europeu de TV digital, DVB), ainda não certificada mundialmente. A alegação formal foi a impossibilidade de licitação por pregão no caso desse tipo de serviço. Antes disso, o Ministério havia negado três pedidos de impugnação e seis de adiamento do pregão. A liminar foi derrubada pelo governo no dia 15 e o leilão aconteceu dois dias depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a estréia da nova fase do Gesac e os comentários sobre uma possível crítica do Ministério das Comunicações ao serviço, ficam cada vez mais difíceis as chances de criação do Serviço de Comunicação Digital (SCD), proposto pela gestão do ex-ministro Miro Teixeira em parceria com a direção da Anatel. O SCD seria usado para promover a inclusão digital, mas foi alvo de muitas críticas (conforme demonstramos em número especial do Prometheus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7 - Arquivos da ditadura reacendem debate sobre acesso a informações públicas&lt;br /&gt;A polêmica sobre a abertura dos arquivos da ditadura reacendeu a discussão sobre o acesso a informações públicas no Brasil. No final de novembro, o Governo Federal lançou o Portal da Transparência, em que publiciza os resultados consolidados da verba destinada a estados e municípios. Na mesma semana, 18 entidades da sociedade civil promoveram o lançamento oficial do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as entidades que compõem o Fórum estão a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), a Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), a Transparência Brasil e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na declaração publicada, elas apontam algumas ações necessárias para democratizar o acesso às informações, como “uma lei que garanta e facilite o acesso do público no Brasil a documentos públicos produzidos pelos Três Poderes da República, bem como aos documentos de governos estaduais e municipais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Portal da Transparência (www.portaltransparencia.gov.br), iniciativa da Controladoria-Geral da União, é uma página web com informações sobre a aplicação dos recursos federais. Nessa primeira fase, entraram os dados relativos aos repasses para os estados e municípios. Na segunda etapa, prevista para março de 2005, entrarão também as informações relativas aos gastos diretos do Governo Federal. Em junho, a terceira etapa trará os dados sobre os créditos cedidos pelos bancos oficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro do Controle e da Transparência, Waldir Pires, diz que o Portal possibilita a qualquer cidadão ou organização da sociedade civil a prática do controle social. Para José Antonio Moroni, do Inesc, a iniciativa é importante, mas não anula a necessidade da população ter acesso aos dados primários. “A informação tem que ser bruta. Não cabe ao Governo fazer a interpretação sobre os seus próprios gastos”, diz ele. “Nosso medo é haver maquiamento das informações. A ausência da série histórica, por exemplo, dificulta qualquer análise interpretativa”. Moroni defende o acesso público ao SIAFI e ao SIGPLAN, os sistemas que mostram detalhadamente a execução física e financeira do Governo Federal. Atualmente só gestores públicos têm acesso a esses sistemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manutenção de documentos públicos em arquivos secretos também foi questionada pelo Fórum. O ex-presidente da OAB, Reginaldo de Castro, sugeriu que seja protocolada uma Ação Direta de Inconstitucionalidade questionando o decreto presidencial 4.553, de 2002, que possibilita que alguns documentos públicos sejam mantidos eternamente em sigilo. Moroni, que também é diretor de relações institucionais da ABONG, diz que as resistências à abertura das informações de arquivo são fruto da maneira como foi feita a transição para o período democrático no Brasil. “Uma abertura lenta e gradual traz o não-conflito, a não-verdade”, aponta. “Uma hora nós temos que encarar isso de frente”. Moroni destaca, contudo, alguns sinais positivos na direção da abertura, como a decisão da comissão interministerial de recolher todos os documentos guardados para um único espaço civil, o Arquivo Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8 – Padre que preside Ancarc pede mais repressão às rádios comunitárias&lt;br /&gt;O Padre José Donizetti Maciel, presidente da Associação Nacional Católica de Rádios Comunitárias (Ancarc), em mensagem enviada a rádios católicas, reconhece desmandos da Anatel e apatia do governo federal na expedição de outorgas para o funcionamento de rádios comunitárias. Mas, mesmo assim, afirma que “estamos pleiteando que todas as rádios sem autorização sejam imediatamente lacradas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repressão atual parece não ser suficiente para Donizetti. Segundo reportagem de Juliana Andrade, para a Agência Brasil, foram fechadas 4412 emissoras em 2003, contra 3200 em 2002. Um acréscimo de cerca de 37%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 – O ano de 2004 para o cinema nacional&lt;br /&gt;O ano de 2004 não foi tão positivo para o cinema brasileiro quanto 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o site Filme B (www.filmeb.com.br), os filmes brasileiros deverão vender cerca de 16 milhões de ingressos, uma queda de quase 25% em relação a 2003, mesmo com o aumento de 9% na venda geral de ingressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o pior mesmo é a concentração de público. Os dez filmes brasileiros mais vistos venderam quase 15,2 milhões de ingressos, ou mais de 95% do que foi arrecadado pelo cinema nacional (que lançou aproximadamente 45 filmes em 2004). Destes, sete levam a assinatura Globo Filmes (num total de aproximadamente 11,5 milhões de ingressos ou quase 72% dos tickets vendidos para filmes brasileiros). Mesmo as outras três películas classificadas entre as dez mais assistidas possuem personagens com forte relação com as Organizações Globo: Padre Marcelo Rossi, Pelé e Maurício de Souza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o Filme B quanto a exibidora Severiano Ribeiro (maior rede nacional de cinemas) trabalha com nova queda para 2005, com o cinema brasileiro vendendo cerca de 13 milhões de ingressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil possui somente 1920 salas de exibição e mais de 90% de seus municípios não têm cinemas. Por isso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ainda na gestão de Carlos Lessa, abriu linha de financiamento inédita para os cinemas brasileiros: a participação do banco nos empréstimos saltou de 50% para 90% do custo da obra de engenharia; o prazo para início das quitações subiu de seis para 12 meses; o volume mínimo do empréstimo baixou de R$ 10 milhões para R$ 1 milhão; e, pela primeira vez, o BNDES concederá empréstimo para o financiamento de produtos importados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que, mesmo sendo um avanço, a iniciativa não ajuda na criação de pequenos e micro cinemas, fundamentais para a interiorização e a desconcentração das salas de exibição. Atualmente, com as tecnologias digitais, é possível montar a estrutura de projeção por cerca de US$ 35 mil. Mas, estes potenciais exibidores não teriam como captar o mínimo de US$ 1 milhão exigido pelo BNDES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 – Entenda o que está em jogo no conceito de “governança da Internet”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura acima representa um projeto aprovado pelo Conselho Consultivo do Sistema de Servidores-Raiz (RSSAC, na sigla em inglês) da Corporação Internet para Atribuição de Nomes e Números (em inglês, Icann), apresentado no encontro da Icann na cidade de Yokohama, Japão, em julho de 2000 e obtido no website da Icann sobre o “sumário público dos relatórios fornecidos sob o acordo cooperativo de pesquisa e desenvolvimento entre a Icann e o Departamento de Comércio dos Estados Unidos”, de 14 de março de 2003 (http://www.icann.org/general/crada-report-summary-14mar03.htm).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as atribuições do projeto estava a implementação de um servidor-raiz mestre (não-público) para a distribuição dos arquivos da zona-raiz a todos os outros 13 servidores-raiz. Este servidor “não-público” ficaria sobre controle direto da Icann, que, por sua vez, responde diretamente ao governo norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os servidores-raiz gerenciam a base de dados de todos os top-level domain (TLDs), que são divididos em “genéricos” (.com, .org, etc.) e “códigos de países (.br,  .pt, .de, etc.). É esta base de dados que nos permite encontrar um endereço na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o desenho acima sugere é que todos os servidores-raiz da Internet têm a sua base de dados atualizada por um único servidor-raiz (não-público) sobre controle indireto do governo dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um dos temas que será discutido na segunda parte da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (CMSI), a ser realizada na cidade de Tunis, em novembro de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;11 - Notas&lt;br /&gt;Ø   O consultor jurídico da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Alexandre Jobim, é filho de Nelson Jobim, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Alexandre é casado com Candice Galvão, filha do ministro Ilmar Galvão, vice-presidente do STF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø   Segundo os números do Projeto Inter-meios, os investimentos publicitários somaram R$ 9,5 bilhões entre janeiro e setembro. Isso significa um crescimento de 25,5% em relação ao mesmo período no ano de 2003. Todos os meios tiveram crescimento, especialmente TV por assinatura (66,7%) e internet (46,2%), embora o investimento de TV por assinatura represente apenas 2,2% do total. No quesito comparativo, a TV aberta leva larga vantagem, representando 61% dos investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø   A campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania, da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, motivou o Ministério Público Federal a criar uma força-tarefa para fiscalizar a programação da TV. Seis procuradores acompanharão os dez programas que lideram o ranking da baixaria feito pela campanha. Entre os programas estão o Cidade Alerta e o Pânico na TV. O objetivo, além do acompanhamento, é poder oferecer um conjunto de princípios que nortearão a ação do MPF na observação da programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø   A prefeitura de Belo Horizonte pretende reunir diversas atuais secretarias em uma única “secretaria de políticas sociais”. Com a medida, será extinta a secretária de cultura da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø   Ministério da Cultura e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinaram um Acordo de Cooperação Técnica para que sejam produzidas pesquisas sobre o setor cultural brasileiro. No primeiro momento, o IBGE trabalhará para consolidar os dados culturais já existentes em outras pesquisas como a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad) e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø   Na recém-realizada 25° Jornada Nacional de Cineclubes, que reuniu cerca de 100 cineclubes na cidade de São Paulo, foi recriado, depois de 15 anos de inatividade, o Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), entidade que congrega experiências de exibição cinematográfica sem fins lucrativos e com gestão democrática. O presidente é Antonio Claudino de Jesus(claudinodejesus@yahoo.com.br), do Cineclube Cine-ambiental de Vitória (ES).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 - Expediente&lt;br /&gt;“Quanta verdade um homem é capaz de suportar?” (Nietzsche)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envie críticas, sugestões e comentários – Tel.: 55-21-2247-9219 – E-mail: indecs@indecs.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não desejar mais receber este boletim, basta nos comunicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boletim Prometheus é uma publicação semanal do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (INDECS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prometheus acredita que o conhecimento deve ser livre e, portanto, opera a partir do princípio do “copyleft”. Se desejar usar as informações deste boletim, basta citar a fonte. E bom uso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Editor-responsável: jornalista Gustavo Gindre (gindre@indecs.org.br) - DRT 99279/92&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110417524056525685?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110417524056525685/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110417524056525685' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110417524056525685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110417524056525685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2004/12/boletim-prometheus-2012-2004.html' title='Boletim Prometheus – 20/12/ 2004'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110339591905828998</id><published>2004-12-18T16:51:00.000-02:00</published><updated>2004-12-18T16:51:59.056-02:00</updated><title type='text'>  Nelson Hoineff - OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA</title><content type='html'>"Há algo de errado com a TV brasileira"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nelson Hoineff - OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As cinco maiores audiências do SBT, a segunda maior rede de televisão &lt;br /&gt;do país - que tem Silvio Santos, Gugu Liberato, Hebe Camargo e Ratinho &lt;br /&gt;-, pertencem a filmes estrangeiros. Para constatar isso, basta ver a &lt;br /&gt;lista dos programas mais vistos entre 5 e 11 de janeiro, publicada em &lt;br /&gt;vários jornais, inclusive a Folha de S.Paulo. Os cinco campeões são: &lt;br /&gt;Quinta no Cinema, Tela de Sucessos, Sessão das Dez, Cine Especial e &lt;br /&gt;Sessão Premiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O programa de maior sucesso da Record, a terceira maior rede do país, &lt;br /&gt;também é um filme estrangeiro: Sessão Especial. Na verdade, afora a &lt;br /&gt;Globo, todos os programas das sete redes de televisão que chegam aos &lt;br /&gt;dois dígitos de audiência, segundo o Ibope, são, sem exceção, filmes &lt;br /&gt;estrangeiros (como o é também o primeiro lugar da Globo, a maior &lt;br /&gt;audiência do Brasil, Tela Quente, que na semana em questão ficou na &lt;br /&gt;frente de Celebridade, Big Brother Brasil, Jornal Nacional e da &lt;br /&gt;minissérie brasileira, todos estes variando entre 35pontos e 43 &lt;br /&gt;pontos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Tirante os citados, o programa que mais se aproxima dos dez pontos é &lt;br /&gt;Cidade Alerta, o segundo lugar da Record, que atinge 7 pontos. O &lt;br /&gt;campeão da Bandeirantes, Brasil Urgente 2, faz 5 pontos; o da Rede TV!, &lt;br /&gt;Eu ví na TV, é líder de sua emissora com 3 pontos, assim como os &lt;br /&gt;líderes da Gazeta (Programa Sergio Mallandro) e da Cultura (Ruppert), &lt;br /&gt;que também ostentam orgulhosos 3 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pagar a conta Quando se fica diante de um quadro assim, não sobra &lt;br /&gt;espaço para dúvidas de que há algo de errado com a televisão &lt;br /&gt;brasileira. Se todos os líderes de audiência são longas-metragens &lt;br /&gt;estrangeiros, se Brasil Urgente, Eu Ví na TV e o Programa Sergio &lt;br /&gt;Mallandro são líderes em suas redes e se essa liderança é alcançada, na &lt;br /&gt;maioria dos casos, com 3 pontos de audiência, não é o público que se &lt;br /&gt;deve culpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A distância que separa a Globo de todas as outras deve-se em grande &lt;br /&gt;medida à competência da primeira, mas em sua maior parte à &lt;br /&gt;incapacidade das demais de gerir as empresas e formatar suas grades de &lt;br /&gt;programação. Isso quem está dizendo é o público. O curioso é que quando &lt;br /&gt;o público rejeita uma cerveja, ela muda de sabor; quando rejeita uma &lt;br /&gt;emissora, ela mantém o sabor - e muda a embalagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Se faz isso é porque acredita em alguns princípios. Acredita, por &lt;br /&gt;exemplo, que a mediocridade é da natureza da televisão e atende ao &lt;br /&gt;desejo do público (ainda que, pelos números, o público grite que não). &lt;br /&gt;Acredita que o concentracionismo é fait accomplis na televisão &lt;br /&gt;brasileira e que não há nada mais para ser feito. Acredita, &lt;br /&gt;finalmente, que pode sobreviver disputando 3% de um mercado de 4 &lt;br /&gt;bilhões de reais, quando os números mostram que não pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Não é por outra razão que a tão discutida PEC da entrada do capital &lt;br /&gt;estrangeiro nas empresas de comunicação, aprovada no fim do ano passado &lt;br /&gt;e que modificou o artigo 222 da Constituição, até agora não deu em &lt;br /&gt;nada. O ingresso do capital estrangeiro foi autorizado, mas nenhum &lt;br /&gt;estrangeiro com dinheiro em caixa apareceu para investir na compra de &lt;br /&gt;30% de emissoras administradas desse jeito e sobre as quais ele não &lt;br /&gt;terá qualquer ingerência. O que o público brasileiro e os &lt;br /&gt;mega-empresários de comunicação do mundo estão dizendo é a mesmíssima &lt;br /&gt;coisa: com esse tipo de produto e esse modelo de administração, a &lt;br /&gt;televisão brasileira está mergulhando num buraco do qual dificilmente &lt;br /&gt;poderá sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Na verdade, os construtores desse tipo de conteúdo que são também os &lt;br /&gt;arquitetos desse modelo familiar de gerenciamento acreditam que podem, &lt;br /&gt;sim, sair do buraco - e quem tem a obrigação de puxá-los é a sociedade &lt;br /&gt;brasileira, por meio do dinheiro público repassado pelo BNDES. Muita &lt;br /&gt;gente, no entanto, acredita o contrário. Sustenta que o que as &lt;br /&gt;televisões são devedoras e não credoras da sociedade brasileira, e que &lt;br /&gt;portanto não gozam de instrumentos para fazê-la pagar essa conta. O &lt;br /&gt;Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação, por exemplo, &lt;br /&gt;conseguiu dizer algo parecido ao secretário-adjunto da Secom, Marcus &lt;br /&gt;Flora, no dia 15 de janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bolo digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O FNDC reivindica que a ajuda do governo às empresas de mídia esteja &lt;br /&gt;vinculada à "transparência do processo e ao estabelecimento de &lt;br /&gt;contrapartidas sociais que busquem o desenvolvimento da comunicação &lt;br /&gt;social", nas palavras de um dos líderes do Fórum, Daniel Herz. Nem &lt;br /&gt;precisaria. Se os grandes empresários internacionais que fizeram &lt;br /&gt;fortunas explorando empresas de comunicação acham que não é um bom &lt;br /&gt;negócio investir nas empresas brasileiras do jeito que elas hoje se &lt;br /&gt;apresentam, por que o Estado brasileiro haveria de achar o contrário? A &lt;br /&gt;não ser, é claro, que ele se tornasse sócio das empresas e tivesse o &lt;br /&gt;poder de gerenciá-las. O próprio Estado, no entanto, não tem se &lt;br /&gt;mostrado um bom gerenciador do que atualmente se conhece por "televisão &lt;br /&gt;pública", expressão que hoje tem no Brasil a mesma força de palavras &lt;br /&gt;como "sinistro": pode querer dizer qualquer coisa, menos o que &lt;br /&gt;realmente ela significa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A chave para a construção de modelos que possam limitar a autorização &lt;br /&gt;de se insultar a sociedade brasileira e ainda fazê-la pagar por isso, &lt;br /&gt;como o governo chinês cobra das famílias dos dissidentes as balas que &lt;br /&gt;usa para executá-los, está no estabelecimento criterioso de políticas &lt;br /&gt;públicas para o setor. No final da semana passada, o Brasil mudou pela &lt;br /&gt;terceira vez em pouco mais de um ano o seu ministro das Comunicações - &lt;br /&gt;e de quebra substituiu o presidente da Anatel. Fez isso partindo o &lt;br /&gt;coração do chefe do Executivo, como o próprio presidente definiu sua &lt;br /&gt;necessidade de promover as mudanças que encaixassem o PMDB no governo. &lt;br /&gt;Muito além do fato político, no entanto, há a constatação de que mais &lt;br /&gt;uma vez a política de comunicações do país está no limiar do ponto &lt;br /&gt;zero: anunciar uma virada que não apenas corre o risco de anular tudo &lt;br /&gt;o que veio antes como, sabe-se, vai durar até o próximo fato político &lt;br /&gt;que gere novas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Políticas de comunicação, no entanto, são necessariamente de longo &lt;br /&gt;prazo, porque dependem de fortes investimentos e de calços &lt;br /&gt;suficientemente fortes para justificá-los. A televisão digital é um bom &lt;br /&gt;exemplo. Durante anos, a Anatel, sob orientação de Luiz Schymura, &lt;br /&gt;promoveu estudos de viabilidade técnica dos três padrões em competição &lt;br /&gt;- e recorreu a muitos parceiros privados, inclusive do setor acadêmico, &lt;br /&gt;como a Universidade Mackenzie. Quase ao mesmo tempo, o então ministro &lt;br /&gt;Juarez Quadros procurava implantar uma lei da comunicação social &lt;br /&gt;eletrônica que levava em conta fatores como propriedade dos meios de &lt;br /&gt;comunicação, a qualidade de seu conteúdo e o respeito aos compromissos &lt;br /&gt;sociais assumidos pelos concessionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Com a entrada do ministro Miro Teixeira e o esvaziamento de Schymura, &lt;br /&gt;a discussão sobre a TV digital voltou-se, por um lado, para a &lt;br /&gt;possibilidade de desenvolvimento de um padrão brasileiro que &lt;br /&gt;substituísse os padrões americanos, japoneses e europeus (para não &lt;br /&gt;falar no extemporâneo padrão chinês) que estavam sendo testados havia &lt;br /&gt;quatro anos. E, por outro, para a divisão do bolo digital, com a &lt;br /&gt;possibilidade de um reordenamento mais eqüitativo da propriedade dos &lt;br /&gt;meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaca zero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Dias antes de sair do governo, no final de 2002, o ministro Juarez &lt;br /&gt;Quadros entregou a seu sucessor, Miro Teixeira, o projeto da Lei Geral &lt;br /&gt;de Comunicação Social Eletrônica. Menos de 13 meses depois, no dia 21 &lt;br /&gt;de janeiro deste ano, o ministro Miro preparou um outro dossiê para seu &lt;br /&gt;próprio sucessor, Eunicio Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os dois documentos simplesmente não falavam das mesmas coisas. &lt;br /&gt;Quadros estava preocupado em integrar numa só política diversos &lt;br /&gt;setores que são complementares - como a TV aberta, a TV por assinatura, &lt;br /&gt;a produção e a propriedade dos meios de comunicação. Miro fez um &lt;br /&gt;levantamento das ações do ministério previstas para 2004, onde se &lt;br /&gt;destacam os gastos com os programas do Fust (Fundo de Universalização &lt;br /&gt;de Telecomunicações), estimados em 40 milhões de reais - que poderiam &lt;br /&gt;ser ampliados de acordo com a demanda -, e os gastos com o Funttel (de &lt;br /&gt;fomento ao desenvolvimento de novas tecnologias de comunicação e &lt;br /&gt;projetos de convergência tecnológica, inclusive TV digital), além de &lt;br /&gt;outorgas de TVs educativas e gastos com os programas de modernização &lt;br /&gt;dos Correios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As novas prioridades do ministério das Comunicações e da Anatel ainda &lt;br /&gt;estão por ser conhecidas. Pelo menos no primeiro caso (já que, no &lt;br /&gt;segundo, o titular Pedro Ziller é um técnico do setor) é possível que &lt;br /&gt;ainda estejam por ser desenhadas. Antes de se debruçar sobre a &lt;br /&gt;evidência de que o calcanhar de Aquiles da TV digital está no conteúdo &lt;br /&gt;e não no padrão de transmissão, o ministro Eunício não perderia seu &lt;br /&gt;tempo se procurasse se deter por algumas horas vendo o que a maioria &lt;br /&gt;das redes de televisão está oferecendo à sociedade brasileira - e em &lt;br /&gt;troca de quê está fazendo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As conclusões podem contar com o auxílio da simples aritmética. Quando &lt;br /&gt;os melhores colocados estão fazendo 3% (e pelo menos num dos casos, o &lt;br /&gt;quinto melhor colocado tem 1%) é porque a média dessas emissoras não &lt;br /&gt;supera o 1%, ou menos do que isso. Se estivessem com um slide de &lt;br /&gt;advertência no ar, o resultado não seria muito diferente. E se a &lt;br /&gt;liderança vem com o tipo de produto com que está vindo, então fica &lt;br /&gt;difícil sustentar que o dinheiro público esteja sendo aplicado na &lt;br /&gt;elevação do nível cultural ou das exigências de qualidade da &lt;br /&gt;população. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Até as pedras da Esplanada dos Ministérios saberão que há no leque de &lt;br /&gt;produção audiovisual brasileira produtos infinitamente melhores do que &lt;br /&gt;isso - tanto do ponto de vista artístico quanto do desempenho &lt;br /&gt;comercial. E que se eles não estão no ar é porque as atuais políticas &lt;br /&gt;de comunicação sugerem ao empresário de televisão que ele não tem &lt;br /&gt;obrigação alguma de ser competitivo e muito menos cumprir com suas &lt;br /&gt;obrigações constitucionais no que diz respeito à qualidade e &lt;br /&gt;pluralidade de conteúdo - porque ninguém vai incomodá-lo com isso e, na &lt;br /&gt;hora do buraco, o a chave do cofre da viúva está aí mesmo para &lt;br /&gt;resgatá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Se haverá tempo para a construção e implantação de um política de &lt;br /&gt;comunicação consistente no país antes que tudo volte, mais uma vez, à &lt;br /&gt;estaca zero, ninguém é capaz de dizer. Sabe-se apenas quem são os &lt;br /&gt;vitoriosos cada vez que essas políticas são proteladas. São aqueles a &lt;br /&gt;quem tanto o público local quanto os empresários estrangeiros estão &lt;br /&gt;virando as costas - mas que continuam acreditando que têm uma dívida a &lt;br /&gt;cobrar de toda a sociedade brasileira."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110339591905828998?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110339591905828998/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110339591905828998' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110339591905828998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110339591905828998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2004/12/nelson-hoineff-observatrio-da-imprensa.html' title='  Nelson Hoineff - OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110339582465670359</id><published>2004-12-18T16:50:00.000-02:00</published><updated>2004-12-18T16:50:24.656-02:00</updated><title type='text'>TV DIGITAL E INCLUSÃO SOCIAL</title><content type='html'>Artigo publicado no sitio virtual da AMAR-Sombras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TV DIGITAL E INCLUSÃO SOCIAL&lt;br /&gt;  Amar-Sombrás Assina Embaixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nossa Associação incluiu-se entre os signatários do documento abaixo, &lt;br /&gt;a ser encaminhado ao Ministério das Comunicações.&lt;br /&gt;  O decreto que propõe a criação do Grupo Executivo do Projeto TV &lt;br /&gt;Digital deve ser saudado como iniciativa capaz de iniciar um debate &lt;br /&gt;mais amplo sobre este que será um dos mais significativos eventos nos &lt;br /&gt;âmbitos cultural, social, tecnológico e político das primeiras décadas &lt;br /&gt;do século XXI em nosso país. Basta constatar a amplitude do fenômeno da &lt;br /&gt;televisão e multiplicar pelo alcance das ferramentas digitais, &lt;br /&gt;notadamente a interatividade e o potencial de inclusão social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto TV Digital terá enormes impactos na produção de conteúdo&lt;br /&gt;  audiovisual e de softwares, na construção de uma política industrial &lt;br /&gt;que envolva, inclusive, a sensível área dos semicondutores (chips), na &lt;br /&gt;balança comercial brasileira (através do pagamento, ou não, de &lt;br /&gt;royalties), nas relações de nosso país com os blocos econômicos &lt;br /&gt;internacionais, entre outras diversas áreas tão ou mais sensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que nossa grande imprensa vem noticiando, não está em &lt;br /&gt;jogo, apenas, a escolha de um padrão de transmissão. Mas, como a &lt;br /&gt;própria adoção da TV digital somente se inicia nos países ditos &lt;br /&gt;desenvolvidos, estamos, de fato, no estágio de definir o que realmente &lt;br /&gt;esperamos desta tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que conservadora, nossa televisão analógica conseguiu ser&lt;br /&gt;  satisfatoriamente inclusiva. Segundo dados do IBGE, cerca de 90% dos &lt;br /&gt;lares brasileiros possuem uma televisão. Boa parte do seu conteúdo é &lt;br /&gt;nacional (ainda que de qualidade discutível) e a confecção dos &lt;br /&gt;aparelhos (graças ao sistema PAL-M) é toda feita em território &lt;br /&gt;brasileiro, por técnicos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos a chance de resolver as mazelas de nossa TV, mas não podemos &lt;br /&gt;perder nossas conquistas, seja na área de ciência e tecnologia, seja, &lt;br /&gt;especialmente, na garantia de que cada brasileiro poderá possuir um &lt;br /&gt;aparelho (agora interativo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma escolha errada e poderemos produzir uma nova geração de excluídos. &lt;br /&gt;Uma escolha errada e poderemos fazer da TV digital apenas um &lt;br /&gt;instrumento de mercado, que forme consumidores e não cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento é importante e devemos saudar a iniciativa ousada do &lt;br /&gt;Ministério das Comunicações em propor a criação do GET. É significativa &lt;br /&gt;a diferença diante da política limitada proposta pelo governo anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, contudo, não basta. Queremos, principalmente, a possibilidade de &lt;br /&gt;sermos ouvidos. Não aceitamos que tal debate seja feito sem a &lt;br /&gt;participação do conjunto da sociedade civil. Sabemos que, em última &lt;br /&gt;instância, seremos nós os usuários desta tecnologia, nós que teremos &lt;br /&gt;que arcar com boa parte dos custos (direta ou indiretamente) e nós que &lt;br /&gt;sofreremos os impactos advindos, especialmente sócio-culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, pedimos ao governo que: 1) aumente o prazo de consulta do &lt;br /&gt;decreto que cria o GET (limitado a uma semana a partir do dia 25 de &lt;br /&gt;junho de 2003); 2) realize reuniões em diversas cidades brasileiras, &lt;br /&gt;chamando a sociedade civil para participar e contribuir com suas &lt;br /&gt;sugestões; 3) inclua outros representantes da sociedade civil no GET &lt;br /&gt;(exceto por entidades empresariais, a sociedade civil aparece no GET, &lt;br /&gt;somente, na vaga facultativa do Conselho de Comunicação Social).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em síntese, queremos participar da construção de nosso futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110339582465670359?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110339582465670359/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110339582465670359' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110339582465670359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110339582465670359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2004/12/tv-digital-e-incluso-social.html' title='TV DIGITAL E INCLUSÃO SOCIAL'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110339578514770684</id><published>2004-12-18T16:48:00.000-02:00</published><updated>2004-12-18T16:49:45.146-02:00</updated><title type='text'> "Democratizar a comunicação para democratizar a sociedade"</title><content type='html'>Boletim Prometheus&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura&lt;br /&gt;( &lt;http://www.indecs.org.br/&gt; www.indecs.org.br -&lt;br /&gt;&lt;http://www.prometheus.org.br/&gt; www.prometheus.org.br)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Democratizar a comunicação para democratizar a sociedade"&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Boletim Prometheus - Nova Fase - 08 de dezembro de 2004&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Prometheus conta com a parceria da Fundação Ford e o apoio da Associação&lt;br /&gt;Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC), da Rede de Informações para o&lt;br /&gt;Terceiro Setor (RITS) e da Editora Glasberg ACR S.A.&lt;br /&gt;-----------------------------------------&lt;br /&gt;Este número do Boletim Prometheus está sendo distribuído com atraso de&lt;br /&gt;alguns dias por conta de sério problema que acometeu o computador do&lt;br /&gt;INDECS onde o boletim é redigido. Ficamos impossibilitados de acessar&lt;br /&gt;nossos dados durante este período. Pedimos desculpas pelo atraso.&lt;br /&gt;-----------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Um número especial &lt;&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Um preâmbulo - Observações pessoais da &lt;&gt;  viagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - "O papel e o &lt;&gt;  lugar da mídia na Sociedade da Informação na África&lt;br /&gt;e na região árabe"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Primeira mesa &lt;&gt;  redonda sobre Comunicação Comunitária para o&lt;br /&gt;Desenvolvimento Sustentável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 -  &lt;&gt; Reunião do Projeto de Governança Global&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Expediente &lt;&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Um número especial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta edição especial do Prometheus trata de três eventos relacionados à&lt;br /&gt;comunicação, ocorridos na cidade de Marrakech, no Marrocos, na segunda&lt;br /&gt;quinzena do mês de novembro.&lt;br /&gt;Inicialmente, dois relatos curtos.&lt;br /&gt;O primeiro, da conferência "O papel e o lugar da mídia na Sociedade da&lt;br /&gt;Informação na África e região Árabe", que aconteceu de 22 a 24 de&lt;br /&gt;novembro. O evento foi organizado pela Rede Internacional de Cátedras da&lt;br /&gt;UNESCO em Comunicação e pelo Governo do Marrocos, e aconteceu como&lt;br /&gt;prosseguimento da primeira fase da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da&lt;br /&gt;Informação. A conferência foi também preparatória para a segunda fase da&lt;br /&gt;Cúpula, que acontece no final de 2005, na Tunísia.&lt;br /&gt;O segundo relato trata da Primeira Mesa Redonda sobre Comunicação&lt;br /&gt;Comunitária para o Desenvolvimento Sustentável, que aconteceu no dia 21&lt;br /&gt;de novembro. Organizada pela AMARC (Associação Mundial de Radios&lt;br /&gt;Comunitárias), a Mesa Redonda contou com a participação de praticantes&lt;br /&gt;de radiodifusão comunitária da África, América Latina, Ásia e Oriente&lt;br /&gt;Médio.&lt;br /&gt;O terceiro evento, que conta aqui com um relato um pouco mais extenso,&lt;br /&gt;foi a reunião do Projeto de Governança Global da Campanha CRIS&lt;br /&gt;Internacional. O projeto reúne ativistas de cinco países de diferentes&lt;br /&gt;continentes para analisar a realidade do direito à comunicação em cada&lt;br /&gt;um deles e desenvolver materiais para apoiar a luta pela sua efetivação.&lt;br /&gt;O objetivo da reunião foi justamente a construção de um kit de ativismo&lt;br /&gt;e capacitação que possa ser trabalhado em diversos países como forma de&lt;br /&gt;auxiliar campanhas e discussões sobre temas considerados prioritários na&lt;br /&gt;área da comunicação. A proposta é que cada país adapte e também&lt;br /&gt;desenvolva seções nacionais desse material, possibilitando utilizar a&lt;br /&gt;mesma metodologia para abordar os temas com um olhar local. &lt;br /&gt;Essa edição especial do Prometheus foi possível graças a presença de&lt;br /&gt;João Brant, colaborador do Boletim Prometheus, na reunião do Projeto de&lt;br /&gt;Governança Global. João é membro do Coletivo Intervozes, responsável&lt;br /&gt;pelo desenvolvimento do projeto no Brasil. Os relatos incluem seu olhar&lt;br /&gt;pessoal sobre a viagem.&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Um preâmbulo: Observações pessoais da viagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anunciar uma viagem para Marrakech gera necessariamente a tentação&lt;br /&gt;irresistível de praticar alguma observação infame com a expressão "pra&lt;br /&gt;lá de Marrakech". Quando chega a centésima piada, confesso que passa a&lt;br /&gt;soar pouco original. Mas, tudo bem. Afinal, não é a todo momento que&lt;br /&gt;aparece a oportunidade de dialogar com alguém que se bandeia pra lá.&lt;br /&gt;Portanto, antes que perguntem: sim, chegamos a ir pra lá de Marrakech.&lt;br /&gt;No dia livre alugamos um carro e subimos os Atlas, a imensa cadeia de&lt;br /&gt;montanhas do norte da África. Fomos ao Marrocos e, quem diria, em vez de&lt;br /&gt;camelos, vimos muita neve. No caminho, uma amostra do modo de vida da&lt;br /&gt;população berbere, que habita aquela região desde a pré-história. Quase&lt;br /&gt;chegando, um lago lindo, logo abaixo do topo da montanha. No topo,&lt;br /&gt;alcançado por teleférico, um silêncio e uma luz que substantivam a noção&lt;br /&gt;de liberdade.&lt;br /&gt;Marrakech é uma cidade de pouco menos de um milhão de habitantes,&lt;br /&gt;dividida em duas partes. Gueliz é a parte nova, mais moderna, com uma&lt;br /&gt;arquitetura relativamente próxima da tradicional no ocidente. Mais&lt;br /&gt;próxima significa, na verdade, menos longe, porque o fato é que quase&lt;br /&gt;todas as casas são pintadas na cor de terra e muito poucas têm telhados.&lt;br /&gt;A maioria só tem a laje, o que evidencia que realmente chove pouco por&lt;br /&gt;lá. Já Medina é a parte mais antiga, murada, onde há centenas de&lt;br /&gt;lojinhas/bancas de artesanato de todo tipo, de roupas, de ervas e&lt;br /&gt;especiarias, enfim, onde a cidade acontece no seu melhor estilo.&lt;br /&gt;A imensa praça central da Medina, Jemaâ el-Fna, é um espaço público por&lt;br /&gt;excelência. Ali estão os "curandeiros", os encantadores de serpente, as&lt;br /&gt;dezenas de barracas de suco de laranja, os músicos tradicionais e todos&lt;br /&gt;os tipos de performáticos. É para lá que se dirige grande parte da&lt;br /&gt;população ao entardecer, reunindo-se em pequenos círculos em volta dos&lt;br /&gt;diversos "personagens". O cheiro de piche e asfalto sentido a todo&lt;br /&gt;momento parece vir do combustível das incontáveis mobiletes que andam&lt;br /&gt;por lá, dividindo espaço com milhares de bicicletas.&lt;br /&gt;Para quem nunca havia ido a um país de cultura árabe, saltou aos olhos a&lt;br /&gt;tradição mercante, característica milenar de boa parte deles, muito&lt;br /&gt;forte em Marrakech. Andando pela Medina, a sensação é de que estamos&lt;br /&gt;dentro de um grande Mercado Modelo, mas com dimensões de uma cidade. A&lt;br /&gt;experiência de barganhar em quase tudo que se compra é curiosa num&lt;br /&gt;primeiro momento, estimulante em um segundo, mas depois de cinco dias&lt;br /&gt;parece insuportável. Permanece a sensação de que mesmo que você pague&lt;br /&gt;30% do preço inicialmente proposto (o que chegou a acontecer), eles&lt;br /&gt;sempre estarão levando vantagem - ainda que isso não seja&lt;br /&gt;necessariamente verdade. Fato mesmo é que a cultura da barganha impede a&lt;br /&gt;concorrência, já que a comparação de preços torna-se impossível.&lt;br /&gt;Do ponto de vista da violência tradicional, a cidade parece bem segura,&lt;br /&gt;mas a sensação (envolta de um preconceito ocidental, confesso) de estar&lt;br /&gt;sendo constantemente enganado relativiza essa segurança. Pegávamos taxis&lt;br /&gt;todos os dias (há uma carência de transporte público na cidade),&lt;br /&gt;fazíamos praticamente o mesmo percurso, e apenas uma vez conseguimos um&lt;br /&gt;taxista que ligasse o taxímetro. Em todas as outras, o preço foi&lt;br /&gt;combinado ao entrar no carro. Em nenhuma delas pagamos próximo do valor&lt;br /&gt;indicado daquela vez no taxímetro. No mínimo, 30% a mais, sendo que no&lt;br /&gt;início chegamos a pagar, sem saber qual era o preço médio, quatro vezes&lt;br /&gt;o valor real.&lt;br /&gt;Não se pode dizer que o lado opressor da cultura mercante seja&lt;br /&gt;exclusividade do oriente. O que é um taxista pedindo 30 Dirhams para uma&lt;br /&gt;corrida que vale 7 Dirhams frente a qualquer indústria ocidental que faz&lt;br /&gt;a mesma coisa em escala industrial? A grande questão é que a ausência de&lt;br /&gt;dissimulação ainda assusta a nós, acostumados ao capitalismo selvagem,&lt;br /&gt;mas de "boas maneiras".&lt;br /&gt;Também nesse sentido, ainda que não possa julgar a cultura árabe pelo&lt;br /&gt;visto no Marrocos (nem tomá-la como una e única), fica uma sensação&lt;br /&gt;dúbia. Ao mesmo tempo que ela possibilita uma variedade de manifestações&lt;br /&gt;culturais (especialmente a música, com uma harmonia modal riquíssima),&lt;br /&gt;ela em vários momentos aplaina as diferenças e uniformiza (no pior dos&lt;br /&gt;sentidos) hábitos e visões. Além disso, como em grande parte do oriente,&lt;br /&gt;a opressão às mulheres é extremamente presente, embora o Marrocos seja&lt;br /&gt;um dos países árabes com menos restrição no uso de vestimentas. &lt;br /&gt;Foi nesse cenário em que transcorreram os três eventos aqui relatados.&lt;br /&gt;Disso tudo, fica a ânsia por tentar compreender o que pode existir de&lt;br /&gt;comum sobre o lugar da comunicação em culturas tão distintas. &lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - "O papel e o lugar da mídia na Sociedade da Informação na África e&lt;br /&gt;na região árabe"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência "O papel e o lugar da mídia na Sociedade da Informação na&lt;br /&gt;África e região Árabe", que aconteceu de 22 a 24 de novembro, reuniu&lt;br /&gt;delegados de vários países africanos e árabes, e terminou com a&lt;br /&gt;publicação da Declaração de Marrakech.&lt;br /&gt;O evento foi um prosseguimento da primeira fase da Cúpula Mundial sobre&lt;br /&gt;a Sociedade da Informação, e também preparatório para a segunda fase,&lt;br /&gt;que acontece no final de 2005, na Tunísia.&lt;br /&gt;O texto publicado afirma pontos importantes, como a necessidade da&lt;br /&gt;pluralidade de mídias, a importância de tornar realidade o Artigo 19 da&lt;br /&gt;Declaração Universal dos Direitos Humanos, a necessidade de observar a&lt;br /&gt;questão de gênero (tema tão caro nos países árabes) e o fato de a&lt;br /&gt;diversidade cultural ter que ser estimulada, não apenas preservada. Um&lt;br /&gt;dos principais trechos da Declaração diz que "a função da mídia em&lt;br /&gt;produzir, agrupar, checar e distribuir notícias e conteúdo diversos,&lt;br /&gt;incluindo o nível comunitário local, é vital. Quadros legais e de&lt;br /&gt;regulação são necessários para estimular a comunicação comunitária. Para&lt;br /&gt;este fim, essas disposições devem ser não-discriminatórias e prover uma&lt;br /&gt;alocação de freqüências eqüânime por meio de mecanismos transparentes".&lt;br /&gt;Especialmente em virtude desse ponto, a AMARC (Associação Mundial de&lt;br /&gt;Rádios Comunitárias) considerou positivo o texto que sai de Marrakech, e&lt;br /&gt;afirma que ele poderá ser usado como instrumento por aqueles que&lt;br /&gt;pretendem ver a Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação afirmando&lt;br /&gt;e propondo condições para a manutenção das mídias comunitárias. A AMARC&lt;br /&gt;salienta a importância da Declaração de Marrakech como um novo passo no&lt;br /&gt;reconhecimento da mídia comunitária em todo o mundo.&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Primeira mesa redonda sobre Comunicação Comunitária para o&lt;br /&gt;Desenvolvimento Sustentável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesa redonda promovida pela AMARC (Associação Mundial de Rádios&lt;br /&gt;Comunitárias) tinha como objetivo promover um diálogo entre atores chave&lt;br /&gt;dos setores de comunicação e desenvolvimento focados em alcançar e&lt;br /&gt;monitorar as Metas do Milênio. O foco dos debates foi a situação na&lt;br /&gt;África e um dos principais temas foi a criação de uma força-tarefa que&lt;br /&gt;leve à constituição de um Fundo de Desenvolvimento para a Mídia&lt;br /&gt;Comunitária na África. &lt;br /&gt;Do evento saiu também uma "Declaração de Marrakesh". O documento&lt;br /&gt;salienta a importância da mídia comunitária para permitir o acesso de&lt;br /&gt;participação de todos nos processos de comunicação, "especialmente as&lt;br /&gt;comunidades mais pobres e marginalizadas". Os delegados da AMARC&lt;br /&gt;presentes na mesa redonda salientaram ainda que o quadro regulatório de&lt;br /&gt;proteção e estímulo à mídia comunitária é, de modo geral, muito frágil.&lt;br /&gt;Um dos principais questionamentos foi o uso que muitos países fazem do&lt;br /&gt;argumento da "limitação técnica" para não permitir a presença de rádios&lt;br /&gt;comunitárias no dial. Segundo o documento, "é preciso insistir que o&lt;br /&gt;planejamento do espectro e da regulação deve garantir espectro e&lt;br /&gt;capacidade de canais suficientes, e padrões técnicos apropriados, para o&lt;br /&gt;desenvolvimento das mídias comunitárias tanto no ambiente analógico como&lt;br /&gt;no digital".&lt;br /&gt;Por fim, a força-tarefa para recursos e financiamento da mídia&lt;br /&gt;comunitária foi criada, e terá como papéis levar à frente as propostas&lt;br /&gt;apresentadas na declaração e avaliar sua implementação.&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Reunião do Projeto de Governança Global&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 25 a 27 de novembro aconteceu a reunião do Projeto de Governança&lt;br /&gt;Global da Campanha CRIS Internacional. O objetivo era a construção de&lt;br /&gt;materiais para auxiliar na capacitação para a atuação na militância pelo&lt;br /&gt;direito à comunicação e na construção de campanhas públicas. Além dos&lt;br /&gt;membros da coordenação internacional do projeto, representantes de&lt;br /&gt;quatro dos cinco países participantes no projeto estiveram presentes:&lt;br /&gt;Brasil, Colômbia, Itália e Filipinas. O Quênia acabou não mandando&lt;br /&gt;representantes.&lt;br /&gt;A primeira observação dos participantes foi a da eficácia do direito à&lt;br /&gt;comunicação como um terreno para ação comum. Ao mesmo tempo que o&lt;br /&gt;conceito é amplo o suficiente para agregar as diferentes realidades de&lt;br /&gt;cada país, ele estabelece uma referência universal da comunicação como&lt;br /&gt;direito, o que para todos os casos significa uma redefinição do lugar da&lt;br /&gt;comunicação e de seus padrões de organização. &lt;br /&gt;No entanto, para sair do direito à comunicação como uma noção genérica e&lt;br /&gt;materializar o que ele significa na prática, o Projeto de Governança&lt;br /&gt;Global teve como primeira tarefa a definição de um quadro de referência&lt;br /&gt;genérico, estabelecendo parâmetros e indicadores para as diversas áreas&lt;br /&gt;que fazem parte desse conceito, como propriedade de mídias, diversidade&lt;br /&gt;cultural, direitos de propriedade intelectual, privacidade, participação&lt;br /&gt;da sociedade civil nas decisões sobre comunicação, entre outros.&lt;br /&gt;O passo seguinte foi a aplicação desses indicadores em âmbito local, nos&lt;br /&gt;cinco países parte do projeto. A pesquisa está sendo finalizada e&lt;br /&gt;permite uma leitura de diferentes realidades do direito à comunicação,&lt;br /&gt;numa estrutura que permite observações empíricas e comparativas entre os&lt;br /&gt;países. Como última etapa do projeto, a construção dos materiais para&lt;br /&gt;capacitação e ativismo na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parâmetros comuns&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a construção desses materiais, era preciso identificar prioridades&lt;br /&gt;de ação comuns entre os países. Dois temas se destacaram como presentes&lt;br /&gt;em todos eles. O primeiro, propriedade de mídias, e alguns lugares&lt;br /&gt;significa um enfrentamento à censura estatal; em outros, aos monopólios&lt;br /&gt;e oligopólios privados. O segundo tema que surgiu como prioridade foi&lt;br /&gt;diversidade cultural, entendida em duas dimensões, nacional e&lt;br /&gt;internacional, especialmente nos assuntos de mídia.&lt;br /&gt;Na dimensão internacional, ela significa a proteção à produção cultural&lt;br /&gt;das diversas nações, a liberdade de praticar cotas de tela e outros&lt;br /&gt;mecanismos que permitam que o poder econômico não se imponha na&lt;br /&gt;definição do que é veiculado e transmitido. Em suma, no tratamento da&lt;br /&gt;comunicação e da cultura como direitos, e não como serviços. Na dimensão&lt;br /&gt;nacional, ela significa proporcionar condições equânimes para as várias&lt;br /&gt;diversidades se fazerem representadas: raciais, de gênero, de culturas e&lt;br /&gt;regiões, entre outras. Esse tema está extremamente presente, e no ano de&lt;br /&gt;2005 a UNESCO promoverá uma Convenção sobre Diversidade Cultural, que&lt;br /&gt;poderá influir nos rumos e definições sobre o tema no âmbito da&lt;br /&gt;governança global.&lt;br /&gt;A partir de uma proposta levada pela equipe brasileira, chegou-se a uma&lt;br /&gt;definição que une as duas prioridades. Trata-se do tratamento em&lt;br /&gt;conjunto de algumas questões que permitiriam uma "Apropriação pública da&lt;br /&gt;mídia". Essa idéia está baseada na necessidade de inverter o paradigma&lt;br /&gt;atualmente presente, de que os meios de comunicação têm essencialmente&lt;br /&gt;fins comerciais.&lt;br /&gt;Para os participantes, essa definição reconhece a necessidade de sair&lt;br /&gt;tanto do controle estatal como do controle privado. Para isso, segundo&lt;br /&gt;eles, seriam necessárias duas ações fundamentais: o fortalecimento de&lt;br /&gt;sistemas públicos de comunicação e ações de sensibilização e apropriação&lt;br /&gt;da mídia por toda população, fazendo com que a prática da comunicação&lt;br /&gt;favoreça a apropriação e o entendimento da linguagem e da técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definindo essa como uma prioridade internacional, o Projeto reconheceu&lt;br /&gt;que em cada um dos países é possível buscar diferentes instrumentos para&lt;br /&gt;a consecução de objetivos semelhantes, tais como:&lt;br /&gt;-         fortalecimento de emissoras e mídias públicas, com condições&lt;br /&gt;equânimes às da mídia comercial;&lt;br /&gt;-         estímulo à pluralidade e diversidade de meios e conteúdos;&lt;br /&gt;-         possibilitar a todos a participação (em maior ou menor nível)&lt;br /&gt;na produção e realização dos meios de comunicação;&lt;br /&gt;-         participação democrática nas decisões e na construção de&lt;br /&gt;políticas;&lt;br /&gt;-         desenvolvimento de uma compreensão crítica da sociedade no&lt;br /&gt;tocante à produção e leitura da mídia&lt;br /&gt;Foram listados, então, uma série de recursos que poderiam compor esse&lt;br /&gt;agrupamento de estratégias para capacitação e campanhas. Entre eles,&lt;br /&gt;materiais para treinamento, apresentações e textos curtos sobre o&lt;br /&gt;direito à comunicação e peças culturais e publicitárias para&lt;br /&gt;disseminação da idéia, numa espécie de guia de planejamento para&lt;br /&gt;campanhas públicas. Serão reunidos materiais de diversas entidades e&lt;br /&gt;organizações que já trabalham de alguma forma com esses temas, ou que&lt;br /&gt;podem servir de exemplos de campanhas bem sucedidas.&lt;br /&gt;Além disso, serão desenvolvidos materiais específicos até março,&lt;br /&gt;cobrindo os mais diversos níveis de discussão sobre o tema. Haverá desde&lt;br /&gt;textos acadêmicos até materiais de educação popular, com dinâmicas de&lt;br /&gt;comunicação e sensibilização baseados no método de Paulo Freire. O&lt;br /&gt;objetivo é dialogar com os diversos setores da sociedade, buscando&lt;br /&gt;especialmente os movimentos sociais e a sociedade civil.&lt;br /&gt;Depois de desenvolvido um material "genérico" internacional, cada país&lt;br /&gt;fará a sua adaptação e desenvolvimento de seções locais desse material,&lt;br /&gt;possibilitando utilizar a mesma metodologia para abordar os temas com&lt;br /&gt;olhar local.&lt;br /&gt;No Brasil, o Intervozes pretende desenvolver esse material pela CRIS&lt;br /&gt;Brasil, de modo a fazê-lo responder às prioridades brasileiras para&lt;br /&gt;atuação da sociedade civil na luta pelo direito à comunicação. Assim,&lt;br /&gt;será possível ter espelhado no material brasileiro os diversos saberes e&lt;br /&gt;especialidades das diversas entidades envolvidas na CRIS.&lt;br /&gt;VOLTAR  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Expediente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quanta verdade um homem é capaz de suportar?" (Nietzsche)&lt;br /&gt;Envie críticas, sugestões e comentários - Tel.: 55-21-2247-9219 -&lt;br /&gt;E-mail: indecs@indecs.org.br&lt;br /&gt;Se não desejar mais receber este boletim, basta nos comunicar.&lt;br /&gt;Boletim Prometheus é uma publicação semanal do Instituto de Estudos e&lt;br /&gt;Projetos em Comunicação e Cultura (INDECS).&lt;br /&gt;Prometheus acredita que o conhecimento deve ser livre e, portanto, opera&lt;br /&gt;a partir do princípio do "copyleft". Se desejar usar as informações&lt;br /&gt;deste boletim, basta citar a fonte. E bom uso!&lt;br /&gt;Editor-responsável: jornalista Gustavo Gindre (gindre@indecs.org.br) -&lt;br /&gt;DRT 99279/92&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110339578514770684?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110339578514770684/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110339578514770684' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110339578514770684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110339578514770684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2004/12/democratizar-comunicao-para.html' title=' &quot;Democratizar a comunicação para democratizar a sociedade&quot;'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110279833685096202</id><published>2004-12-11T18:50:00.000-02:00</published><updated>2004-12-29T15:19:06.236-02:00</updated><title type='text'>Sobre Rádios Comunitárias</title><content type='html'>Links rápidos e interessantes sobre comunitárias, e abaixo, uma notícia sobre regulamentação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre comunitarias no rio &lt;br /&gt;http://www.universomusical.com.br/materia.asp?mt=sim&amp;cod=me&amp;amp;id=306 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre legalizacao &lt;br /&gt;http://www.comunicacao.pro.br/setepontos/12/radcom.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;geral, rs e sc, leis, consuletc &lt;br /&gt;http://www.sulradio.com.br/radcom.asp &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;noticia cadastramento &lt;br /&gt;http://www.serpro.gov.br/noticiasSERPRO/20040216_07 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;noticia sobre projeto de regularizacao &lt;br /&gt;http://www.unale.org.br/M007/M0074021.asp?txtID_PRINCIPAL=466 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;site da radio favela, uma comunitaria antiga e &lt;br /&gt;importante de BH &lt;br /&gt;http://www.unale.org.br/M007/M0074021.asp?txtID_PRINCIPAL=466 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;historia e como funciona, arquivo pdf, do viva rio, &lt;br /&gt;2002 &lt;br /&gt;http://www.ambiente.sp.gov.br/educ_2004/cursos/Palestrantes/010704/Sebastiao_Santos2.pdf &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;forum, lista, noticias, muito bom &lt;br /&gt;http://www.radiolivre.org/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;site geral sobre comunitarias: leis e funcionamento &lt;br /&gt;http://comunitarias.sites.uol.com.br/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no guia de midia, links sobre radios independentes &lt;br /&gt;http://www.guiademidia.com.br/radios/radioscomunitarias.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Borges/Novas Tecnologias em Comunicação&lt;br /&gt;http://www.ielusc.br/~borges/ntc/2003/pp/ &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...................................... &lt;br /&gt;Projeto regulariza as rádios comunitárias &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara está examinando o Projeto de Lei 4294/04, do &lt;br /&gt;deputado Edson Duarte (PV-BA), que regulariza as &lt;br /&gt;rádios comunitárias. A proposição revoga o artigo 183 &lt;br /&gt;da Lei Geral das Telecomunicações, que prevê processo &lt;br /&gt;penal contra os responsáveis por essas emissoras. &lt;br /&gt;De acordo com o autor, a Agência Nacional de &lt;br /&gt;Telecomunicações (Anatel) e a Polícia Federal aplicam &lt;br /&gt;indevidamente o artigo 183, para criminalizar &lt;br /&gt;emissoras de baixa potência e rádios comunitárias não &lt;br /&gt;autorizadas. "Se conceitualmente e constitucionalmente &lt;br /&gt;radiodifusão e telecomunicações são entes distintos, &lt;br /&gt;como aplicar a ambos o mesmo dispositivo? Há um erro &lt;br /&gt;evidente nessa ação", argumenta o deputado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Punição injusta &lt;br /&gt;Edson Duarte explica que, em muitos casos, as rádios &lt;br /&gt;comunitárias já têm pedido de autorização protocolado &lt;br /&gt;junto ao Ministério das Comunicações e só não &lt;br /&gt;receberam a outorga por demora nos procedimentos. "Em &lt;br /&gt;outros casos, a autorização é possível, mas o &lt;br /&gt;Ministério ainda não expediu o comunicado de &lt;br /&gt;habilitação previsto no artigo 9 da Lei das Rádios &lt;br /&gt;Comunitárias", acrescenta Duarte. &lt;br /&gt;Segundo o deputado, as rádios comunitárias estão sendo &lt;br /&gt;punidas injustamente, pois há inconstitucionalidade na &lt;br /&gt;aplicação do dispositivo de repressão às emissoras &lt;br /&gt;clandestinas. "O ideal seria que o Ministério das &lt;br /&gt;Comunicações se organizasse e se aparelhasse &lt;br /&gt;adequadamente para analisar os processos pendentes e &lt;br /&gt;publicasse todos os comunicados de habilitação &lt;br /&gt;necessários em tempo curto", conclui o deputado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é uma rádio comunitária &lt;br /&gt;O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela &lt;br /&gt;Lei 9612/98, regulamentada pelo Decreto 2615 do mesmo &lt;br /&gt;ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência &lt;br /&gt;modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e &lt;br /&gt;cobertura restrita a um raio de um quilômetro a partir &lt;br /&gt;da antena transmissora. &lt;br /&gt;Podem explorar esse serviço somente associações e &lt;br /&gt;fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede &lt;br /&gt;na localidade da prestação do serviço. As estações de &lt;br /&gt;rádio comunitária devem ter uma programação &lt;br /&gt;pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser &lt;br /&gt;abertas à expressão de todos os habitantes da região &lt;br /&gt;atendida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tramitação &lt;br /&gt;O projeto pode ser aprovado em caráter conclusivo e &lt;br /&gt;será analisado pelas Comissões de Ciência e &lt;br /&gt;Tecnologia, Comunicação e Informática; e de &lt;br /&gt;Constituição e Justiça e de Cidadania. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110279833685096202?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110279833685096202/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110279833685096202' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110279833685096202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110279833685096202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2004/12/sobre-rdios-comunitrias.html' title='Sobre Rádios Comunitárias'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9556083.post-110271366158333141</id><published>2004-12-10T19:14:00.000-02:00</published><updated>2004-12-11T19:21:54.723-02:00</updated><title type='text'>Ponto de partida</title><content type='html'>Meios de Comunicação  06/12&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ponto de partida:&lt;br /&gt;Entender os critérios das Concessões.&lt;br /&gt;Saber quais são  os mecanismos que  regem o conteúdo veiculado nas mídias.&lt;br /&gt;Provar que a Produção Cultural Brasileira não está sendo totalmente atendida.&lt;br /&gt;Gerar banco de dados de Rádios Rêde&lt;br /&gt;Criar política pública que norteie todas as emissoras.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;96% da produção brasileira é "independente"&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Propostas:&lt;br /&gt;Projeto "Uma hora de programação gratuita"&lt;br /&gt;Criar Rádio Virtual do FPPM&lt;br /&gt;Contemplar a todos com lei de imposto&lt;br /&gt;A não repetição de músicas como um anti-jabá&lt;br /&gt;Centrar fogo na televisão&lt;br /&gt;Criar programa bancado por Associação de Gravadora ex ABMI&lt;br /&gt;Criar condições LEGAIS para aumentar o espaço musical  regional&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mídias disponíveis no mercado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eletronicas: TV pública, privada e comunitária / Rádio pública, privada e comunitária/  DVD / CD / Internet / MP3 e similares / Telefone Celular  / Carro com Auto-Falante / Trio Elétrico /  Telemarketing /  Espera Telefonica / Vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Impressas: Jornais /  Revistas /  Filipetas  / Outdoor / Mala Direta / Vidros de ônibus e Taxis /  Metrô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros Meios: Teatros / Bares /  Rua  / Festas Particulares  /  Escolas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde Temos Penetração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eletrônicas: TV pública e comunitária / Rádio pública, privada e comunitária/  DVD / CD / Internet / MP3 e similares / Telefone Celular  / Carro com Auto-Falante /   Telemarketing /  Espera Telefônica / Vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impressas: Jornais /  Revistas /  Filipetas  /  Mala Direta &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros Meios: Teatros / Bares /  Rua  / Festas Particulares  /  Escolas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídias de Grande Penetração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eletronicas: TV Privada / Rádio Privada / Internet / Carro com Auto-Falante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impressas: Jornais  / Revistas / Outdoor  / Vidros de ônibus e Taxis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros Meios:  Rua / Escolas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Qual a importância da mídia numa determinada cultura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.O que representa para nosso trabalho a possibilidade de torná-lo conhecido de um público cada vez maior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Quais são os mecanismos que regem o conteúdo veiculado nas mídias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Que atitudes devemos tomar para estarmos em contato direto com todo tipo de público?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caito Marcondes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9556083-110271366158333141?l=gtcomunica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gtcomunica.blogspot.com/feeds/110271366158333141/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9556083&amp;postID=110271366158333141' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110271366158333141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9556083/posts/default/110271366158333141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gtcomunica.blogspot.com/2004/12/ponto-de-partida.html' title='Ponto de partida'/><author><name>Zezé Freitas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_sAnqPCZpCmM/S7lBEaI-2HI/AAAAAAAAPPU/mB1PLgIb6Tk/S220/bee_recortada.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
